Mostrando postagens com marcador pornobar do escritor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pornobar do escritor. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de setembro de 2009

Docinho - Infame



_ Ai, dói muito, espera um pouquinho. Bate um pouco pra firmar.

_ Tô batendo, mas você podia ajudar.

_ Então espera...

_ Amolece.Não dá pra agüentar? Falta pouquinho...

_ Acho que não! Mexe você, senão vou desistir!

_ Tá louca!? Agora,vamos até o final. Se você relaxar fica mais fácil.

_ Não sei onde estava com a cabeça! Pára, Pára... Chega! Não dá mais...

_ Esquece esta dor, está tão gostoso! Nós dois, brincando novamente...

_ Sem chance. Estou toda melada, e ainda por cima esta dor insuportável.

_ Vou ter que terminar sozinho... Como sempre!



A velhinha olhou as mãos inchadas, doloridas pela artrose e sentiu-se triste. Nunca mais fariam suspiro juntos.

sábado, 19 de setembro de 2009

O Sargento e a Prosituta

O Segundo Sargento Ribamar era o estereótipo do militar linha-dura. Para ele, Deus, o Exército Brasileiro e a Pátria estavam acima de qualquer outra instituição e uma ofensa a estes, por mais insignificante, se fazia merecedora de exemplar punição. Um exemplo de sua deturpada visão das coisas ocorria sempre em tempos de Copa do Mundo. O Sargento emputecia-se com a cidade toda enfeitada em verde e amarelo, encolerizava-se com os torcedores praticamente vestidos com a bandeira brasileira. “Maldita democracia”, rosnava.

Próximo ao quartel onde o Sargento Ribamar servia, estava instalada a zona de prostituição da cidade. Junto aos primeiros raios do sol, prostitutas, putas e afins costumavam encerrar suas madrugadas de difícil vida fácil em um botequim naquelas cercanias. Sargento Ribamar, de início pouco se incomodava com aqueles tipos. Não fossem as gargalhadas estridentes daquelas mulheres logo nas primeiras horas da manhã ele mal notaria suas presenças. Que levassem suas vidas medíocres. Ele tinha coisas mais importantes fazer, a Segurança Nacional a zelar.

E tudo permaneceria nos conformes, putas de um lado, defensores da Pátria do outro, não fosse a manhã em que Sargento Ribamar em sua ida para o Quartel desse com um grupo de prostitutas que dividiam uma mesa no bar. Riam, bebiam, contavam casos. Quatro mulheres vulgares, cujas vestimentas denunciavam de onde haviam desembarcado.

Passaria o Sargento ao largo mas, ao aproximar-se, chamou-lhe atenção uma loira de calças jeans. Sargento Ribamar era homem antes de ser um membro do glorioso Exército Brasileiro e não pode deixar de dar uma olhada, de soslaio, o convidativo corpo da loira que, sentada em uma cadeira virada para a rua, exibia para quem quisesse ver parte de sua bunda em virtude da baixa cintura dos jeans atuais. Horrorizado, pode o Sargento Ribamar bater os olhos em boa parte da calcinha da puta loira, insinuando-se para fora das calças, contornando sensualmente os quadris avantajados. A cada movimento que a loira fazia na cadeira, a calcinha saltava para fora, indecente, microscópica e, afronta mor: uma calcinha cuja padronagem imitava o uniforme de camuflagem do Exército!

Puto dentro da farda, Sargento Ribamar teve ganas de ir ao encontro da piranha e arrancar-lhe as calcinhas, mas lembrou-se dos novos tempos de liberdade e conteve-se. “Defensores de Direitos Humanos Filhos da Puta”, resmungou.
Indignado, resolveu levar o caso ao seu Comandante. O Coronel José Maria Baiana; nome de guerra Coronel Baiana, pois “Coronel José” existiam milhares e “Coronel Maria” geraria confusão de gêneros, forçou-lhe a contragosto aceitar o nome que sobrara da certidão de nascimento. Coronel Baiana o recebeu depois de algumas horas e um tanto contrafeito pela pouca importância do fato, aconselhou o Sargento a esquecer as calcinhas alheias e preocupar-se com a desempenho de suas funções dentro do quartel. “Comandante frouxo de merda”, ruminou os sair.

Passou o dia atormentado pela visão da calcinha militar a assombrar-lhe os pensamentos. No final do expediente, em nome de Deus, da Pátria e do heróico Exército Brasileiro, já havia tomado sua decisão. Democracia, Direitos Humanos e o Coronel Baiana que se fudessem.
Toda a manhã o Sargento Ribamar observava a prostituta loira. Sempre de calças jeans de cós baixo e blusas top, ela desfilava um arsenal diferente de calcinhas a cada dia. Brancas, vermelhas, negras, pequenas, médias, com motivos infantis, de algodão, de tecidos que ele desconhecia, o diabo a quatro. Até que um dia, lá estava de volta a calcinha militarizada, afrontosa, brotando daquela bunda enorme, colossal.
Ele aproximou-se da mesa.

— Quer se divertir meu capitão? – perguntou maliciosa.

— Sargento – corrigiu Ribamar.

— Cinqüenta real, barba, cabelo e bigode.

— Não uso bigode, quanto custa pra gente apenas conversar?

A prostituta conteve a gargalhada. Cada um que aparecia...

— É cinqüenta, fora o motel, que eu já tinha encerrado o expediente, fechado a portinha da sacanagem. Vai ser o tá difícil?

A prostituta seguiu na frente, Sargento Ribamar dois passos atrás. Entraram em um motel fuleiro, a duas quadras do quartel. Mal fecharam a porta do quarto, Sargento Ribamar quis iniciar uma descompostura mas a mulher da vida entrou no banheiro. Ele sentou-a na cama coberta por lençóis baratos, fedendo a amores pretéritos. A puta retornou trajando somente a calcinha camuflada. A visão deslumbrou o Sargento. A mulher se exibia para ele, executando uma coreografia erótica, passando a bunda a milímetros do rosto do Sargento Ribamar que vencido, agarrou a prostituta, e entre gemidos e sussurros, a possuiu com voracidade.
Ao fim do ato, ela começou a se vestir.

— Quero mais! Suplicou o Sargento

— Vai custar mais cinqüenta – Ela alertou.

— Te dou cem, se você deixar eu fazer uma coisa...

Já acostumada a loucuras dos clientes na cama, ela consentiu. Sargento Ribamar, embriagado pelo desejo, vestiu a outrora odiada calcinha e se pôs a desfilar pelo quarto, rebolando, exibindo grotescamente sua silhueta disforme, pêlos saindo de dentro da lingerie. A garota de programa mandou ele deitar-se, de costas. Sacou de sua bolsa um tubo de lubrificante e fez horrores com o Ribamar, que enquanto se realizava como mulher, canta, extasiado, os primeiros versos do Hino Nacional.

— Ouviram do Ypiranga, às margens plácidas, de povo heróico o brado retumbante! E o sol da liberdade em raios fúlgidos...

— Canta putinha, canta... – sussurrava a prostituta.

domingo, 7 de junho de 2009

As libertinagens e depravações de uma Dona de Casa recatada


Ninguém sabia da onde viera aquele homem. O dono da padaria da esquina dissera apenas que era novo na cidade. Em uma pequena cidade com apenas 4 mil habitantes, um homem daqueles era logo notado pela população local.

O desconhecido havia chegado a cidade de moto, uma moto suja e feia, assim como suas roupas e sapatos. Uma calça jeans, acinzentada pela poeira da estrada, pregada em seu corpo destacavam suas coxas grossas e o montinho que se formava na frente. Uma jaqueta de couro suja e fedida e uma mochila que carregava sempre às costas formavam seu mundo exterior.

Ao entrar em casa levei às compras a cozinha e pensei no estranho homem. Ainda teria que fazer o jantar do marido e das crianças que se encontravam na rua. Pensei nele e em seu montinho e nas revelações daquele pequeno segredo dentro de suas calças. Imaginei se deveria ser grande, parecia grosso do lado de fora. Dava um ar de ser muito usado.Quantas mulheres ele havia usado por essas estradas a fora? Quem sabe quantas donas de casa teriam sido abusadas por ele? Decerto deveria ser um cafajeste usando mulheres casadas para seu prazer pessoal. - Coitados dos maridos... Pensei!

O relógio dava 15 horas da tarde. Tranquei a porta e verifiquei a rua vazia. Fechei as janelas e fui para meu quarto, as crianças e meu marido chegariam ao final da tarde, daria tempo de me molestar um pouco com pensamentos depravados.

Deitada na cama, levantei meu vestido e tirei os seios fartos do sutiã, que pularam como duas bolas pra fora. Os bicos já estavam enrijecidos pelo forasteiro. Sim, eu iria dar para ele! Tirei a calcinha com a ajuda do pé esquerdo, e abri as pernas bem entregue para meu comedor de mulheres casadas. Fechei os olhos e o vi ali na minha frente, sujo e fedido, com aquele volume dentro da calça prestes a comer uma mãe de família, uma pobre senhora esposa e fiel. Coitada de mim, seria devastada por aquele intruso grosso e robusto que agora se encontrava na entradinha da minha gruta úmida e esfomeada.

Ele chegou com vontade e melou a cabecinha do malvado na minha grutinha faminta batendo algumas vezes no meu clitóris carnundinho. Ouvi cada batidinha com gosto e vontade. O intruso então entrou com força me arrancando um grito alto, um grito de puta. Como poderia uma mãe de família gritar como uma puta de rua? Ah... Mas gritei sentindo o robusto dilacerar minhas entranhas, sem pena e com vontade. Levei várias porradas dentro de minha bocetinha carente. Sentia que de certa forma ela merecia tal surra de pênis alheio, pênis desconhecido, pênis não... Era uma rola, a rola do forasteiro.

Cheguei a sentir sua respiração ofegante e quente perto da minha boca e suas mãos amassando meus seios fartos, seio de mãe, de mulher casada, agora sendo exposta como as putas do puteiro da Rua Carlota Joaquina. Aquelas mulheres indignas de serem mulheres casadas, que ficavam a rua a mercê dos taxistas e motorista de ônibus, dos maridos infiéis que só realizavam suas fantasias com as putas de rua. Todas aquelas mulheres que recebiam diversas e sortidas pauladas no ventre todas as noites.

