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terça-feira, 13 de julho de 2010

Presentinho- Kalina e Mr P.



De pernas abertas, Juliana pensou na sorte que tinha:
Seu homem a idolatrava. Já tinha tido muitos antes, mas Carlos era o melhor, mais dedicado, e que mais prestava atenção em seu corpo.
Ela se retorcia com a boca dele em sua boceta. Ele lambia o grelo em movimentos circulares, prendia-o com a língua, o chupava como se fosse um pênis muito pequeno.
Ele lambia os lábios da vagina, enquanto tocava uma siririca para ela. Mas o que ele mais gostava de fazer era chupar o grelo enquanto enfiava o polegar na boceta e estimulava o ânus ao mesmo tempo.
Era o que ela mais gostava também.
No momento em que o dedo dele tocava seu cu, ela ia à Lua e voltava.
Com uma enxurrada de tesão, ela decidiu que seria hoje.

Ele a colocou de bruços e a fodeu por cima, seu peso em cima dela, bombando com força e tesão. A boceta dela já estava inchada de tanto ser chupada e fodida.
Depois de um tempo, ela disse que queria ficar de quatro.
A posição assumida, ele esfregou o pau dele no ânus dela antes de o colocar na entradinha da boceta.

- Aí não, mozinho. Vai ser hoje que vai ganhar seu presente.

Ela estica a mão para trás e posiciona o pau dele.

- Mete no meu cu, vai. Enfia gostoso.

Ele, não contendo a felicidade, lambe a mão e lambuza o pau de cuspe, e enfia a cabeça.

- Ai, isso amor, vai mais, vai mais. -, gemia ela.

Ele continua enfiando, e os gemidos dela aumentam. Ela agarra os lençóis e os aperta, um misto de dor e prazer.

Com o pau todo dentro, ele começa um lento vai-e-vem.

- Isso, isso, ai, adoro esse pau, vai meu amor, vai, mais rápido, vai.

A respiração dela fica ofegante. Nesse ponto ele já tinha abandonado qualquer preocupação, e a fodia com força e vigor. Apertava seus quadris, nos pontos nos quais ele sabia que dava tesão à ela.

- Vai amor, vai, vai. -, ela tocava uma siririca rápida, o pau dele enfiado até as bolas em seu cu.

- Isso, isso, eu to gozando, ai amor, não para, vai, vai, vai!

Com um último grito, ela desaba de cara no colchão, sua boceta encharcada e seu cu latejando e pingando porra.

- Amor ,eu te amo.

Ela ouve as palavras dele, mas tudo que lhe interessa é quando ele vai estar pronto para outra.
Fumam e se beijam, Ju sente o proprio gosto na lingua do amante, fica curiosa:

- Fala uma coisa pra mim?

- Falo. - Ele não consegue tirar as mãos do corpo da mulher e de levinho aperta os bicos dos seios durinhos. Sacana, aperta com mais força e ela morde o ombro do namorado em represária. Gostam deste jogo de brincar de mordidinhas e apertões. A dorzinha sempre estimulava durante a transa.Ju algumas vezes se excedia e ele ficava todo arranhado durante dias.

- Que gosto tem? - Ela ri sacana e enfia um dedinho na bucetinha lambuzada, depois passa na boca de Carlinhos que chupa com prazer.

- Hummm... Preciso provar mais um pouquinho. E mais uma vez ele desce lambendo a barriga branquinha, o umbigo com o piercing treme e ela geme quando o namorado alcança o púbis e dá mordidinhas rápidas. Sem um pelinho, do jeito que ele adora e ela sabe disso. Abre as pernas, exibe a rachinha rosada e o grelo inchado, ele não tem pressa e com a ponta da lingua separa os grande lábios. Ela mia feito gata no cio, ansiosa e relaxada.

Carlinhos cola a boca naquela fendinha cheirosa e enfia a ponta da lingua dura o mais fundo possível, as pernas de Ju tremem e ele as separa ainda mais, passando-as sobre os ombros. Ju relaxa enquanto o prazer aumenta, sente que não vai aguentar e se entrega. Goza na boca de Carlinhos, o calor aumenta feito febre alta, queima, dói as entranhas e mais uma vez ela não segura e é envolvida no turbilhão. Pede, implora que ele páre um pouquinho, mas Carlinhos conhece o jogo e ignora sem perder a concentração na bucetinha encharcada.

