segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O jardim dos amantes



por Vertigo


Eu lembro de meus oito anos, quando vi pela primeira vez Samira, a vizinha de frente. Ela tinha o triplo da minha idade, era casada, feições árabes; não era só linda, era encantadora. De noite eu ficava admirando pela janela aquela magnífica mulher, buscando ângulos para melhor admirá-la. Pra mim ela era a fada das histórias infantis que tomou vida, uma entidade que abençoava a todos com seu charme, beleza, carisma. Quando voltava da escola eu passava no jardim próximo à sua casa, arrancava uma flor e parava à porta da minha rainha para oferecer-lhe, como uma inocente oferenda de um guri apaixonado. Muitas vezes o marido atendia e achava graça naquilo. Chamava Samira e mostrava a cena. Eu ficava vermelho, mas não perdia a oportunidade de receber um beijinho na testa da minha dançarina. Sim, dançarina.



Por vezes a via dançando um ritmo que, muito depois fui saber, se chamava ‘dança do ventre’ para seu marido. Muitos poderiam achar que ele era sortudo por ter aquela dádiva em casa, mas eu, mais que qualquer outro, tinha a certeza de que ela dançava para mim. Do cárcere do meu quarto, via seu corpo ondulando, ornado com adereços nos braços, um véu no rosto. Seus trajes reluziam quase tanto quanto sua pele, mas muito menos que seus olhos. Nessas horas eu fazia o jogo das pétalas com alguns crisântemos vagabundos que eu pegara no jardim. O bem-me-quer vencia sempre, mostrando o presságio tão natural quanto a vivacidade daquela dança.


Minha mãe era mulher religiosa, mas não se importava com meu ingênuo “namoro” com Samira. Até que certo dia ouvi uma conversa dela com uma outra vizinha em que ela falava da minha Sam. O som daquele nome despertou minha atenção e parei escondido para tentar entender melhor. Minha mãe falou que Samira tinha um amante. Eu ri baixinho e achei engraçado, porque na verdade ela não tinha ‘um’ amante. Ela tinha ‘vários’. Pelo menos na minha lógica de menino eu pensei assim, achando ingenuamente que a palavra amante tinha a ver com a palavra amor, ou seja, coisa boa. Ora, como Samira era uma pessoa querida por todos ali, todos eram, conseqüentemente, seus amantes! Saí alegre acreditando firmemente que eu também era amante de Samira. Nesse dia eu fiquei feliz, mais feliz que em todos os outros.



Então, numa certa tarde em que ela estava conversando com minha mãe, paradas perto do jardim onde colhia as flores, eu corri para perto e disse, todo animado: “Samira, eu também sou seu amante!”.


- Que amante o que, moleque! – gritou ferozmente minha mãe. Não sei como o safanão que ela me deu não desgrudou minha cabeça do meu pescoço. Rodopiei zonzo. Ao recobrar o equilíbrio, chorando, vi Samira me defendendo, brigando com minha própria mãe, dizendo que ela nunca poderia ter me batido daquele jeito. Corri pra casa, pro quarto, pra debaixo da cama, perdido em meu mundo que, definitivamente, não tinha nada a ver com o mundo adulto. Mas o fato de Samira ter me defendido de uma possível injustiça fez minha admiração por ela crescer e a dor serenar. A partir daquele momento eu tive certeza de que ela era, de verdade, minha amante.


Dez anos se passaram. Durante esse tempo, minha mãe deixou de falar com Samira, de convidá-la para meus aniversários. Ela não fez mal nenhum para Samira, mas fez mal para mim. Não pude mais entregar minhas flores para ela e nem enamorá-la pela janela. Que mundo estranho o dos adultos! Tempo de incongruências onde “amante” significa “ódio” e “amor” um sentimento proibido, rechaçado com violência, aos cascudos e pontapés.