Quanta injustiça daquelas vagabundas, todas levando rola enquanto eu, uma dona de casa fiel ao lar e ao marido tinha que ser respeitada pelo meu marido. Agora me via exposta e entregue aquele motoqueiro sujo, de pau carnudo, veiúdo e cabeludo, cheirando a pica suja e esperma. Eu, mãe de dois filhos levando rola daquele jeito como se fosse uma putinha de rua.
- Ai... Come... Bradei alto e bom som.
- Te Como! Pois mereces levar ferro para deixares de querer ser o que não é. Disse agressivo.
- Mereço sim! Come essa dona de casa que nada tem a não ser um pênis comportado e posições respeitosas. Me come como as putas devem ser comidas! Gritei alto para ouvirem todos, os vizinhos, a família, meu marido.
- Como sim! Para saberes como uma mulher tem de ser comida!

E levei todas as estocadas merecidas que uma mulher com aqueles pensamentos e desejos tinha de levar. Próxima do gozo, tirei os dedos molhados de dentro da minha vagina e cheirei para sentir o cheiro de mulher no cio. Voltei os dedos para dentro de minha xotinha e fechei os olhos voltando a projetar entre minhas pernas a imagem do motoqueiro selvagem.

Mais algumas estocadas e dizeres sujos e gozei gostoso, abrindo as pernas bem para o alto e rebolando o quadril na cama enlouquecida pelo orgasmo que acabara de ter. Como necessitava de uma boa dose de sexo. Mas minha condição não permitiria... Descansei as pernas abertas na cama e olhei para ela, ali melada e necessitada de rola...

- Coitadinha! Pensei batendo com os dedos no pequeno pedacinho de carne rosada na entradinha de minha xota esfomeada.

Após alguns minutos, levantei e fui fazer o jantar, logo todos chegariam com fome. Fechei as pernas, abri as janelas e segui para meus afazeres domésticos de boa dona de casa.

A noite, meu marido e as crianças, João de 12 anos e Carlos de 8 assistiam televisão depois do jantar enquanto lavava e arrumava tudo para o café da manhã do dia seguinte, a costumeira rotina que se repetia inevitavelmente todos os dias.

Passei a noite olhando para o pênis de meu marido, como queria sentir-me mulher com aquele ferro cravado dentro de mim... Mas não , meu marido não ousaria me tomar como mulher, mas apenas como... Como sua mulher, mãe de seus filhos. Havia me casado com um homem machista que conhecia o prazer e a vontade de uma mulher fazer sexo somente em putas e prostitutas. Uma mulher casada rebolar no pau de um homem e pedir rola seria para ele motivo de desrespeito e desvalorização.

Vinda de família conservadora, acostumei-me às mentiras culturais e sociais do machismo ainda existente. E reprimi-me por todos aqueles anos. Sentindo apenas um homem em cima de mim, rebolar e me tomar como carne morta. O famoso “papai-e-mamãe” houvera me aniquilado como mulher. Envolta em tais pensamentos peguei no sono desejando sentir o pênis de meu marido dentro de mim.

Pela manhã após o café da manhã, levei as crianças para a escola e me despedi de meu marido com um beijo nos lábios e uma vontade de descobrir seu sexo com o paladar.

Após deixar as crianças na escola passei na pracinha para ir até o mercadinho do Sr. Assalto, ops, do Sr. Adalto, sempre errava o nome do local. Ao entrar no mercado ouvi o barulho de uma moto, corri para ver se era meu forasteiro. E sim, era ele. Pensem na minha alegria ao vê-lo entrar e passar por mim indo para as prateleiras de bebidas. Bem confesso que senti um tremor percorrer meu corpo ao vê-lo passar por perto de mim. Afinal, ele havia me comido no dia anterior... Ah se ele soubesse o que havia se passado em sua homenagem... Fiquei ali olhando as verduras e com medo de me aproximar mais, embora não me perdoasse caso ele fosse embora sem trocar um único esbarrão com ele.

Apreciei a vista e olhei para seu montinho preso na calça suja e velha. Pensei no cheiro que aquilo ali teria, como seriam os bagos, se haveria veias grossas ou finas, se os cabelos seriam finos e poucos ou encaracolados e muitos. Se os bagos seriam grandes e se caberiam em minha boca... Ah se ousasse... Ah se a coragem batesse... Pensava olhando-o de soslaio.
- Dona Narceja! Chamou seu Adalto.
- Sim... Disse meio assustada, com medo de alguém ter lido meu pensamento.
- A senhora precisa de ajuda?
- Não senhor, obrigada. Disse apressada, querendo pegar as compras e voltar pra casa. Quando, nesse momento o forasteiro se aproxima de mim e pergunta se conheço alguma oficina por perto.
- Não senhor, não conheço, do que precisa? Perguntei tímida.
- Já perguntei pra todos daqui da cidade, preciso de uma peça pra meu possante. Disse se referindo a moto.

Lembrei desse momento de uma moto antiga que meu marido tinha na garagem, uma moto bastante velha que havia sido de seu pai, e de súbito, sem pensar ofereci ajuda :

- Meu marido tem uma moto antiga, que não mais usa, o senhor poderia olhá-la e se tivesse a peça poderia negociar com ele... Ele chega a noite. Disse aliviada e espantada da minha coragem.
- Isso seria ótimo. Posso ir ver agora? Perguntou.
- Meu marido não está em casa, mas o senhor pode ver sim. A noite, caso lhe agrade, poderão negociar o preço da peça.

Peguei rapidamente uns tomates e coloquei no saco plástico indo pagar no caixa, apreensiva de minha audácia desconhecida. Seu Adalto recebeu o dinheiro e olhou desconfiado para mim ao me ver saindo com o forasteiro, que caminhava ao meu lado empurrando a moto e me seguindo.

Um certo orgulho me tomou por inteira de estar ali andando ao lado daquele estranho motoqueiro. Já pensou se as outras donas de casa me vêem? Como teriam inveja, decerto pensariam que me tornei amiga dele, mas o melhor era a dúvida de se ele estaria me comendo, ou um pensamento alheio que fosse ... Ah... Como seria bom se fosse verdade.

Alguns quarteirões e avistei a minha casa, mostrando para ele onde se encontrava. No caminho ele me disse que estava de passagem pela cidade e que seu destino era Santa Catarina, onde morava uma tia que o receberia. Perguntei como era viajar de moto pelo Brasil, se não sentia, vez por outra, solidão. Ele respondera que sim, sentia falta de mulher:

- Oh bicho bom! Disse sorrindo e pedindo desculpa ao ver meus olhos baixos e o rubor de minhas bochechas.
- Sem problema...Eu sei que os moços da capital dizem essas coisas...
- A senhora também é muito moça, bonita se me permite...
- Ah, muito obrigada. Disse abrindo o portão e deixando-o entrar com a moto.

Deixei a sacola que trazia na área e fui com ele até a garagem no quintal da casa. Como morava numa casa grande, cercada de alpendre e árvores frutíferas, a garagem que só servia para guardar coisas velhas de meu marido, ficava sempre fechada e esquecida. Os muros da minha casa, altos e cercados de árvores, tornavam-me segura a olhos curiosos de vizinhos fofoqueiros.

- Não consigo abrir, disse em frente a porta da garagem.
- Deixa eu tentar. Disse dando um empurrão na porta fazendo-a abrir em seguida.
- Ai está senhor...
- Me chame de Samu, dona...
- Narceja.

Samu avistou a moto e foi até lá olhá-la e examiná-la enquanto fiquei na porta com medo de entrar na garagem sozinha com aquele desconhecido, que apesar de simpático, não passava de um forasteiro. E acaso ele me violentasse? Isso sim seria bom... Pensei.

Após examinar com cuidado Samu disse que infelizmente não poderia aproveitar nada em sua moto, pegou no assento da mesma elogiando o estado da máquina. Percebi que logo ele iria embora e eu perderia a chance... E se contasse a ele os meus pensamentos, e se pedisse ao menos que me deixasse ver seu pênis...

- Quando o senhor... Quer dizer, você vai embora?
- Amanhã! Uma caminhonete vai pra cidade vizinha e já combinei com ele de nos levar. Disse sorrindo se referindo a ele e a moto.
- Bem... Desejo boa sorte... Disse triste.
- Obrigado, agora vou deixar a senhora em paz. Obrigado mesmo assim... Disse já se preparando pra sair...
- Espera Samu... Disse.
- Sim? Perguntou curioso.
- Eu sei que parece loucura, mas tem algo que gostaria de lhe dizer... Sei que não nos conhecemos e gostaria que ninguém soubesse dessa conversa, o senhor poderia prometer segredo?
- Claro, o que houve?...
- Sabe quando pensamos em alguém, ou em alguma coisa e não revelamos... As vezes não vemos a pessoa nunca mais na vida e então perdemos a chance... Já imaginou se fosse revelado tudo o que pensam da gente? Não gostarias de saber o que pensam de você? Perguntei aflita, olhando para o relógio e verificando que ainda estaria sozinha por mais de 4 horas até as crianças chegarem da escola para almoçarem.
- O que a senhora quer dizer com isso?
- Eu gostaria de poder ver... Disse arriscando pela primeira vez. Pelo medo de morrer sem viver nada das minhas fantasias, disse sem pensar em meus filhos ou no meu marido, apenas disse desafiando minha própria covardia.
- Ver... Disse rindo e pegando no volume. Ver... Ele?
- Sim...
- Pode sim, ver e pegar... A senhora quer?
- Você guarda segredo?
- Sim, guardo. Disse desabotoando a calça e tirando um cacete duro e moreno de dentro da calça.
Aproximei-me e fechei a porta da garagem e Samu pegou em minha mão fazendo-me tocar em seu tronco de carne rígida. Peguei meio sem jeito, delicada e sentindo-o pulsar em minha mão pedi para cheirar.
- Posso só dar uma cheirada nele?
- Pode cheirar e pode provar também, dizem que é docinha...

Me ajoelhei pela primeira vez na frente de um homem e ao vê-lo em pé senti-o como a um Deus e aproximei meu rosto de seu sexo e o cheirei tendo a cabeça pelada encostada em minha bochecha esquerda. Samu havia dado um tapinha com seu sexo em minha face e dito : - Prova!