Ela tenta se soltar, o corpo não obedece, está mole demais e o peito explode enquanto geme e geme. Carlos beija aquela buceta como se beijasse a boca de Ju, a lingua molhada de saliva e gozo, escorrem pelo rosto inteiro e ele está fascinado descobrindo cada cantinho, alcançando sem pressa os segredos daquela carne macia. Ela sente a lingua do namorado lá no fundo, ele faz como nenhum outro, Carlinhos faz barulhinhos de quem se delicia... Ela sabe que não vai conseguir parar de gozar. Grita o nome dele e se entrega, não é mais Ju e Carlinhos, são macho e femêa famintos.

O pau duríssimo dói de tesão mas ele segura mais um pouco, solta uma das pernas e com as mãos nervosas abre mais ainda aquela bucetinha deliciosa, o cuzinho pisca e ele enfia um dedo, rodeando o buraquinho distendido pela última metida. Juju está impaciente e pede pra ele meter e Carlinhos ri:

- Tem gosto de mulher.

- O que amor? O que? Mete logo que tô ficando maluco.

- Teu gosto, tem gosto de mulher gostosa , fudida gostoso, cadelinha sem vergonha.

Ela fala palavrões quando ele cola a boca na bucetinha e suga forte, rapidamente invertem as posições e começam um 69 desesperado. Ju engole o pau de Carlinhos e em poucos minutos ele está fudendo aquela boquinha, sentindo a garganta se estendendo para engolir mais fundo. Ficam se lambendo, ele puxa a mulher e deixa que ela fique por cima, os peitinhos balançando e os cabelos molhados de suor.
Ju fica de joelhos em cima do quadril do amante e sobe e desce no pau com força e pressão. Mexe e remexe, aperta a pélvis e ele geme forte, está tão louca de tesão que literalmente fode o namorado.


Carlinhos ama cada detalhe, ela olha de um jeito que ele nunca viu em mulher alguma, rostinho de safada e anjo, pecado e vergonha, menina e puta... Quando gozam juntos ela sente o mundo inteiro desmanchar e perde a noção do tempo e espaço, ele diz que ela é mulher da sua vida. Ela gosta e se jogo nos braços de Carlos.


Ju se aconchega e ele ressona, Ju gosta dos braços fortes dele ao redor de sua cintura no abraço apertado, o pau descansando entre suas coxas ainda não está totalmente mole, ela encosta esfrega a bunda e ele remexe:

- Amor... - Ele sussurra.- Que gosto tem?

Ela sorri, pronta para se enfiar sob os lençois e provar mais uma vez.

sábado, 24 de outubro de 2009

Ama-me ou...- Paulinho Dhi Andrade



Deixa-me fingir que sou tua mulher, só por hoje...
Quero sentir tuas mãos levantarem o pano de meu vestido antigo e alisarem meu corpo, já o dia todo sem peças intimas numa espera sem fim e ao mesmo tempo medrosa, pois uma dona de casa nunca sabe o temperamento de seu marido antes dele chegar em casa.
Em tal fingimento, quero sentir teu hálito quente de aguardente, pingando os olhos de cansaço por um dia todo de trabalho, mesclar-se em mim. Fingir que me foi fiel o dia todo, ou o dia inteiro... Depois servir teu jantar, deitar-me ao teu lado com uma das mãos alisando meu sexo enquanto você, sem nexo, fingi dormir...

Certa vez ao fingir orgasmo senti prazer, e tua mentira onírica somente ensinou-me a molhar os dedos nos lábios que mentem quando ameaçados. Mas tua ausência faz com que me sinta tão insegura por não sentir teus lábios em meus peitos murchos de cansaço pelo tempo, que qualquer imagem ajuda no momento exato de minha mentira acreditada.

É pela manhã que tudo parece ter mais gosto, quando mãos e peitos se encantam num ritmo quente, frenético... Em tal momento já estou úmida, e temos como perfume nossos hálitos quentes. E nossos olhos precisando da escuridão recusam-se a nos buscar fora da imaginação. Sinto tudo tão rápido. E incompleta espero que saia ao trabalho para que eu possa então continuar minhas divagações.
Sabendo que tudo será igual ao entardecer de mais um dia sozinha, esperando passar as horas para então correr à pia e fingir não percebê-lo chegar mesmo tendo como delator o abrir da porta que sempre anuncia o cheiro forte de aguardente, rezo mentirosamente que não cederei aos teus caprichos. Mas quando você chega redescubro que não sei rezar, ou a fé em minhas rezas são realmente mentirosas...