Com dezesseis comecei a namorar uma menina da minha idade. Aqueles namoros de mãos dadas, igreja aos domingos, cinema às vezes. Famílias conservadoras, devotas. Aos dezoito, ficamos noivos. Não era o que eu queria, mas era muito mais conveniente para todos. Eu não gostava de Suellen, a minha noiva. Eu saía com ela, mas não a conhecia, não tinha intimidade sequer para ofertar-lhe uma margarida vadia. Seria até traição, pegar uma flor do meu santuário e dar para alguém que não fosse a minha Sam. Samira continuava nossa vizinha e, ainda que eu não levasse mais flores para ela, era essa, sim, a minha verdadeira mulher, não só dos meus desejos, mas da minha vida. Foi então, numa tarde muito chuvosa em que eu estava voltando do trabalho na papelaria, que um carro parou ao meu lado. Eu estava com a mochila sobre a cabeça tentando me proteger inutilmente da água que caía abundantemente do céu, quando vi o vidro do carona descendo. Era Samira.


- Entra! – ela disse.


Meu coração bateu forte ao vê-la. Ela estava linda como sempre num vestido branco que realçava sua pele morena. Perguntou algumas coisas e fui respondendo, alegre por estar perto dela. Indagou se minha mãe estava mais calma. Perguntou por minha noiva, o que me deixou ansioso.


- Nunca mais recebi flores suas – brincou, descontraindo.


Fiquei sabendo que o trajeto que ela fazia para voltar do trabalho passava pelo meu. Então, as caronas começaram a se tornar freqüentes. Ela me deixava dois quarteirões antes de nossas casas para minha mãe não ficar sabendo. Minha mãe não mais me batia, mas qualquer aproximação com Samira era visto como uma tentação diabólica. Tão ingênua a minha mãe! Era Samira, na verdade, meu anjo da guarda e era impressionante como ela me passava vibrações boas, fluídos que traziam calma e ao mesmo tempo amor. Eu gostava de estar perto dela, de conversar com ela, de saber sobre sua vida. Numa das vezes em que apareceu para me buscar um vendedor ambulante de flores que passava por perto percebeu e mandou: “não vai levar flores pra sua amada?”. Eu ri da situação e comprei dele aquilo que sempre havia dado pra ela. Quando entrei no carro ela levou um susto, mas vi que adorara a surpresa. O relógio marcava pouco mais de seis da tarde.


- Vamos por um outro caminho hoje. O trânsito por aqui está muito ruim – disse.


Eu não sabia que existia outro caminho. O atalho pareceu longo demais, até que percebi que na verdade ele não existia. Fiquei perplexo quando ela parou o carro na entrada de um motel. Eu não imaginava que aquilo fosse verdade. Talvez fosse mais um outro sonho dos tantos que eu já tivera com ela. Mas se fosse realidade era uma realidade esquisita, porque, para minha eterna angústia, ela era casada.


- Avisei a ele que vou chegar mais tarde. Depois você liga pra sua mãe e pra sua noiva e dá uma desculpa. Você vai aprender que em sua vida íntima ninguém deve se meter, nem sua noiva, nem sua mãe, nem sua futura esposa. Isso se chama liberdade.


Minha cabeça ficou dando voltas. Eu tinha vontade de ter aquela mulher desde meus sete, oito anos de idade, desejos impossíveis de um garoto que finalmente se realizava. Coisa de difícil compreensão. Tentações, flores, traições, pecados. Liberdade. Suellen não entenderia bem isso. “Bem vindo ao mundo adulto”, pensei, nervoso enquanto seguia cadenciado os passos de Samira até o quarto do motel.Meu coração batia forte, numa mistura de medo e ansiedade, vontade e repressão. Nunca tinha estado em um quarto daqueles e achei interessante toda aquela sofisticação, a piscina com uma pequena cascata, o teto com iluminação escondida em penumbra. Mas o melhor foi o jogo sensual que Samira fez ao se despir. Parecia dançar para mim a tal dança do ventre que antes eu era obrigado a compartilhar com seu esposo. Seus 34 anos se revelaram juvenis, talvez mantidos pela seiva das flores que eu lhe dava quase diariamente.


- Sou virgem – declarei.