Abri a boca e ele colocou o pênis dentro devagar, senti a quentura do bicho em meus lábios, apreciei seu gosto misturando-se com a minha saliva. Suguei um pouco com pressa, e vontade... Queria que ele fosse embora, já havia passado de todos os limites.

Levantei e pedi que saisse.
– Não sem antes desfrutar de suas carnes.
- Desculpe, é melhor você sair meu marido pode chegar, tenho dois filhos... Pedi levantando-me já arrependida.
- Mas vai levar mesmo assim, rapidinho. Prometo ser carinhoso. Olha como você me deixou? Não cabe mais dentro da calça e só abaixa depois que despejo tudo... Disse me pegando pela cintura.
- Ninguém pode saber... Disse já aceitando e prevendo a rolada.
- Ninguém vai saber ! Amanhã vou embora, é rapidinho e já gozo.
- Tomo remédio... Disse.
- Quer que goze dentro? Gostosa... Vem cá. Disse levantando meu vestido e uma perna junto. Senti sua mão afastando a minha calcinha e encostando a ponta melada de sua estaca no vão de minha intimidade. Jamais havia sido tão usada daquela forma, em pé sendo penetrada... Jamais havia sido mulher em minha vida.

- Vou colocar... Segura tudo. Disse penetrando forte.

Foi a primeira vez em minha vida que senti um pênis em todas as duas dimensões atravessar meus lábios vaginais e ir parar no fundo de minha grutinha. Pude senti as estocadas lentas molestarem meu útero e seus bagos baterem provocando um barulho inesquecível de uma mulher sendo devorada por um macho.
- Ai... Devagar, pedi.
- Como é gostoso te possuir....

Senti aquelas estocadas abrirem as minhas carnes e senti como é ser de um homem sem amá-lo, apenas pelo prazer dos corpos cheguei aonde queria, ao paraíso terreno dos mortais. E cheguei lá de olhos fechados e sentindo-me não puta, mas uma mulher realizando-se como fêmea cravada na estaca de um homem.

- Está gostando? Perguntou.
- Muito... Susurrei em seu ouvido.

E senti seu ferro me possuir intensamente arrancando de mim gemidos e um choro baixinho de felicidade ao sentir a grossura de sua carne me abrir. Mesmo satisfeita apreciava o vai e vem da dança de seu quadril dentro de mim, me balançando o corpo enquanto entupia minha gruta de carne morena e quente.

- Abusa de mim... Me usa... Vai... Disse liberta de hipocrisia.
- Vou estourar essa caverna com meu tronco!
Ele subiu mais minha perna, abrindo –me mais ainda e estocou intensamente pra dentro enchendo-me e tapando-me por completo. Senti minhas ancas rebolarem sem se importarem com mais nada, queria apenas dar e tirar prazer daquele homem, queria meu prêmio, queria seu dilúvio de prazer dentro de mim.

- Agora sente tudo... Disse desfazendo-se em gemidos e gritos masculinos de raiva e agressividade. Foi quando senti a enchente do mar branco e denso encherem minhas carnes e submergirem extravasando-se em minhas coxas abertas e expostas, entregues....

Abaixei a perna que estivera apoiada em seu braço e senti-me mole, exausta e satisfeita. Pedi que se retirasse... Logo meus filhos chegariam e pedi também que guardasse minha privacidade. Samu disse que sim, que guardaria, pois também era casado e nos despedirmos sem beijo na boca. Pareceu-me naquele momento que o beijo não pertencia àquela cena de minha vida. Após sua saída, não senti culpa ou arrependimento, ou mesmo medo de ser descoberta, eu me senti realizada como mulher. Sabia agora o que havia perdido todos esses anos pelo machismo de meu marido. Naquele dia, entendi pela primeira vez a natureza feminina de minha alma, a tênue linha entre a resignação de meus desejos e a natureza devastadora de minha sexualidade faminta e enrustida. Eu me reconheci como dona de meus desejos.

Quanto ao meu marido? Nunca soube do ocorrido, e depois de uma mal e enfadonha explicação sobre o tal motoqueiro que havia vindo ver a moto, passei a tratá-lo com os mesmos cuidados e carinhos de uma esposa dedicada e resignada de seu suplício doméstico.



Ana J. M. M- Narceja

terça-feira, 2 de junho de 2009

Enrosca


Enrosca o meu pescoço
Dá um beijo
No meu queixo e geme
Que o dia tá nascendo
E nos chamando
Pra curtir com ele...Eu adoro esse sorriso bobo
Na tua cara de assustada
Enrosca o meu pescoço
E não queira
Mais pensar em nada
Pensa em nada!...Encosta o teu ouvido
Em minha boca
Que eu te boto tonta
Desliza a tua mão
No meu cabelo
E aperta a minha nuca...Eu adoro esse sorriso bobo
A tua cara de assustada
Enrosca o meu pescoço
E não queira
Mais pensar em nada(Pensa em nada!)
Enrosca o meu pescoço
E não queira
Mais pensar
Hum! Pensa sim!...Enrosca o meu pescoço
Dá um beijo
No meu queixo e geme
Geme!Que o dia tá nascendo
E nos chamando
Pra curtir com ele...Adoro esse sorriso bobo
Na tua cara de assustada
Enrosca o meu pescoço
E não queira
Mais pensar em nada...
Encosta o teu ouvido
Em minha boca
Que eu te boto tonta
Desliza a tua mão
No meu cabelo
E aperta a minha nuca...
Eu adoro esse sorriso bobo
A tua cara de assustada
Enrosca o meu pescoço
E não queira
Mais pensar em nada(Pense em nada!)...
Enrosca o meu pescoço
E não queira
Mais pensar em nada
Não!(Pense em nada!)...Enrosca o meu pescoç
E não queira
Mais pensar em nada(Pense em nada!)
Não! Não! Não!Oh! Oh! Oh! Oh!


Fábio Jr
Composição: Guilherme Lamounier

segunda-feira, 1 de junho de 2009

EU, O POLICIAL E O ZÉ DA PERUA "




Lá pelos lados do Matão, morava José da Silva, mais conhecido como Zé da Perua.
Tinha uma perua no qual levava frutas, como laranja, caqui, mexerica, maracujá e manga.
Passava no Ceasa e de lá seguia rumo a uma grande feira na zona Norte de São Paulo.
Quando não estava na feira vendendo as frutas, partia para mais um meio complementar de renda: Fazia lotação a noite.
Eram seus clientes em sua maioria, estudantes universitários ou frequentadores de cursos técnicos...

Estava em frente ao mercado Sodré, ponto onde o Zé da Perua passava para me pegar. Pra mim havia sido um bom negócio, afinal onde eu morava, ficava deserto à noite, bem no ponto de ônibus onde se descia e não se via viv'alma.
Chorei um pouco e regateei, as coisas não estão fáceis... e pronto, consegui um desconto e chegamos a um acordo satisfatório...

Olhei para o relógio, nossa! Quase onze. Cadê essa figura?
Eis que desponta sua perua quase branca, quase inteira, com os faróis baixos.
Subi e cumprimentei o pessoal que lá estava. Baiano, um simpático homem maduro sorridente, tinha o Elvis, de topete e cantarolando rock and blues, tinha a Joaninha, sempre de minissaia mostrando dessa vez uma calcinha minúscula cor de pitanga, tinha a Dna Lu, uma mulata de lindo rosto e voz de veludo e o Moretti, que gostava de dizer que já morou na Itália...

Seguíamos meio apertadinhos e de frente um para o outro, todos já se conheciam agora, afinal todos os dias pegávamos a mesma perua e aos poucos íamos criando aquele clima de intimidade gostosa, onde a conversa rolava solta e a vontade.
Era com tristeza que iam descendo o Elvis, logo depois o Baiano.
O Moretti era o último, disse "Ciao" e soprou um beijo, fiquei rindo. Que sujeitinho mais engraçadinho...

Eu era a última a ser deixada, então me recostei no banco, cansada à beça. Creio que adormeci, pois num susto percebi que a perua parou e os faróis de um carro patrulha a iluminar o interior do veículo, criando uma iluminação sinistra.
O policial que parou a perua era um baita de um grandalhão de bigodes e expressão de folgado.

- Documentos. - sem mais aquela, ficou olhando para uma prancheta e analisando os pneus do veículo.

- S-Senhor...é que... - o Zé estava quase chorando.

- O senhor o que? Os documentos cidadão.

- Por misericórdia, eu estou sem os documentos...- desesperado, Zé tremia violentamente.

- O senhor então queira me acompanhar até a delegacia. - já se retirando, e batendo no quepe.

- Pelo amor de Deus... Seu guarda, eu faço qualquer coisa mas não me leve, eu não posso ir... - intrigada vi o homem implorar.

- Não pode ir porque? Hum? Acaso está sem licença? E o que quer dizer com qualquer coisa, está tentando me subornar?

- Não seu guarda, longe de mim... Apenas o senhor está certo estou com a licença vencida... - baixou a cabeça envergonhado.

- Espera aí, olhe aqui, eu não vou até a delegacia, não tenho nada com isso... Quero ir para casa. - irritada, já via que teria que tomar um táxi, ou pior, ficar para depoimento? Nem pensar...Queria descansar, chegar em casa e...

- Hum... Tem uma moça aí... Bom nesse caso a coisa muda de figura...- lançou-me um olhar completamente devasso.

- Como assim? - disse o Zé sem entender. E eu de cabelo em pé, quase entendendo tudo.

- Façamos um acordo, você mais essa moça fazem um showzinho para mim, eu bato uma bela de uma punheta e esqueço tudo, que tal? Sou ou não sou um cara camarada? - com um sorriso cretino aguardava a resposta.

- Como? Como... - eu ia explodir em impropérios mas o Zé me interrompeu.

- Calma aí seu guarda, espere um pouco eu conversar aqui com a moça tá bem?

- Tá certo, seja breve. - e se distanciou.

- Conversar o que? Está maluco? Não vou aceitar isso, está sabendo? - furiosa, nem pensava mais de tão afrontada.