Já houve momentos em que os copos cantaram nas paredes da cozinha, mas fora por causa nobre. Acredito eu que não há quem não brigue por amor, mesmo não crendo nele.
Era marca minha, eu sabia, mas ralhei de propósito só pra apimentar o lado insosso de uma noite que nada prometia devido a falta de tua embriaguez. Sabias que era boca minha a marca no colarinho? Então porque não reclamou minha criancice? Queria participar não é mesmo? Naquela noite tudo foi mais mentido do que o de costume, e foi uma coisa boa reviver meus primeiros dias, digo meus porque me casei virgem na alma, diferente de você, que precisava ter pecado pra se sentir homem.
Risinhos, cabisbaixo, vergonha... Vergonha dessas que faz qualquer mulher madura se sentir uma menina levada da breca, eu fui uma e gostei.



BLOG EXPOSIÇÃO LITERÁRIA MULHERES NUAS
mulheresnuas01.blogspot.com

sábado, 5 de setembro de 2009

Pagamento - Erosdinamica


-Eu não acredito amiga! Você foi lá de novo? - entre fascinada e horrorizada fitava minha amiga.

Seu nome é Marilene, e gosto muito dela, ela é dessas amigas a quem se conta tudo, tudo mesmo, e o mesmo se dava com ela, a diferença é que Marilene, apesar de ter um coração de ouro, não fazer mal a uma mosca e ainda me arrastar pra serviços voluntários, acabava sempre se envolvendo em situações inacreditáveis e sempre com cafajestes. Dessa vez ficou devendo uma grana boa para o mecânico, não podia pagar e caiu na chantagem dele.

- Ai Ângela, o que você quer que eu faça? Da outra vez ele me pediu pra fazer sexo oral, mas dessa vez foi pior...Bem pior.- dizia isso com uma expressão de cansaço.

Marilene, tão bonita, tão suave, parecia uma flor, cheinha, rosada, com peitos generosos e bunda bem servida, parecia um coração, aliás até a boca parecia um coração, só de pensar no Tião mecânico, enfiando o cassete na boca da Marilene, fiquei escandalizada.Ela de joelhos, ali submissa, satisfazendo o Tião...Impensável.

- Como assim fez pior? - perguntei e estranhamente senti uma curiosidade mórbida, um estranho sentimento de...?Ai, melhor nem pensar...

-Cheguei lá, o desgraçado estava me esperando, ainda reclamou que eu estava atrasada, que ele tinha mulher ciumenta e tudo...Desgramado. Pediu pra eu chupar seu pau,que ele mais que depressa já tinha botado pra fora da calça, tive que sugar cabeça, lamber em volta e...você sabe.Queria serviço completo, burra pensei, tá tudo acabado. Aí ele ele me levantou e tirou minha blusa, eu disse -Mas nós combinamos que só ia ser sexo oral!...Ele riu e disse- Mas eu só vou pegar nos seus peitos, e dar beijinho isso não é oral? - E pegou meus peitos e apertou, lambeu os bicos , mamou como se fosse um bebê...

Eu olhava pra ela incrédula: - E você deixou?

- Deixei... Ele ainda tirou minha calça e quis me chupar, tentei recusar mas ele foi decidido mandou que eu sentasse na mesa imunda e abrisse as pernas, claro que coloquei minha blusinha pra não me sujar...- explicava com aquela carinha de anjo que não sabia mentir.

- Ele ficou de joelhos e Ângela, que horror, o homem tinha um linguão, que ele fazia questão de passar ora dura, ora molinha, quase desmaiei quando ele enfiou aquela coisa toda em mim, fazendo vai e vem como se fosse...um cassete...Aí, eu não aguentei e gozei na boca dele com tudo...!

- Marilene! Que horror! - eu achei que ia ter um ataque com aquela narrativa, a essas alturas eu tinha certeza de que entre as minhas pernas era algo mais do que suor que escorria, e isso me deixou ainda mais estarrecida! Como pode, onde isso vai parar?

Mas a coisa não parava por aí...

-Amiga, quando estava lá, quase desfalecida de tanto gozar o sem-vergonha enfiou o pau em mim com tudo, gritei ao sentir aquela coisa me penetrando de surpresa, ele agarrou meus joelhos e dobrou me fazendo ficar com as pernas nos seus ombros, nunca me senti tão preenchida, tão fundo, ele não estava nem aí, metia mesmo...! Perdi as contas das vezes que gozei, o tarado parecia uma máquina!