- Eu imaginava – disse ela sorrindo com olhos. Como vizinha de frente ela conhecia minha vida de garoto regrado pela mãe conservadora.


Ela disse para que eu não me assustasse, porque tudo o que iria acontecer era para o nosso prazer. Ela tomou a iniciativa de me abraçar. Pude sentir aquela cintura que por dez anos viviam desfilando em minha frente, separada de mim por uma rua e um jardim. Logo senti finalmente o sabor gostoso de sua boca enquanto suas mãos varriam minhas costas. Aquilo era uma loucura, sem dúvida! Mas uma loucura que eu não abriria mão, não naquele instante. Sentei na cama, orientado por ela. O nervosismo atrapalhava minha concentração e, por isso, meu pau não estava totalmente duro. Sam, vestida apenas com uma fina calcinha azul turquesa, era a representação máxima de meu desejo. Senti um arrepio que percorreu todo o meu corpo quando ela tocou minha glande com seus lábios. Não tardou para que meu pau crescesse tudo o que podia dentro de sua boca. Como era gostoso aquilo! O máximo que Suellen fizera comigo foi uma punheta batida rápida e sem direito a gozo na sala de casa. E agora aquela boquinha mágica brincava comigo, tão dançarina quanto sua dona. A língua ficava girando, massageando a glande com uma suavidade mística.



Não conseguia contemplar bem a face de Samira porque seu cabelo impedia uma visão apurada, mas isso não importava, pois sua chupada já dizia tudo, mostrava o que eu não podia enxergar. Durante alguns minutos ela mamou devagar, sem pressa. Eu estava quase gozando quando ela, experiente, parou, pressentindo isso. Fomos para o centro da cama e ela tirou sua última peça de roupa. Ficamos vestidos apenas com nossas alianças, a dela na mão esquerda, e a minha na direita.


De forma instintiva, comecei a mamar seus peitos, que eram fartos, do tamanho ideal para meu deleite. Ouvi seus primeiros gemidos quando passei minha mão por sua buceta já bastante molhada, enquanto minha boca descia por seu corpo, sem descolar, visitando o umbigo delicado. Mesmo nunca tendo tido um contato com uma mulher daquela maneira, parecia que éramos amantes há muito tempo. Tudo acontecia sem mancada, sem erro, sem interrupção. Os atos eram leves, encaixados, simples, necessários. Não demorou e eu estava passeando com minha língua nas adjacências de sua virilha, maravilhado. Mesmo de olhos fechados encontrei sua bucetinha pulsando interessada. O aroma lembrava o das flores do jardim de nossa rua, de nossas vidas. Lambia aquela carne quente ouvindo os gemidos de Samira, que soavam como canções, ruídos sem nexo que eram mais honestos que um “eu te amo”. Coloquei a língua para dentro, tirando rápido. Não sei se fazia certo, mas o certo nessas horas é um acordo mudo entre os envolvidos. E nesse nosso acordo não havia engano, só certezas.


- Vem que você vai virar homem comigo agora – disse.


Uma revolução que não daria para descrever aconteceu dentro de mim quando senti meu pau tocando sua buceta totalmente receptiva, tão úmida quanto feliz. Samira me abraçava com força ao tempo em que jogava suas pernas por sobre minhas costas. Aquilo fazia com que eu entrasse nela com mais vontade, sem receios nem hesitações. Minha mãe tinha razão! Samira não era minha amante, era muito mais que isso. Seus gemidos se transformaram em gritos ratificando seus sentimentos. Ela não mais mexia, dançava sob mim, rebolando, instigando, querendo tudo, como uma puta totalmente fora de si. Sua verve árabe era traduzida no gingado de seu quadril, executando uma dança do véu ou algo parecido. O pau entrava e saía já com ardor, impregnando o quarto com cheiro de sexo, de carne, de alma entregue. Como era gostoso comer aquela mulher, torná-la minha amante. Um sonho infantil que agora se realizava.


- Mete que você é meu, mete que você é meu – gritava ela e eu acreditava mais do que nunca naquilo, pois sentia que ela era minha também, e que sempre havia sido.