- Calma, calma...Me escute, se você não me ajudar eu posso ser preso!

- Por causa de licenciamento?!

- Por causa da pensão que atrasei... Esse guarda vai juntar as coisas, eu tô sem extintor, meus pneus estão meio carecas, e pensão alimentícia dá cadeia na hora sabia? Duvido que Ernestina não me pôs no pau.... - Zé encostou a cabeça no volante e começou a chorar.

- Como você deixou a coisa chegar a esse ponto? Como pôde ser tão irresponsável? Agora quer que eu pose de piedosa para você?

- Eu sei que tem razão... Mas eu juro que neste mês que ia entrar, ia pôr todas as contas em dia. Eu consegui juntar o dinheiro do licenciamento, só faltava os atrasados da pensão, ia fazer um acordo com a minha ex-mulher, e me acontece isso...
Me ajude, por tudo que te é importante, não me deixe ir preso... - me olhava com olhos implorantes.

Eu sabia que estava numa enrascada. Se me recusasse, ele iria para delegacia e aquele policial ia fazer de tudo para ele ficar retido, ainda mais com pensão atrasada.
Eu não podia acreditar que ia servir de diversão para um policial pervertido.
O Zé não era nem um pouco apetitoso. Deveria ter uns cinquenta anos. Sem sal e sem açúcar, um bigodinho ridículo, tinha uma careca respeitável, com um óculos fundo de garrafa que o deixava com uma cara insossa, os dentes meio amarelecidos e separados, alguns quebrados, uma pancinha apresentável, uns braços cabeludos, aliás tinha cabelos nas orelhas, e um inesquecível figurino tosco: camisa velha aberta no peito( cabeludo), pra dentro da calça jeans com cinto social surrado. As mãos calejadas coitado de tanto carregar caixa, as unhas bem encardidinhas...É... Não ia ser fácil.

- Então? Já decidiram o casal de pombinhos? - malicioso, piscou o olho.

Maldito, maldito, maldito... Gostaria que um raio caísse do céu e fulminasse aquele verme.

- Decidimos. Será como quiser - respondi com ódio daquele disgramado.

- Então me sigam.

Entrou no carro, desligou as sirenas que estavam piscando, e partiu rumo a rodovia.
Seguimos com ele por uns quilômetros. Parou numa entrada e seguiu rumo a um caminho escuro.
Meu coração disparou com a cena, e se esse louco nos fizer algum mal?

- Zé, estou com medo.

- Eu também. Agora é tarde.

O carro parou perto de uma construção abandonada.
Descemos da perua.

- Bom meus pombinhos, quero uma boa performance hein? No capricho...- e esfregava as mãos com cara de tarado.

- Ora...Não sejam tímidos. Pode beijar a moça!

O Zé se aproximou com uma cara de cachorrinho lambão pedindo desculpas... E estirou o beiço para um beijo, me encolhi toda, sem ter coragem.

- Ora, moça, deixa de frescura, senão levo logo os dois pra delegacia, anda logo com esse negócio!... - esfregou as mãos e cuspiu nelas, principiando a manusear seu cacete, que parecia duro. Ou endurecendo com a expectativa.

Apática deixei que o coitado me beijasse, procurei deixar pra lá em algum lugar do infinito, cheio de indiferença.
Senti suas mãos abrindo minha blusinha e afastando meu sutiã meia-taça, percebi alheada, que abaixava o sutiã e enchia as mãos com meus seios, a boca sugando os mamilos...

Algo em mim reagiu, não era para acontecer aquele arrepiar de bicos, mordi os lábios para não delatar meu prazer. Mas por dentro sentia uma revolta contra mim mesma.

- Isso garanhão, agora chupa a moça anda, mas chupa bem gostoso!... Quero ver você mamando na bucetinha dela... - parecia que aquele tarado ia mesmo ficar orquestrando a coisa toda, batia a punheta com tal violência, que dava pra ouvir o barulhinho da mão que sobe e desce, o homem estava alucinado.

Tive que tirar a calça e ficar de bunda pra cima, com o Zé a lanchar minha menina por trás... Afastava minhas coxas e lambia tudo que via, separava os lábios rosados e procurava o clitóris querendo chupar.

Não aguentei mais e comecei a gemer e rebolar na língua do homem, enlouquecida e sem pudor gritei soltando todo gozo em seus bigodes. Aliás aqueles bigodes estavam me levando a loucura, arrranhando os meus lábios vaginais...
Senti uma imensa vergonha quando o Zé se ergueu e me fitou com olhos brilhantes e a boca, bigode, tudo melado de gozo, gozo que eu tive, sem o menor cabimento.

- Eu sabia que essa moça era uma safada! Só não sabia que era tanto!... - sorria todo satisfeito. Ainda não havia gozado o abusado.

- Agora é sua vez, santinha de araque, pode mamando no cacete do "tio" aí... - arrematou.

Zonza, percebi que estava mesmo querendo fazer isso. " Não pode ser, estou tremendamente excitada, com um sujeito como o Zé..."

O Zé abre a calça e pula pra fora uma tremenda rola veiuda e um mar de pelos em volta...
Olho aquilo sem acreditar.

- Nossa, seu Moço da perua! Quem diria, um cacetudo! - jocoso, o policial invejou o homem - Cai de boca, moça!

Caí, literalmente, meio assustada e meio fascinada. Peguei no membro e o Zé não tardou a me ajudar, mirando em minha boca. Tentava abocanhar, mas quase não conseguia, passei a lamber a cabeça e Zé gemeu alto, aos poucos fui conseguindo mamar naquela rola, sem no entanto colocar nem metade, e já sentia roçar minha garganta.

Não me lembro de ter sentido aversão nem ao cheiro e nem ao gosto, só consigo me lembrar que sentia tanto tesão em mamar naquela rola que gemia junto com ele, sentia prazer no deslizar do pau para o interior da boca, a saliva a me escorrer o queixo, o homem se pertando em mim, querendo enfiar mais, quase me sufocando, acariciava até as bolas dele, querendo sentir todo a sua virilidade, seu sabor de macho. Até que ele gozou...
Tentei engolir, mas metade escorreu, que pena... Acho que era muito para mim...Fiquei lambendo quase sem forças.

- Agora sim - o policial tarado gozou com estardalhaço.

Pensei que depois dessa tinha terminado. Mas o louco queria mais...

- Abraçadinho os dois... Quero ver vocês excitadinhos outra vez..._ calmamente, fechou a calça e se recostou no carro.

- Mas, o senhor já terminou, não? - admirado o Zé perguntou.

- Terminei, mas quero ver você metendo na bucetinha dessa moça, oras. Pode bolinar a moça, pegar nos peitinhos, enfiar os dedos, sabe como é...

Não teve remédio, meio sem graça, o homem veio me abraçar, eu queria por toda lei, me sentir fria, mas tudo que consegui foi tremelique de satisfação da traidora, que já foi logo se molhando, a minha danadinha.

Queria levar aquele cacetão em cheio na buceta.
Queria ficar arriada.
Queria ser totalmente judiada por aquela rola.

O Zé foi apertando meus seios, chupando os bicos tudo outra vez, agora eu gemia sem disfarce, ainda ajudava agarrando pelos restos de cabelos que ele tinha...Aquele dentinho meio quebradinho, dava arrepios de tesão...

Não sabia que o Zé mamava tão gostoso, empurrei o homem pra minha bucetinha furiosa, e já fui logo facilitando para ele meter a língua de novo...Ele lambia de cima a baixo, passando a língua bem durinho ou molinho e ora dando chupadinhas. Meu clitóris inchou e sensível tremeu.
Fui gozando seguidamente. Ele enfiava língua, dedos, tudo que podia, esfregava o bigode, eu ia estremecendo, mas chegou um momento em que já não dava mais .... Queria era pau!

Virei de costas e empinei bem a bunda, nem precisou mandar, o pau duro como uma pedra, arremeteu empurrando com força. Senti rasgar minha buceta, vi tudo colorido, acho que gritei, e comecei a levar vara, não dava pra afastar, o Zé alucinado que estava, agarrava firme meus quadris para que eu não escapasse, e metia sem dó nem piedade. A cada arremetia, chegava a dar gemidos de raiva, de impaciência, resgolegando como um garanhão cobrindo uma égua no cio. Estava descontrolado, e passou sem mais aquela a dar palmadas na minha bunda. Como ardeu! E tome caralho!

Eu não sabia se gemia de dor ou de prazer, acho que era os dois, o homem se transfigurava e eu não acreditava que estava sendo tratada como uma vagabunda pelo perueiro que me levava para casa. E estava gostando, estava...Gozando!... Um gozo após o outro e já estava mais que acostumada a levar rola do Zé...
Passei do estágio ficar a mercê para simplesmente rebolar no pau e requebrar gostoso pedindo mais.

O homem apertou meus seios quase me fazendo gritar de dor e prazer e gozou se apertando, se agarrando todo em mim, beijando minha boca, como se eu fosse sua amante.
Ficamos assim um pouco.
Finalmente, ele se apartou e cambaleante foi fechando a calça. Ainda me ajudou a me vestir.

O policial lazarento? Estava com o pau na mão com os olhos vidrados, jateando sua porra visionária, as custas da sua chantagem e devassidão.
Chegou a se apoiar no carro exausto de tanto se punhetar. Punheteiro maldito! Descarado, miserável.
Subimos na perua.
Ele veio até a janela e disse:

- Essa foi a foda mais excitante que já vi! Moça, você é das boas hein?! Vai ser safada assim...ÓÓÓ... - e terminou rindo. Deu adeus e foi pra viatura.
Cada um foi pro seu lado.

Eu e o Zé partimos com aquele silêncio típico de pessoas que têm um constrangimento do fundo da alma.

Parou na minha rua.Desceu e veio abrir a porta para mim todo sério.

- Olha... - principiou.

- Chega! nâo quero nem um pio sobre isso. E se você disser qualquer coisa, agora ou depois, eu nego, nego tudo ouviu? - desci toda empertigada, com o que sobrara da minha dignidade ( e fingimento lógico).