Me botou com as mãos na mesa e penetrou de quatro, agarrava minhas nádegas, apertava, ai fazia de tudo um pouco...Ai, eu quase desmaiei, nunca tinha encontrado semelhante atrevimento...Perdi a linha. Ele tirou o pau e gozou nas minhas costas, nos cabelos, depois ficou agarrado na minha cintura tremendo...
A esta altura, eu ja não me espantava mais...

- Então, amiga, me levantei e me vesti, quando ia sair eu disse à ele:- Agora acabou, não te devo mais, adeus.Foi aí que ele disse:

-Adeus uma ova, gostosa, vai me dar até eu achar que já é o suficiente, disse isso na maior cara de pau.E eu respondi:

- Acho que acabou sim, e peguei meu celular próximo de um torno, estava gravando desde que cheguei, e antes que ele pudesse me alcançar mostrei a ele o visor, cliquei em enviar ,olhando nos olhos dele. Não adianta mandei pra uma amiga, se você voltar a me ameaçar, acho que vai querer mostrar pra sua mulher como você é garanhão lá no You Tube...- e saí tranquilamente.Deixei ainda um cheque com boa parte do valor, consegui com um amigo, o resto, fica por conta da "diversão".

- E é por isso amiga que estou aqui te contando, pra que não leve um susto, afinal, mandei tudo pro seu e-mail!

by erosdinamica

domingo, 5 de julho de 2009

MEU AMANTE ESPACIAL- Erosdinamica







- Chamando Terra, Starshine para Terra, repito, nave avariada, requisito resgate espacial, quadrante Y em Andrômeda...A dez horas hiper-luz...- minha voz começou a falhar, logo o comunicador se torna um inútil aparelho.

- Comandante, não adianta, já mandamos essa mensagem várias vezes, não houve resposta. – respeitoso o jovem militar galáctico tentava intervir.

Não era possível, pensei, em todas as missões sempre fora cuidadosa, como isso podia ter acontecido? Seria sabotagem? Afinal fora enviada para reconhecimento, pois estava acontecendo estranhos sumiços de naves próximo a esse setor. E agora?
Oras, que posso fazer, vou verificar nosso suprimento e tentar encarar da melhor maneira possível.

- Aham, Walkam, vamos ter que repensar nossa situação e pensar em nossos recursos, que penso não sejam muitos. – tentei passar tranqüilidade em minha voz.

- Comandante, já verifiquei nossas provisões e serão suficientes para mais dois dias, mas com todos os aparelhos entrando em colapso, nosso ar é que não será suficiente, calculo que dure no máximo oito horas.

Era ele um oficial militar galáctico em fase de treinamento, viera junto comigo para que aprendesse as funções de imediato, como era uma missão experimental, fretaram uma nave pequena e leve, mas com incrível capacidade de propulsão, afinal a hiper-luz já despedaçara muitas naves testes e essa era sem dúvida o maior orgulho dos cientistas.
O rapaz estava na casa dos 25 anos e tinha um físico nada a reclamar, mas era seus olhos que ás vezes me encabulavam, de um negro profundo, insondáveis, podia jurar que havia um resquício de sensualidade...
Aquela pele morena, lembrava os antepassados ciganos que havia estudado nas aulas de História da Humanidade, cabelos anelados caiam nos ombros, era contra essa nova moda entre os oficiais, humpf...

- O que sugere que eu faça?! – perguntei desafiadora. Sim, pela primeira vez vi desmontar aquela expressão de eterno oficial modelo. Corou envergonhado.

- S-Senhora, o-o que quer que eu diga? – sem graça não ousava dizer mais.

- Ora, oficial, morreremos, é isto.. .Nada podemos fazer contra esse fato. Resta saber “como” passaremos nossos últimos momentos... - lancei meu olhar mais arrogante e odioso.

Apertou os punhos e divertidíssima apesar da situação, morreríamos e eu estava a provocar um garotão. Ó estrelas que fazer?
A passos largos veio a minha frente. Rosto vermelho, uma rara expressão determinada.

- Tenho sua permissão para me expressar livremente, senhora?

- Claro, oficial, afinal de que adianta tanto protocolo? Nos tornará mais apetecíveis para a morte? – zombeteira arrematei.

- A vontade que tenho antes de morrer é de agarrá-la e confessar que sou louco para transar com você de todas as maneiras...! – pronto, estava dito.