Meu primeiro gozo dentro de uma mulher foi tão contagiante que acabei perdendo a noção da situação e pedindo ela infantilmente em casamento. Por sorte ela demorou para se recompor, para voltar ao normal e nem entendeu o que eu disse. Ali nós éramos mais que amantes, mais que cônjuges ou mais que namorados. Desisti do noivado com Suellen, arranjei um trabalho que me desse maior suporte financeiro, de maneira que eu não dependesse tanto da minha mãe. Mantenho o caso com Sam até hoje. A diferença de idade em nada atrapalha e, sempre que possível, nos vemos, apesar de ela continuar casada. Por vezes pergunto a ela se vamos continuar eternamente juntos nessa vida nem tão secreta, mas certamente incrível, no que ela sempre responde:


- A eternidade sempre acaba, mas a liberdade não. Essa só acaba quando não houver mais flores no jardim.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

INCESTO

A diferença de idade entre eu e minha irmã é de dois anos. Depois que a adolescência chegou, deixamos de ter a mesma intimidade da infância. Por estar dois anos a minha frente, ela tinha amigas que me consideravam criança demais enquanto meus amigos estavam mais interessados em atazanar as meninas de nossa própria sala.
Quando finalmente entrei para o ensino médio ganhei um pouco mais de respeito das colegas de minha irmã. Elas estavam no último ano do curso, mas já não me viam mais como um menino deslumbrado com suas traquinagens. Até mesmo minha irmã voltou a conversar mais comigo. Não era a mesma relação de quando éramos criança, mas estávamos mais unidos do que nunca.
Pela metade do ano, ela me tinha em conta de confidente. Relatava-me seus namoros, suas “brincadeiras” mais ousadas, tudo na maior confiança. Sabia que meus pais a repreenderiam caso ficassem sabendo de suas traquinagens, mas eu ficava na minha.
Tudo bem que ela é minha irmã e nossa educação foi formal em demasia, mas ela não podia esperar que eu ficasse indiferente a seus relatos.
Sem dar na vista, passei a sondar seus movimentos dentro de casa. Vivia desejando poder flagrá-la em alguma ocasião mais estimulante. Muitas noites chegava a sonhar que a via tomando banho.
Aquele corpo perfeito de coxas grossas, bunda roliça e bem delineada, os peitos firmes e de tamanho satisfatório... eram tantos os atributos que ela tinha que quando acordava, estava melecado. Comecei a me sentir mal com a situação, afinal ela é minha irmã.
O fator que faltava para que minha culpa fosse elevada à categoria de recriminação total mostrou-se quando comecei a namorar uma de suas amigas. Toda vez que saíamos, as carícias que trocávamos beiravam o limite daquilo que é possível se fazer estando em um banco de praça ou em um canto qualquer de um shopping.
Não demorou a que as intimidades que trocávamos chegasse ao conhecimento de minha irmã. Só me dei conta de que havia algo no ar quando notei que ela passou a me olhar de soslaio. Sempre que eu a flagrava me encarando, ela desviava o olhar e me deixava sozinho.
Em uma tarde quente, depois de ter me refrescado na piscina, fui tomar um banho para poder encontrar-me com minha namorada. Como sempre, demorei-me um pouco além do recomendável. Quando sai, fui surpreendido por minha irmã colocada ao lado da porta. Sem demonstrar o menor receio, ela sussurrou em meu ouvido:

-- Que belo cacete você tem. Será que é tão gostoso quanto bonito?

Fui para meu encontro com uma pulga atrás das orelhas. Estava tão surpreso e confuso que acabei não dando muita atenção a minha namorada. Ela, como é normal a qualquer mulher, sacou que devia ter uma outra metida no assunto.
Desconversei dizendo-lhe que só estava preocupado com o final do ano. Minhas notas não eram ruins, mas tinha uma matéria que me torrava a paciência. Não consegui convencê-la e nosso encontro terminou mais cedo. Foi nossa primeira briga.
Quando cheguei em casa, minha irmã logo sacou que algo não tinha ido bem. Sempre que saía para namorar, voltava muito tarde e naquela noite ainda faltavam vinte minutos para as dez.