Acenei de cabeça erguida, como se nada tivesse acontecido, para um Zé boquiaberto e com certeza cordato, que ele não era besta de me contradizer.
Com o rabo do olho o vi subir na perua e partir sacidindo a cabeça incrédulo.
Não era para entender muito menos para acreditar. Afinal quem ele pensava que era? Só porque havia gostado de levar rola de perueiro não queria dizer que iria virar freguesa. Se enxerga perueiro duma figa!

Endireitei os ombros e passei pelo porteiro impassível.
Amanhã era outro dia.
E como todos sabem : Nada como um dia após o outro.

by erosdinamica

sexta-feira, 1 de maio de 2009

ONLINE - Me Morte



O que faz as pessoas procurarem sexo virtual? Solidão? Frustração? Diversão?
Sei lá. O fato é que eu estava ali, ONLINE, numa sala de bate papo de imagens eróticas, olhando as fotos e respondendo aos inúmeros tarados que, como eu, pareciam se divertir com cantadas e cenas de sexo explícito.
Eu tivera uma noite de sexo intensa com meu namorado, mas estava cansada. O relacionamento tinha se desgastado e nenhum dos dois assumia que tinha acabado. Era um sexo banal, quase que automático. Um beijo sem gosto...Precisava de uma coisa diferente para me sentir viva. Mas virtual? Eu estava desanimada. Talvez fosse melhor terminar o namoro e sair a caça de um novo amor. Mas enquanto tivesse o compromisso, o melhor mesmo era me masturbar com alguma revista interativa, era assim que via a Internet.
-Vamos para o MSN amorzinho?
-Para que? Não tenho cam...o que fizermos lá podemos fazer aqui.
-Hum...Lá ficamos mais à vontade, sem ninguém chamando.
-Mas sem cam?
-Sim. Quero você de qualquer modo.
-Quer? Mas nem sabe se sou feia, gorda, etc...
-Vamos...
-Ok...Se estou na chuva é para molhar. Vamos!
-Aqui é bem melhor linda.Como você está vestida?
-Só de calcinha. Agora quase sem, estou tirando.
-Espera...Descreve para mim.
-Estou puxando a calcinha no lado direito, descendo o elástico até o joelho...nossa!
-O que foi?
-Estou ficando molhadinha só de saber que você está aí do outro lado...
-Conta mais...
-Conta você...Como está vestido?
-De short...Sem camisa.
-Faz um favor para a sua putinha virtual?
-Hum...Diga minha putinha.
-Tira seu pau pra fora...
-Pronto...
-Molha o dedo na língua...
-To com o dedo na boca...
-Agora passa na cabecinha e imagine que sou eu, a minha língua...
-Hummmm
-Eu estou com meu dedo tocando a buceta...
-Me dá seu telefone..
-Hein?
-Seu telefone, por favor...quero ouvir você gozando.
-Não sei...
-Por favor...
-xx xxxx xxxx
-Posso ligar agora?
-Liga vai...
Sua voz era tão sensual que só de ouvir o “alô” já fiquei muito excitada.
-Geme para mim putinha...
Foi a foda virtual mais sensacional que já tivera...Ele falava em meu ouvido e eu me tocava. Ele conduzia minhas mãos, eu arrepiava com seu sussurro...Gozei muito e ele não conseguiu se segurar...
-Escute...colocou o fone pertinho do membro e deu para ouvir o barulhinho dele se masturbando freneticamente.
Por fim, tive que sair correndo do MSN...Era muita tentação. Ele queria saber quem eu era...Eu estava morrendo de vontade de conhecê-lo, de trazê-lo para o mundo real...
“Sua louca”...desliguei a tomada do PC e fui dormir...OFF
Acordei em bicas várias vezes e em todas me masturbei...
-

(Textos eróticos de Me Morte)

terça-feira, 28 de abril de 2009

O namorado da vizinha- Narceja


Tudo começou quando ela iniciou sua vida sexual, deveria ter uns 17 a 18 anos. Para ser politicamente correto. Mas cá entre nós, ela começou bem mais cedo.
Naquele tempo eu apenas realizava minhas funções fisiológicas, não tinha nenhum outro pensamento ou aspiração. Era alheio as demais funções que poderia exercer.

No inicio, começou com um ventinho de uma visita, que minha vizinha, Dona Boceta recebia. Era Seu Pênis, que sempre a visitava deixando – a de casa molhada. Não entendia muito bem aquela relação, mas parece que ela gostava bastante, pois ouvia um barulho forte que chegava a estremecer as paredes da vizinha logo acompanhado de um grito de nossa dona.
Eu ouvia tudo de perto, morávamos em casas vizinhas, separadas apenas por uma fina parede, o que me permitia ouvir a tudo nitidamente.

Era sempre a mesma história com Seu Pênis. Ele chegava calmo, apenas entrava sem fazer barulho, parecia que andava a passos lentos e leves, devagar. Mas logo, com algum tempo na casa da vizinha, começava de uma hora para outra a baixaria. Pareciam que brigavam, ele esmurrava as paredes e fazia muito barulho. E logo, mais dois amigos dele, se estacionavam à porta de sua casa. Não entravam, mas ficavam encostados à porta dando cobertura a Seu Pênis. Eu acompanhava tudo assustado, omisso de medos maiores. Sentia que após bater em Dona Boceta, Seu Pênis molhava toda a sua casa deixando um líquido grosso e pegajoso, chegando, vez por outra, a molhar as pareder de minha casa. Mas nunca reclamei!

Mal sabia eu que as visitas de Seu Pênis à Dona Boceta era o princípio de tudo! Logo, Seu Pênis, passou a visitar minha vizinha mais frequentemente, passando a bater em minha porta me deixando extremamente assustado com a violência dos socos que dava.

Sabia que Seu Pênis não era flor que se cheirasse, mas Dona Boceta parecia estar apaixonada e nossa dona, Narceja consentia com tudo.

Assim como as visitas de Seu Pênis aumentaram, aumentaram também a violência com que batia em minha porta. As vezes era tanto, que chegava a pensar que arrombaria minha porta e entraria com tudo.

Tentei não pensar nos problemas e me concentrar em minhas funções. Dona Boceta, passou a molhar sua própria casa deixando-a úmida várias vezes por dia. Sentia sua umidade pelas paredes que nos separavam. Confesso, que passei a me acostumar a conviver com minha vizinha. Nunca fui de reclamar mesmo.

Um dia, Seu Pênis chegou acompanhado de mais 3. Além dos dois guardas-costas que sempre trazia,trouxe mais um, fino e magro. Que passou a bater em minha porta devagar e com jeitinho, fazendo-me abrí-la e recebê-lo. Ganhando assim minha confiança.

Ele era simpático e muito cortês. Vez por outra, dançava em minha sala, dessarrumando toda a casa. Sua alegria me contagiava, apesar da bagunça que fazia e eu como sempre, não reclamei. Se chamava Seu Dedo.
Inocente, não percebi que as visitas de Seu Dedo à minha casa era um plano maligno de Seu Pênis para invadir minha residência.

E isso realmente aconteceu, alguns dias depois das primeiras visitas de Seu Dedo.
Ouvi naquela noite quando seu Pênis chegou à casa de Dona Boceta. Já esperava então, que Seu Dedo viesse com ele para me visitar. Esperei na porta e foi dito e feito! Seu dedo bateu na porta, como de costume e a abri recebendo-o em meu humilde lar.

Conversamos um pouco enquanto sentia as paredes umedecerem sem explicação alguma. Dona boceta, levava as porradas de sempre de Seu Pênis, e eu me distraria com Seu Dedo, quando...Não mais que de repente, ouvi um silêncio de segundos na casa de Dona Boceta, e não senti que Seu Pênis havia deixado seu rastro pegajoso. Alguma coisa estava estranha naquele silêncio todo!

Não dei pela saída rápida de Seu dedo. Nem deu tempo de notar! Vi, apenas a cabeça de Seu Pênis na porta de minha casa. Era a primeira vez que nos encontrávamos. Não o conhecia e não tinha nocões de seu tamanho. Seu Pênis era um gigante! Seu corpo não passou pela minha porta, e ele forçou se espremendo todo para entrar em minha casa.

Fiquei acuado, com seu Pênis tentando entrar em meu lar. Pensei em pedir socorro para minha dona, mas ela parecia chorar um choro baixinho e fiquei calado, assustado... Esperando e torcendo para que Seu Pênis não conseguisse entrar em minha pequena casa.

Ele forçou os ombros e entrou com muito esforço, ganhando pedaço a pedaço de minha casa. Deixando do lado de fora seus seguranças gordos e moles, tapando a saída de minha porta.

Em minha casa, nada de mal fez. A impressão ruim que tinha de Seu Pênis logo foi substítuida e ele se mostrou muito simpático e agradável. Deixando no final da visita um creme denso de cheiro característico, molhando toda a minha casa.

A verdade é, que viramos bons amigos. Dona Boceta sentia ciúmes, mas aceitava nossa amizade que se intensificou conforme o tempo e a frequência de suas visitas. Hoje, confesso, que me apaixonei por Seu Pênis, mas sei que não teria chances contra Dona Boceta. Aceito, como amante que sou, as migalhas de amor e sigo, calado, esperando a próxima visita.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

A estagiária



por Vertigo






O último dia útil de cada mês era sempre turbulento lá na empresa. Data de balanço, pagamentos e outras atividades executivas de minha responsabilidade. E por vezes coincidia de esse ser também dia de contratação de estagiários. Fazia-se uma filtragem através de um cadastro já pré-selecionado e, depois de uma entrevista pessoal, eu dava o ‘ok’ ou não para o candidato aprovado compor nossos quadros. Naquele dia eu estava especialmente interessado nesse processo, pois havia visto em um curriculum vitae a foto de rosto de uma postulante detentora de uma beleza formidável.

Meu nome é Edgar e o caso que vou narrar aqui aconteceu quando eu era chefe tanto do setor de contabilidade quanto da área de recursos humanos de uma empresa de consultoria em São Paulo. Era hábito eu delegar a tarefa de escolha de candidatos para alguém do RH, mas nesse dia em questão não resisti e resolvi assumir o comando do teste oral. À época dos fatos eu tinha 35 anos, solteiro e vida sexual intensa. Sempre procuro não deixar o instinto animal, acéfalo por natureza, dominar as ações, mas quase sempre perco essa batalha e, em certas ocasiões, como nessa que eu iria começar a viver, não havia mesmo como me livrar do tesão correndo nas veias, louco para se libertar.