Arregalei meus olhos com aquela ousadia. Perdi até a capacidade de falar. Que é isso? Mas que desfaçatez... Então esse oficialzinho se julga...
Hipnotizada vi sua mão se aproximar de meu rosto, percorreu a face e deslizou os dedos pelo meu pescoço, senti minha veia saltar, desceu pelo decote comportado do meu paletó, lentamente puxou e a pressão fez com que fosse abrindo, eu nada usava por baixo a não ser um sutiã transparente, massageou suavemente o seio e por cima do tecido apertou o bico... Gemi, a tudo ele fez sem tirar os olhos dos meus. Uma fera rouca despertou em mim.

Soltei meus cabelos e os sacudi, terminei de abrir meu paletó e joguei para o lado, ele tentou me agarrar e o empurrei, agora ele ia ver...
Tirei a calça e o restante das roupas foi jogado displicentemente... Calcei novamente minhas botas de cano longo e salto, eram pretas e brilhantes, aproximei-me do rapaz que a essa altura subia pelas paredes da nave de tanto desejo...
Dona absoluta da situação acariciei seu peito e sempre encarando dei-lhe um beijo molhado e mordi sua boca, passei a língua bem devagar.

Ele tentou de novo me agarrar, fiz que não com o dedo. Fui abrindo sua calça e tirei pra fora um membro pulsante, ele gemeu incrédulo agachada nas botas agarrei sua virilha e suguei com vontade, acariciei todos seus pelos e lambi bem provocante, sabia que ele estava a ponto de se descontrolar, massageei seu saco bem devagar e continuei a sugar e lamber. Não mais se segurou e gozou em jorros que se espalharam em minha boca, gemendo e gemendo...
Me apoiei no console e empinei os quadris rebolando a bunda tentadora e pedi:

- Vem me provar...

Por trás ele me passou a mão na bunda e foi se adentrando em carícias mais íntimas, penetrando com os dedos e me perguntando no ouvido:

- Gosta assim? Hum? Mais fundo? Quer que eu pegue em seus peitos? Assim?

Começou uma deliciosa carícia nos peitos em harmonia com os dedos, não consegui segurar mais e gozei, trêmula ainda, não estava preparada para massagem com língua em meu clitóris inchado de gozo e gozei de novo, ah aquela língua era de enlouquecer, subiu e sugou meus bicos doloridos de tanto serem apertados, queria ser penetrada agora!
Puxou meus cabelos e fiquei a sua mercê, senti seu pau entrando bem devagar por trás, enquanto me golpeava quase deitava no console, tamanha era era a força do vai-e-vem...

Tentei me aprumar mas ele não permitu, puxou meus cabelos de novo mostrando como queria que eu ficasse, empinada e para mostrar que quem era o comandante era ele agora, levei uma palmada tão ardida que gritei de susto, outra e mais outra, já não me reconhecia mais...
Ali, de pé, totalmente vergada, de botas pretas, pelada, de bunda bem empinada sendo dominada pelos cabelos puxados e levando palmada... Quem diria. Uma comandante orgulhosa...Gritei gozando pra valer...

Me virou de frente e beijou minha boca totalmente passional, ergueu minhas pernas sentei em cima de botões do console, as pernas e joelhos sobre seus ombros, fui penetrada até gozarmos juntos, cada vez mais fundo no olhar um do outro...
Percebi que não me importava mais de morrer. Podia ser agora ou daqui a pouco. Que importava?
Mas não era pra ser. Uma luz atordoante apareceu subitamente. Tampamos as vistas.
Uma nave, enfim, a mensagem tinha chegado afinal....

Nos vestimos as pressas a tempo da outra nave atracar com a nossa.

- Comandante? Acabou não é? – perguntou o oficial com infinitos olhos negros.

- Oficial, saiba que está requisitado para a próxima missão e totalmente aprovado no teste de aptidão!

– pisquei lasciva para ele.

Apertou meus peitos e me beijou gostoso antes que a porta se abrisse e bateu continência. Ó estrelas, que divina são as missões e que delícias são os treinamentos e não é que o rapaz entende da coisa?

domingo, 7 de junho de 2009

As libertinagens e depravações de uma Dona de Casa recatada


Ninguém sabia da onde viera aquele homem. O dono da padaria da esquina dissera apenas que era novo na cidade. Em uma pequena cidade com apenas 4 mil habitantes, um homem daqueles era logo notado pela população local.

O desconhecido havia chegado a cidade de moto, uma moto suja e feia, assim como suas roupas e sapatos. Uma calça jeans, acinzentada pela poeira da estrada, pregada em seu corpo destacavam suas coxas grossas e o montinho que se formava na frente. Uma jaqueta de couro suja e fedida e uma mochila que carregava sempre às costas formavam seu mundo exterior.