-- Andou brigando com a namoradinha? Ela debochou ao reparar que meu semblante estava tenso.
-- Pensei que ela fosse sua amiga.
-- E é, mas posso curtir um pouco com o tchuque-tchuque do meu irmãozinho, não posso?

Decididamente ela estava me provocando. A lasciva com que me encarava e a sensualidade que empostava sua voz eram inéditas. Lancei um olhar de soslaio para a sala. Meus pais estavam entretidos demais na tv para perceber algo.

-- Vocês mulheres são todas iguais, basta que fiquemos um pouco distraídos que logo vem com esse papo de que tem mulher envolvida.
-- Sempre tem.
-- mas comigo não.
-- Será que não, mesmo?

Ela não só me desafiou com sua voz lasciva sussurrante como segurou meu cacete com firmeza. Considerando que já estava excitado, ela o encontrou duro como pedra.

-- Você está brincando com fogo.
-- Tolinho, nem comecei ainda.
-- Pensa que sou de ferro?

Tentei beijá-la, mas ela evitou meu avanço.

-- Aqui, não! Tem um lugar mais apropriado.

Antes que pudesse entender, ela deixou-me a sós. Subiu as escadas em correria em direção ao seu quarto. Será que ela queria que eu a seguisse até lá? Não deu tempo para me decidir. Em poucos minutos ela descia a toda pela mesma escadaria.

-- Mãe, pai, vamos até a casa do Leo.
-- Agora? Indagou nosso pai.
-- Preciso pegar um resumo que esqueci.
-- Não demorem.
-- É rapidinho.

Afoita como só ela sabia ser, agarrou minha mão arrastando-me com ela. Enquanto seguíamos até a casa de seu amigo, nada falamos. Em silêncio, ia tentando colocar minha mente em ordem. Estava a um passo de trepar com minha irmã e na casa de um gay. Era muito para uma noite só.
Chegamos à casa do rapaz e ela não se preocupou nem mesmo em apertar a campainha. Empurrou a porta e foi entrando como se estivesse em casa. Atravessamos a sala encontrando o dono do lugar entretido em preparar uma espécie estranha de bebida.

-- Oi, Leo! Podemos usar um de seus quartos?
-- Vai fundo, boneca. Se precisar é só chamar.

Subimos outra escadaria, seguimos pelo corredor até o último dos aposentos. O silêncio começava a se tornar opressor, mas minha irmã não parecia se preocupar com nada. Seus passos cadenciados seguiam um ritmo provocante. Sua bunda movia-se tentadoramente. Mal entramos e ela já atacava:

-- Põe logo este cacete para fora. Quero ver se é assim tão bonito.

Tentei argumentar algo, mas desisti. Abaixei minhas calças, retirei minha cueca e deixei que ela visse meu cacete duro como pedra. Ela o olhou demoradamente; correu a língua pelos lábios enquanto o fitava, suspirou um pouco alto e comentou:

-- Bonito ele é, mas será que é gostoso?

Pensei em responder, mas ela estava sempre a minha frente. Ajoelhou-se diante de mim e o colocou inteiro em sua boca. Cada vez que sua boca se afastava, senti a força que ela usava para sugar meu pau. Quando voltava a afundá-lo em sua garganta, deslizava suavemente.

-- Gosta das chupadas de sua irmãzinha?
-- caralho, sua boca é maravilhosa!
-- Sua namoradinha não chupa sua pica, não?
-- Chupar ela chupa, mas igual a você...
-- Olha que vou contar para ela. O riso debochado que ela deu me encheu de receio.
-- Nem por brincadeira faça algo assim. Ela me esfola se fica sabendo que outra andou me chupando.
-- Outra! Eu sou sua irmã!
-- Eu sei, mas para ela não faz diferença.

Ela não se importou com este meu último comentário. Voltou a mamar minha pica com a mesma sofreguidão de antes. Não tinha dificuldade alguma em reter meu gozo, sempre conseguia agüentar até que a parceira tivesse extravasado ou estivesse a ponto de atingir o clímax, mas a excitação causada pelo fato de ser minha irmã quem me chupava, estava me deixando louco.