Sentada na sala de espera, Vanessa não apenas ratificou sua beleza facial como indicou que seu corpo, preso em uma elegante veste, também parecia ser um artesanato de altíssima qualidade. Percebi que a atmosfera no escritório foi sacudida com aquela beldade por ali, com alguns cochichos e fofocas rolando pelos cantos. As entrevistas estavam marcadas para começar às nove. Eram nove e meia quando eu avistara a gata na sala de espera. Um candidato já havia sido sabatinado pelo Ricardo Lemos. Então, chamei-o pelo ramal e disse que, a partir dali, eu continuaria com o trabalho de seleção.

– Tudo bem, Edgar, mas se quiser eu posso continuar sem problemas.

– Obrigado, Lemos, mas quero fazer pessoalmente as entrevistas porque elaborei algumas questões específicas para os candidatos. Pretendo inclusive saber o nível de inglês de cada um – argumentei.

– Bom, aí já não é mais comigo. Meu inglês anda bastante enferrujado...

– Então, deixa que eu resolvo. Pode mandar entrar o próximo.

Entrou um rapaz que devia ter menos de vinte anos, assim como quase todos os candidatos. O sujeito era esforçado, mas estava nervoso demais, assim como eu, só que por fatores distintos. Ele por causa da entrevista e eu por causa de Vanessa, que breve estaria sentada diante de mim. Entrevistei mais dois pretendentes até chegar à delícia loira. Tínhamos que preencher duas vagas naquele dia e eu queria, com toda sinceridade, empregar aquela princesa. Bastava que não fosse uma imensa toupeira ou uma louca desvairada que certamente já estaria contratada. Foi quando Vanessa Nogueira entrou na sala. Tentei manter a postura, mas admito que foi difícil. Seus decotes eram comportados, mas nem assim sua silhueta formosa conseguia passar despercebida. Ela trajava um belo tailleur azul-escuro, cujo decote central tentava de todo modo esconder os seios rijos e volumosos. Suas coxas pareciam gritar para escapar daquela saia irritantemente discreta. A beldade tinha dezenove deliciosos anos e seu estado civil indicava, para minha alegria, que era solteira. Sentou-se um tanto tensa e esperou alguma palavra minha.

– Bom dia, Vanessa. Meu nome é Edgar Lima, chefe da do RH e da Contabilidade desta firma. Vou te fazer algumas perguntas. Vejo aqui pelo seu cadastro que você possui alguma experiência num consultório odontológico.

– Sim, trabalhei durante dois meses no consultório do meu sogro.

– Sogro? Consta aqui que você é solteira – disse um pouco decepcionado.

– Ah, sim. Sou noiva. Vou me casar dentro de quatro meses.

Informação desconfortável.

– Humm, claro. E por que você saiu de lá?

– É um motivo complicado...

Motivos complicados são sempre intrigantes.

– Pode falar. Numa entrevista de emprego não pode haver omissões.

– Bem, é que... bom, o irmão do meu noivo trabalhava lá também e...

– E?

– Daí que ele me pressionava algumas vezes, me assediando, molestando... Quando estávamos a sós no consultório e ele me cantava de forma cretina. Tentou me agarrar mais de uma vez.

Informação importante.

– Um idiota. E você não contou pro seu noivo?

– Na verdade não. Poderia gerar uma briga na família. Como eu não dava bola pras suas investidas, preferi largar o emprego. Eu acabei alegando que queria mudar de área.

– E o que eles acharam?

– Meu noivo nem meu sogro entenderam na hora. Acho até que meu noivo desconfiou, mas não fez nada, o que me deixou triste. Mas acho que foi melhor assim para que as coisas voltassem ao normal.

Esse pulso fraco de seu noivo seria meu código de acesso com Vanessa.

– Então ele desconfiou, mas pôs panos quentes. Você não contou o que realmente passou?

– Não. Fiquei com medo. Se ele percebeu algo estranho, mas deixou pra lá, não ia ser eu a resolver sozinha. Mas superei. Estamos bem e meu cunhado sumiu, para minha felicidade. Engraçado que estou contando esse segredo pela primeira vez para alguém e esse alguém é logo o chefe da empresa onde fui procurar emprego. Uma pessoa que nem conheço. Desculpe.

De fato, o assunto estava mais interessante do que as perguntas que eu deveria fazer sobre planilha Excel, fichário eletrônico, banco de dados orçamentário e outras chatices. Tudo isso poderia esperar. O meu desejo por comer aquela garota é que começava a ter pressa. Muita pressa.

– Você não tem do que se desculpar. Eu fiz a pergunta. E se sou o primeiro a tomar ciência desse segredo isso muito me honra. Agora, esse teu cunhado é um imbecil. Deveria ser demitido e preso por assédio. Uma pena seu noivo fingir que nada viu.

– Ele não viu nada mesmo. Mas acho impossível que ele não tenha sentido o clima estranho no consultório. Mas deixa isso pra lá. Daqui a pouco perco essa vaga por ficar falando de problemas meus.

– Nada disso. Temos que saber como está a estabilidade emocional de quem vamos contratar. E, antes de tudo, quero um funcionário alegre e jovial. E percebo que você tem essas características. Melhor você ter saído de lá mesmo, e que bom que encontrou a nossa empresa.

A gata balançou a cabeça concordando comigo, um tanto entristecida pelo que revelara, mas parecendo acalentada pelo diálogo. Já dava para perceber que os irmãos eram dois patetas, um abrutalhado e outro um banana. Não sabiam tratar uma mulher e isso estava claro. Agora eu teria de arquitetar as coisas com calma, sem atropelo, e o primeiro passo a ser dado era colocá-la pra dentro da firma, coisa que já estava sendo feita.

– Mas ainda falta passar pela entrevista, não é?

– Bom, é verdade. Mas acho que você vai suprir as nossas necessidades.

Fiz algumas perguntas e até que ela não se saiu mal. Fazia faculdade de administração, parecia esforçada e estava na média dos demais candidatos, um pouco melhor que dois ou três, pior que outros tantos. Mas sua estampa inebriante, luxuriosa da cabeça aos pés, fazia todos os demais concorrentes caírem no abismo do ostracismo. Ainda que fosse uma catástrofe total e levasse a empresa à falência, eu sei que ela havia nascido para ser a minha estagiária.

– E com línguas, você é boa?

– Não deixo a desejar...

Sua resposta havia sido simples, mas minha vontade de possuí-la já deturpava tudo e eu me via beijando e chupando aqueles peitos docemente insinuantes, seu pescoço, seus braços, barriga, pernas... “Não deixo a desejar com minha língua e com ela eu faço o que você pedir...”. Meu tesão estava ficando perigosamente nítido e eu tinha de me esforçar para que vozes loucas saídas do meu subconsciente, e creditadas àquela noiva recatada, parassem de me incomodar. A ação animalesca de seu cunhado havia sido deplorável, mas realmente era mesmo difícil dominar os desejos olhando para aquele rosto. Seus olhos, sua boca, cabelos loiros lisos descendo como cachoeiras douradas, anteparados pelo ombros delicados, anônimos sob as ombreiras acolchoadas da roupa. Tudo nela exalava uma ingenuidade pecaminosa, como se quisesse inconscientemente brincar com a virilidade de quem estivesse a sua volta.

– Tudo bem, o básico já serve. Bom, Vanessa, você está contratada. Seu perfil é o que estamos buscando. Poderá ser efetivada como secretária no final do contrato, caso fiquemos satisfeitos com o seu desempenho como estagiária. Acho que você conquistará seu espaço aqui.

– Quer dizer que estou contratada?!

– Sim. Começará na próxima segunda. Vai trabalhar diretamente comigo aqui nesta sala. Receberá, como já acertado, um salário e meio. Terá vale-refeição e vale-transporte. Por sinal, olhando seu endereço aqui no curriculum, vejo que você mora em Itaquera. Moro perto ali também – exagerei, pois morava bem antes, mas não custava me estender um pouco pela avenida Pompéia. – Posso te dar uma carona quando você quiser.

– Que bom! Eu vou aceitar! – disse ela. Estava visivelmente feliz.

– Ah, e não precisa vir vestida assim. Uma roupa casual estará de bom tamanho.

Um tchauzinho informal e virou-se para sair, permitindo, finalmente, que eu pudesse observar aquela bunda tesuda. Era compacta, bem distribuída, harmoniosa com a cintura estreita. Meu pau, interessadíssimo, já queria saber como iríamos dar um jeito naquilo, mas tive de ser honesto e comuniquei que ela era carne de primeira e, como tal, precisava de um árduo trabalho de conquista, sem direito a erros. Pedi para que o Lemos terminasse as entrevistas, alegando que tinha de adiantar outros expedientes. Aproveitei para informar que uma das vagas já havia sido preenchida.

O sábado passou arrastado. Queria logo que a segunda-feira chegasse para que eu pudesse ver de novo a minha estagiária. Estava eufórico com o “Efeito Vanessa” e isso se refletiu de noite com minha namorada, que percebeu o entusiasmo na cama. A transa foi gostosa, mas ela notou algo estranho.

– Tem tempo que não te vejo assim, tão elétrico... as coisas devem estar mesmo boas lá no escritório, hein?

– É, as coisas estão ótimas e vão melhorar ainda mais.

Adriana era uma ótima companhia. Morena, alta, bonita, quase trinta anos, era uma mulher muito interessante. Já estávamos juntos a uns oito meses e nesse período eu não havia tido contato com mais nenhuma outra, o que, até aquele momento, não me incomodara. Só até aquele momento. Vanessa chegara firme no lance e o jogo agora estava aberto.

Na segunda cheguei cedo para melhor recepcionar os estagiários contratados. Obviamente que Vanessa era o ponto em questão, mas eu não poderia ser parcial. Logo ela chegou, linda dentro de uma calça jeans e uma blusa com umas estampas simples. Meu coração bateu forte. O outro estagiário era um garoto escolhido pelo Lemos. Após apresentar toda a empresa para ambos, indiquei para o rapaz seu local de trabalho, com o Telmo, no setor jurídico. Já para a ninfeta, mostrei sua mesa e o computador que iria usar, bem ao lado do meu.

– Por enquanto você vai ficar só organizando no banco de dados os contratos com os clientes que eu te passar. Imprima e arquive. Os impressos você pega em minha mesa.

Com essa tarefa eu procurei fazer com que ela se distanciasse o mínimo de mim e dependesse o máximo das minhas ordens. Estaria com ela quase sempre em contato visual direto. Se o serviço iria fluir melhor assim eu realmente não saberia dizer, mas que essa ação dava uma resposta às exigências dos meus desejos, isso era certo. Na primeira semana Vanessa estava insegura e retraída, falando pouco e dando algumas desculpas para não pegar carona comigo. Mas, num dia chuvoso, ela aceitou, e a partir daí ela praticamente só voltava no meu carro. Os beijinhos no rosto ficavam cada vez mais perto da boca e, em alguns casos até um abraço demorado rolava. Eu já não me agüentava de ansiedade em beijar aquela boca, mas não podia cair no equívoco fatal de seu cunhado e nem usar a minha condição de chefe. O diamante estava sendo lapidado na velocidade certa e acelerar o processo poderia decretar o fim das minhas pretensões. E o labirinto para o pote de ouro, eu percebia, estava cada vez mais curto, a cada dia mais vivo.

Foi numa quinta, final de expediente, que notei Vanessa conversando animadamente com a Jaciara, a analista de contratos. Jaciara tinha seus vinte e poucos anos e não era uma mulher atraente, apesar de muito expansiva e simpática. A estagiária ria enquanto mostrava para a outra um pequeno álbum de fotos. Fiquei curioso em saber do que se tratava, mas não quis me intrometer na conversa. Cada dia mais eu procurava sair mais tarde, para poder ficar com ela o maior tempo possível sem ninguém no escritório. Passava das seis quando perguntei sobre sua conversa com a colega de trabalho. Ela riu e tentou despistar.

– Nada... umas fotos minhas. Um book que fiz um tempo atrás de brincadeira. Estava mostrando pra ela.

– Que interessante! E você não vai me mostrar?

Ela ficou sem graça, rindo.

– Ah, não sei...

– Se não quer me mostrar, tudo bem. Mas seria legal ver umas fotos de uma funcionária minha.

– Tudo bem, não é nada demais mesmo.

Eram fotos caseiras dela em roupas um pouco mais sensuais, fazendo poses que só serviram para me deixar ainda mais perturbado. Havia uma em que ela se apoiava num sofá e deixava a bunda bem empinada, vestida apenas com um pequeno short de lycra e um top. Meu pau urrou na hora quando meus olhos viram aquilo.

– Mas ficou muito bom, hein? – as imagens eram quase que uma tortura visual.

– Pensei em presentear meu noivo com esse álbum. Será que ele vai gostar?

– Olha, como homem posso te dizer que gostei muito!

– Sua namorada nunca fez uma surpresa assim?

A Jaciara falara além da conta, contou sobre minha namorada. Mas tudo bem, sua fofoca deu uma boa brecha para o assunto ganhar corpo.

– Não, ela nunca me fez essa surpresa. Vendo suas fotos vejo que seria um presente e tanto.

Uma das fotos estava duplicada. Ao vê-la, peguei e fingi que iria guardá-la dentro da gaveta, no que ela riu.

– Pode ficar com essa. Mas, se sua namorada descobrir vai achar que sou um caso seu.

Era o que eu queria ouvir.

– Se você fosse mesmo um caso meu eu não ia nem querer saber a opinião dela – falei, enquanto diminuía o espaço entre a gente. Não havia mais ninguém nas salas.

Larguei o álbum em algum lugar e a beijei. Ela ainda tentou um gesto de defesa, mas sem nenhuma solidez, o que só fez aumentar minha pressão. Vanessa relutava contra a ofensiva, mas com pouca energia para uma noiva recatada e tímida. Eu sabia que se recuasse naquela batalha perderia a guerra inteira, então, não dei chances para que ela pensasse na certeza dos seus atos e a abracei com força enquanto a beijava.

Meu pau estava quase arrebentando a calça, louco para tornar realidade o que até ali era mero sonho. Vanessa viu que sua pequena resistência não ia ajudar e capitulou passando a me agarrar quase com a mesma intensidade que eu a ela. Derrubamos alguns papéis e objetos pelo chão naquele amasso desordenado, até que passei a abrir espaço na sua blusa para encontrar logo os peitos gostosos que me instigavam desde o dia do teste. Como não cabiam inteiros, entupiam minha boca do jeito que dava. Beijava seu pescoço e deixava a estagiária à vontade para também deixar seu tesão fluir.

Conduzi suas mãos soltas para que libertassem meu caralho pela braguilha. Aquele toque alimentou ainda mais meu tesão. Por tudo no mundo eu queria sua boca me chupando. Como que se estivesse lendo minha mente ela dobrou os joelhos. Ainda titubeou um pouco antes de chupar, muito pouco para uma menina certinha, no que segurei sua cabeça para que não desistisse do intento. Ela foi e aí eu delirei! Começou a mamar devagar, sem saber ao certo o que fazer. Segurando seus cabelos, indiquei o que queria e deixei Vanessa se divertindo, chupando, babando, botando tudo na boca, lambendo por fora. Pelo modo como mamava percebi que era leiga no assunto, o que me deixou mais entusiasmado, pois isso indicava que devia ter chupado poucos cacetes na vida. Seu noivo certamente não devia explorar essa área como merecia e por isso alguém tinha de fazer isso e o sortudo, graças ao bom Deus, estava sendo eu. A idéia de estar fodendo uma boca quase virgem, atiçava meus desejos. Fazendo seus cabelos de alça, eu fodia aquela boquinha com um apetite que nem a Adriana, minha namorada, conseguia me dar. A falta de experiência dela, ao invés de atrapalhar, se transformava no combustível da minha tara. Ela estava de cócoras enquanto realizava o boquete happy hour. Só que eu ainda queria testar meu poder e mandei que ficasse realmente ajoelhada, sem parar de chupar. Ela atendeu a ordem e não deu pra agüentar. Vendo e sentindo aquela delícia tão cobiçada chupando e lambendo, submissa e dedicada, em minutos gozei forte no rostinho lindo, uma esporrada pra lá de gostosa, das mais intensas que eu já havia experimentado. Ver seu rosto sujo com meu sêmen havia sido quase tão bom quanto a atividade em si. Como já era de se esperar, ela mostrou uma expressão de arrependimento depois da farra. Falei que estava tudo bem, que a coisa aconteceu porque tinha que acontecer mesmo, que nada ia mudar entre a gente, etc. Procurei confortá-la para que não se deixasse abater pelo ocorrido e, sob hipótese alguma, pedisse demissão. Dei a carona de sempre nos despedindo com dois beijinhos na bochecha, afinal ela era noiva e eu tinha namorada. Fui pra casa completamente extasiado. No dia seguinte vi que Vanessa estava um pouco aturdida, recatada, mas nada que mostrasse vontade real de acabar com o que fora iniciado. Não tocamos no assunto durante o expediente, mas nossos olhares já não se cruzavam apenas como chefe e empregado. Na carona de volta, o assunto veio à tona no momento do tchau, o que serviu para mais uma rodada de sexo oral.

– Não consegui olhar pra cara do meu noivo ontem...

– Que é isso... encare normalmente. O importante é você estar bem, e sei que você está – quando falei, procurei me aproximar de seu rosto.

Ela estava um tanto desconcertada, sem saber se cedia mais uma vez ou não. Sua dúvida era boa, porque me deixava no comando, com as explicações que serviam para o caso. Enquanto falava, passava as mãos em seu rosto. Não demorou para que nos beijássemos na boca de novo, perto de onde morava. Mesmo sabendo que ali era um ambiente perigoso para ela, sua boca era como um ímã e eu não conseguia parar de sentir seu gosto.

– Aqui os vizinhos falam demais, vêem tudo – disse a gostosa, de repente, com medo.

Não retruquei, apenas saí com o carro e parei mais adiante, num local deserto. Continuamos com o amasso, que esquentava cada vez mais. Logo seus peitos estavam em minhas mãos novamente. Não tardou e ela já estava com a posse de meu pau em suas mãos de novo. Como no dia anterior, ela começou a mamar com o mesmo ardor adolescente. Não tardou e gozei novamente em sua boca. No dia seguinte, a mesma coisa acontecia. E passou a ser praticamente um boquete por dia, sempre no final da carona, ao anoitecer. Sempre em um local diferente de alguma rua menos movimentada. Eu estava quase como um dependente químico, que não pode ficar sem a droga. Lembro também quando chupei pela primeira vez sua bucetinha. Ela, com voz rouca de tesão, revelou: "ai, que delícia... o Adilson nunca fez isso comigo!". O cara não fazer isso com a garota só mostrava o quanto de privações de prazer ela não deveria estar passando. Minhas transas com Adriana diminuíram porque eu não pensava em mais nada além das mamadas de ouro da minha estagiária dentro do carro. Era bom demais!

A coisa ganhou contorno mais complexo quando começamos a fazer também no banheiro do escritório. O receio de alguém descobrir nosso caso injetava mais sentimento de sacanagem e fazia com que arriscássemos, passando perto de sermos descobertos. Num determinado dia o noivo da gata ligou e eu atendi. Adilson, seu nome, disse que iria buscar Vanessa naquele dia e pediu para eu avisá-la. Isso só serviu para atiçar meu fogo.

– Tudo bem, pode deixar que eu aviso.

Qualquer coisa já estava virando motivo para sentir aquela estagiária de outro mundo. Mas esse motivo, particularmente, quadruplicou meu tesão. Pedi que no boquete daquele dia ela não cuspisse, que engolisse toda a porra e não lavasse a boca. Gozei de quase derreter inteiro pra dentro de Vanessa. Só depois disso informei que o cara viria buscá-la, pois vai que ela não topasse... Lembro que ela corou de vergonha, pôs a mão no rosto, mas terminou rindo como uma safada. Sua máscara de santa estava caindo gradualmente. Da janela pude testemunhar o cara beijando sua noiva no maior amor... Aquilo me deixou com uma vontade de sexo fora do comum. Decidi que sua boca já não era mais suficiente para meu prazer. Eu queria mais, queria tudo.