-- Vai mais devagar senão não agüento.
-- Frouxo!
-- Puta que pariu, você chupa com tanta gula que não é fácil segurar.
-- Verdade? Se está assim tão bom por que não para de reclamar e enche logo minha boca?
-- Caralho, nunca imaginei que minha irmã fosse uma putinha.
-- Acontece que não sou. Sempre tive vontade de dar para você. Sei que somos irmãos, mas eu o amo muito.
-- Mas... mas...

Não tive argumento para apresentar. Ela me amava? O que poderia esperar daquele sentimento? Um leve broxar deixou minha vara meio flácida, mas ela insistiu e voltei a me excitar. Eu estava apenas curtindo aquilo como uma trepada sem importância, mas ela se declarara. Ela não era uma vadiazinha, ela me amava.
Algumas lágrimas rolaram por suas faces. Senti-me um vilão. Recuperando meu controle, a fiz levantar-se e beijei-a com todo carinho que sentia por ela. Confesso que nunca senti o mesmo quando beijava minha namorada ou outra menina qualquer. Meu coração disparou e fiquei assustado.

-- Promete que nunca vai me abandonar?
-- Mas somos irmãos!
-- Eu sei. Nunca vou me casar. Vou estar sempre ao seu lado.
-- Não posso lhe prometer o mesmo.
-- Não precisa. Só me prometa que não vai me abandonar.
-- Nunca. Somos irmãos.
-- Para mim será suficiente.

Voltei a beijá-la repetidas vezes. Avançando um pouco, desci minhas mãos por sobre seus seios. Senti-os rijos e trêmulos. O coração dela ia a mil. Deixei de beijar-lhe a boca passando a morder-lhe a nuca e o pescoço. Ela gemeu com a mudança.
Logo eram seus seios que recebiam o contato de minha boca. Suguei-os com uma suavidade que não imaginava pudesse ser capaz. Deslizei minha língua por seu ventre, voltei a subir até seus seios, dançava livremente em seu corpo.

-- Você é muito gostoso.
-- Você também é muito gostosa.
-- Chupa minha bucetinha?
-- Claro.

Passei tantos anos achando que minha irmã era igual as suas colegas que me surpreendi ao ver que sua buceta era delicada e pequena. Não acreditava que ela fosse virgem, mas seus lábios eram tão unidos que poderia ser que ela não estivesse acostumada a transar com muita freqüência.
Senti o perfume adocicado que emanava de sua bucetinha. Ele penetrou minhas narinas como se estivesse diante de um jardim repleto de flores deliciosas. Pousei meus lábios sobre os lábios externos. Olhos fechados, pareceu-me estar beijando sua diminuta boca. Depois de lamber-lhe as extremidades, afundei minha língua em suas entranhas.
Ela gemeu e se contorceu. Sua buceta escapou-me. Segurei em sua bunda com firmeza antes de voltar a chupá-la. O contato com a suavidade de sua carnuda bunda me deixou desejoso de afundar-me em seu cuzinho. Para incentivá-la ao ato, passei a circular o buraquinho com o meu dedo ao mesmo tempo em que afundava minha língua em sua buceta.

-- Ai, que delícia! Está me deixando louca!

De repente, senti um desejo enorme de ir além. Nunca tinha avançado tanto com minha namorada. Num movimento inesperado, até mesmo para mim, deixei que minha língua seguisse até seu cuzinho. Ela demonstrou gostar de minha ação. Com segurança, passei a alternar minhas chupadas entre seu cu e sua buceta.

-- Vem, vem foder minha bucetinha! Estou endoidecida!