Na carona de volta do dia seguinte entrei numa rua que não levaria a seu prédio. Ela pensou que era apenas mais uma rua deserta, mas era a entrada de um motel. Era o momento-chave nas minhas pretensões com Vanessa e eu estava preparado para dobrar até mesmo uma resistência mais aguda dela.

– Que isso?? – perguntou um pouco assustada.

– Essas ruas desertas são perigosas. Algum amigo seu pode te ver.

– Mas, num motel?! Aí não... Ontem minha mãe perguntou por que estou demorando tanto pra voltar pra casa. Perguntou quem está me trazendo. O Adilson também já está querendo saber por que tenho chegado tarde. Tô nervosa com isso tudo... não sei, não...
aflito, mas mantive a frieza. Sabia que aquela hesitação dela era natural.

– Calma, gatinha. Sua mãe conhece a filha que tem e sabe que ela é uma preciosidade. E seu noivo te ama, não vai te largar por que você está demorando só um pouco para chegar. Não é nada demais – falei sem parar com o carro, embicando já para o interior do motel. – Olha, – continuei – eu sei do seu comprometimento sério e até comprei um cartão para você dar pro seu noivo, pra te ajudar no seu relacionamento.

– Como assim?

Eu havia comprado um bonito cartão que dizia na contracapa: “Sabe o que eu estou fazendo nesse exato momento? Pensando em você!”. Era muita cara-de-pau a minha, uma grande ousadia certamente, mas às vezes na vida uma atitude dessas acaba tendo um efeito mais favorável do que podemos imaginar. E ela, seja por ingenuidade ou por já estar mesmo virando uma puta, achou a idéia o máximo, abriu um gostoso sorriso e me beijou na boca. Um presente para ela talvez não surtisse efeito tão benéfico, pois caracterizaria a traição, mas aquilo pareceu ter acionado algo pervertido em sua cabeça. Mal entramos no quarto e o caldeirão já começou a ferver com um amasso que decretava a morte da inocência e do moralismo. Fomos direto pra cama e, num ato automático, ela sem nem tirar a roupa já foi logo descendo para chupar meu pau. Eu delirava com a possibilidade de poder comer aquela garota e parecia um menino com seu primeiro grande presente nas mãos. Já na cama quis logo saber o gosto de sua buceta quente, lambendo, sugando, submetendo aos meus desejos. Ah, sua bunda! Que coisa mais linda. Cada vez mais eu me certificava da sorte que havia tido com ela. Uma mulher daquela não merecia ficar vagando em busca de um estágio. Ela era uma princesa perdida. Uma princesa que eu ajudava a transformar em puta, desenhando seu destino na firma e talvez até na vida.

Quando entrei com meu pau naquela bucetinha molhada, senti verdadeiramente um arrepio de prazer. Como era quente e apertadinha. A sua cintura fina era providencial, facilitava o manuseio. Colocava-a de lado, por cima, de todos as maneiras. Seu corpo se adaptava, pedia. Eu tentava não gozar para prolongar mais a primeira foda. Mas foi complicado segurar com aquele vulcão loiro se contorcendo e suplicando “mete, mete, me rasga!”. Impressionava como ela conseguia arder em orgasmos mesmo não sendo com a pessoa com quem escolheu para se casar. Depois da segunda transa fomos pra banheira pegar uma recuperação, pois já estávamos nos comendo há pelo menos uma hora. Seu celular tocou e era o Adilson. Que delícia ouvir minha estagiária dizer que estava num happy hour da firma com os colegas e que logo já ia embora. A ligação do corno serviu pro pau encorpar de novo e, então fomos para a terceira. Nessa tive a idéia de botar ela de quatro e pedir para que preenchesse o cartão que eu dera para ela entregar pro noivo enquanto metia em sua xana. Ela topou e eu fui doido satisfazer mais essa tara. Enquanto o caralho entrava devagar ela se desdobrava para escrever “eu te amo” no cartão. Que delírio!

Fomos embora exaustos de tanta foda. Eu estava nas nuvens, embriagado de prazer. Nem quis ver a Adriana para ela não quebrar esse encanto. Pelo menos não naquele dia. No dia seguinte, Vanessa comentou sobre o cartão, disse que o noivo havia “adorado” a surpresa e que estava “cada vez mais apaixonado”. Melhor assim. E eu cada vez mais vidrado naquela mulher. Se ela se abaixava para pegar alguma coisa eu já imaginava estar ali atrás comendo aquele rabo. E era isso. Seu rabo! Era minha próxima meta, meu objetivo.

Já não nos pegávamos mais no carro. Era só em motel. Sempre diferente para não dar na pinta. Desculpas e mais desculpas ela inventava pro Adilson e eu pra Adriana, que já estava ficando revoltada com minha “abnegação pela empresa”.

– Você vai enriquecer, mas vai me perder... – dizia ela, achando que eu havia virado um viciado em trabalho, um workaholic.

Eu despistava. Não queria terminar com a Dri, pois gostava muito dela. Mas não queria parar de comer a Vanessa de jeito nenhum. Faltavam duas semanas para o casamento da Vanessa quando resolvi que daquele dia seu rabinho não passaria. Ela já havia negado antes algumas vezes, mas eu já não agüentava mais ficar sem poder comer aquela bunda. Eu ia acabar adoecendo se não comesse. E naquele dia eu procurei usar todas as armas disponíveis para meu sucesso. Era a data de avaliação dos dois estagiários. Quem avaliava era o gerente do setor em que o estagiário estivesse servindo. No caso da Vanessa, eu era o julgador. Pois bem, nesse dia no motel em dado momento puxei do casaco o formulário de avaliação em branco e mostrei a ela, no que ela se surpreendeu.

– Preencher a avaliação aqui?!

– Isso. Uma forma de avaliação mais tranqüila. Você já tirou dez em quase tudo, só falta mais uma questão.

Ela riu demais.

– Que doideira você, Edgar! E qual é a que falta?

– O item que diz “obediência às determinações do chefe”. Só falta essa pra você virar funcionária efetiva da empresa.

Entrando no esquema, ela riu ainda mais e disse com malícia:

– Mas eu faço tudo o que me é dito para fazer, e acho que estou fazendo bem.

Eu não conversei mais. Parti pra cima, beijando aquele corpo que já era bastante íntimo. Vanessa correspondeu de forma contida, talvez um pouco nervosa em achar que, se não cedesse, não seria efetivada. Não desfiz sua dúvida, muito embora não quisesse passar uma imagem de mau-caráter: “a bunda ou o emprego”. Se esse medo a fazia mais volúvel eu não saberia dizer, mas o que eu notava é que ela estava se entregando de uma forma que ainda não havia feito.

– Me come que eu sou só sua, me come que sou sua cadela...

Aqueles gritos e arranhões pelas costas iam me fazendo perder o controle e eu já não via obstáculos para minha meta final. Coloquei-a de quatro e comecei a beijar sua bunda enquanto passava os dedos pela vulva molhada e latejante. A Adriana era linda, mas a Vanessa me mostrava a cada dia que era diferente. Ela não era uma mulher apenas bonita e tesuda, ela sabia como nenhuma outra misturar meiguice e putaria de uma forma única, de uma forma não mentirosa, porque aquele era mesmo seu estado mais natural. Enquanto passava o gel ao redor do caralho pulsante e faminto, a estagiária rebolava pedindo para que eu metesse. E aquela visão de sua bunda lisa, hipnótica, era um atrativo quase surreal. Ela não acreditou que eu fosse ousar tentar novamente comer sua bundinha.

– Aí não!! – gritou, quando forcei a cabeça no orifício rosado, que piscava insistentemente.

Agora era tudo ou nada. Se desistisse, não teria outra oportunidade.

– Calma, meu amor. Você é a melhor mulher que eu já comi... relaxa...

– Esse é do meu noivo, prometido a ele na noite de núpcias...

Aquela revelação só me deu mais gana de estourar aquele rabo empinado. Agora nada mais poderia deter minha vontade. Massageava suas costas ao tempo em que prendia seu quadril para que não fugisse. O pau ali pertinho, grudado na entrada do reto. A briga era boa e estimulante.

– Calma gatinha, seu noivo não vai saber de nada... você é minha gata nota dez...

Notei que o som “nota dez” embaralhou a mente de Vanessa, pois não sabia mais se eu me referia a ela como funcionária da firma ou como a melhor puta que eu poderia comer. Funcionou muito bem pra ocasião, servindo pra afrouxar todo seu mecanismo de defesa, o que fez com que meu pau se enterrasse dentro daquele cú apertado e gostoso quase que instantaneamente.

– Isso, gostosa, assim...

– Aiiiiii...

Foi só um gemido e algumas reboladas que eu tive de administrar até que a gata serenasse e passasse a curtir a enrabada. Valeu meu esforço em não desistir. Meu pau, agradecido pela perseverança, só queria agora saber de entrar e sair daquele magnífico buraco. Foder o rabo de Vanessa era um prazer tão incrível que procurei realizar os movimentos da forma mais lenta possível, saboreando cada segundo.

– Ai, mete, arregaça esse cuzinho que você sempre quis, fode minha bunda... ela é sua, de mais ninguém...

Parecia um sonho ouvir aquela noiva falando. Era mais que demais.

– Fode esse corno, me deixa arregaçada pra ele... acaba comigo... rasga o meu cuzinho...

Eu até que tentava resistir para poder continuar comendo aquela bunda por mais alguns minutos, mas aquelas palavras me enlouqueciam, dilatavam minhas veias e aceleravam meu batimento cardíaco de uma forma que se tornou impossível segurar a explosão de gozo. Puxei seu quadril pra cima de mim o mais que pude, quase que separando em duas a bunda de Vanessa. Foi uma transa febril, de fato inesquecível. A partir daquele dia ela passou de estagiária à funcionária, a minha funcionária. E quando alguém diz que “de onde se come do pão, não se come da carne”, é porque não conheceu Vanessa, a estagiária.

________________________

Arte: Aleksey & Marina

Néon


RockYou FXText

Porno Tube