Ela se deitou de costas deixando sua buceta toda escancarada. Com delicadeza, deitei-me sobre seu corpo e fui encostando meu cacete em sua buceta. Outra vez a surpresa tomou conta de mim fazendo meu coração acelerar ainda mais. A entrada da buceta estava tão apertada que a cabeça de meu cacete ardeu.
Eu tinha chupado tanto aquela buceta que ela deveria estar toda úmida e deslizante, mas a penetração foi difícil. Um ardor muito forte espalhou-se pelo corpo de meu cacete. O atrito entre nossas carnes deixou-me aturdido. Minha irmã era mesmo virgem.

-- Isso, assim, fode, fode minha bucetinha.
-- Cacete, é muito apertada!
-- Ela é só para você. Cacete algum entrou nela antes.
-- Você era virgem?
-- Ainda sou. Seu cacete não foi até o fundo.

Tive que forçar mais e mais até que minhas bolas encostassem-se a sua bunda. Ao ter a certeza de que a penetrara totalmente, cessei meu movimento e aguardei. Ela contraía os músculo de sua buceta com uma habilidade estonteante. Como ela podia ser virgem tendo toda aquela experiência?
Não pretendia magoá-la com perguntas impertinentes, portanto me calei. Tudo estava sendo mágico demais para que eu quebrasse o encanto com dúvidas machistas. Assim que seus músculos deram um tempo, fui retirando meu cacete bem devagar.
A cabeça já estava quase fora quando o pressionei de volta para o interior da buceta. Ela respondeu com um gemido abafado. Esticou suas pernas passando-as por trás de meu corpo enlaçando-o com firmeza. Iniciei um delicioso vai-e-vem sem pressa alguma.
Se quando ela me chupou senti que seria difícil segurar meu gozo, agora já não tinha mais esta preocupação. Todo tesão animalesco foi suplantado pelo sentimento de carinho que deveria nortear as relações entre macho e fêmea. Não estava mais fodendo minha irmã, mas amando uma mulher tremendamente gostosa.

-- Vai, mais rápido, estou sentindo tudo queimar!
-- Relaxa um pouco.
-- Não! Eu quero gozar com este cacete me fodendo!
-- Está bem, mas depois vou comer seu cuzinho.
-- Pode comer o que quiser. Eu sou sua.

Atendi seu desejo e passei a estocá-la com mais rapidez. Mesmo já estando a penetrá-la a algum tempo, sentia meu cacete esfregar-se nas paredes de sua buceta causando-me um ardor constante. O fato de descobri-la virgem não representou um fator decisivo em minha performance, o que me deixou muito mais compenetrado no ato foi sua declaração de amor.
Os gemido que ela tentava controlar deixaram de ser sussurros e passaram a ser urros totalmente descontrolados. Nossos corpos moviam-se num ritmo alucinado e sincronizado. O balanço nos permitia o máximo de deleite. O suor nos cobria, mas nem nos importávamos. Todo nosso ser estava voltado para o prazer.
Repentinamente senti suas unhas cravarem-se em minhas costas. Seu quadril cessou o movimento e sua buceta travou meu cacete. Um grito ensandecido vibrou pelo quarto. Olhando-me com os olhos vazios, ela agarrou-se a mim com todas suas forças.

-- Estou gozando! Você me fez gozar! Eu o amo!

O desejo de comer seu cuzinho era muito forte, quase que um frêmito animal. Novamente senti que o enlevo havia atingido um ponto que poucos casais logravam atingir. Desisti de meu intento. Acelerei ainda mais meus movimentos até sentir que minha porra vazava dentro de sua buceta. Ela olhou-me admirada:

-- Pensei que quisesse comer meu cuzinho.
-- É quero, mas vamos ter outras oportunidades para isso, não vamos?
-- Sempre que você quiser.

Sem retirar meu membro de dentro de sua buceta, premi-lhe o corpo dando maior firmeza a nosso abraço. Beijamo-nos repetidas vezes antes de nos soltar. Precisávamos voltar para casa.
Depois desta noite maravilhosa passei a ter uma certeza inabalável a me orientar. Poderia foder quantas mulheres viesse a conhecer, mas apenas uma teria meu amor. Quando nos entregássemos, não estaríamos simplesmente trepando, estaríamos nos amando como jamais poderíamos amar a mais ninguém.

Porno Tube

Néon


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