Ao entrar em casa levei às compras a cozinha e pensei no estranho homem. Ainda teria que fazer o jantar do marido e das crianças que se encontravam na rua. Pensei nele e em seu montinho e nas revelações daquele pequeno segredo dentro de suas calças. Imaginei se deveria ser grande, parecia grosso do lado de fora. Dava um ar de ser muito usado.Quantas mulheres ele havia usado por essas estradas a fora? Quem sabe quantas donas de casa teriam sido abusadas por ele? Decerto deveria ser um cafajeste usando mulheres casadas para seu prazer pessoal. - Coitados dos maridos... Pensei!

O relógio dava 15 horas da tarde. Tranquei a porta e verifiquei a rua vazia. Fechei as janelas e fui para meu quarto, as crianças e meu marido chegariam ao final da tarde, daria tempo de me molestar um pouco com pensamentos depravados.

Deitada na cama, levantei meu vestido e tirei os seios fartos do sutiã, que pularam como duas bolas pra fora. Os bicos já estavam enrijecidos pelo forasteiro. Sim, eu iria dar para ele! Tirei a calcinha com a ajuda do pé esquerdo, e abri as pernas bem entregue para meu comedor de mulheres casadas. Fechei os olhos e o vi ali na minha frente, sujo e fedido, com aquele volume dentro da calça prestes a comer uma mãe de família, uma pobre senhora esposa e fiel. Coitada de mim, seria devastada por aquele intruso grosso e robusto que agora se encontrava na entradinha da minha gruta úmida e esfomeada.

Ele chegou com vontade e melou a cabecinha do malvado na minha grutinha faminta batendo algumas vezes no meu clitóris carnundinho. Ouvi cada batidinha com gosto e vontade. O intruso então entrou com força me arrancando um grito alto, um grito de puta. Como poderia uma mãe de família gritar como uma puta de rua? Ah... Mas gritei sentindo o robusto dilacerar minhas entranhas, sem pena e com vontade. Levei várias porradas dentro de minha bocetinha carente. Sentia que de certa forma ela merecia tal surra de pênis alheio, pênis desconhecido, pênis não... Era uma rola, a rola do forasteiro.

Cheguei a sentir sua respiração ofegante e quente perto da minha boca e suas mãos amassando meus seios fartos, seio de mãe, de mulher casada, agora sendo exposta como as putas do puteiro da Rua Carlota Joaquina. Aquelas mulheres indignas de serem mulheres casadas, que ficavam a rua a mercê dos taxistas e motorista de ônibus, dos maridos infiéis que só realizavam suas fantasias com as putas de rua. Todas aquelas mulheres que recebiam diversas e sortidas pauladas no ventre todas as noites.

Quanta injustiça daquelas vagabundas, todas levando rola enquanto eu, uma dona de casa fiel ao lar e ao marido tinha que ser respeitada pelo meu marido. Agora me via exposta e entregue aquele motoqueiro sujo, de pau carnudo, veiúdo e cabeludo, cheirando a pica suja e esperma. Eu, mãe de dois filhos levando rola daquele jeito como se fosse uma putinha de rua.
- Ai... Come... Bradei alto e bom som.
- Te Como! Pois mereces levar ferro para deixares de querer ser o que não é. Disse agressivo.
- Mereço sim! Come essa dona de casa que nada tem a não ser um pênis comportado e posições respeitosas. Me come como as putas devem ser comidas! Gritei alto para ouvirem todos, os vizinhos, a família, meu marido.
- Como sim! Para saberes como uma mulher tem de ser comida!

E levei todas as estocadas merecidas que uma mulher com aqueles pensamentos e desejos tinha de levar. Próxima do gozo, tirei os dedos molhados de dentro da minha vagina e cheirei para sentir o cheiro de mulher no cio. Voltei os dedos para dentro de minha xotinha e fechei os olhos voltando a projetar entre minhas pernas a imagem do motoqueiro selvagem.

Mais algumas estocadas e dizeres sujos e gozei gostoso, abrindo as pernas bem para o alto e rebolando o quadril na cama enlouquecida pelo orgasmo que acabara de ter. Como necessitava de uma boa dose de sexo. Mas minha condição não permitiria... Descansei as pernas abertas na cama e olhei para ela, ali melada e necessitada de rola...

- Coitadinha! Pensei batendo com os dedos no pequeno pedacinho de carne rosada na entradinha de minha xota esfomeada.

Após alguns minutos, levantei e fui fazer o jantar, logo todos chegariam com fome. Fechei as pernas, abri as janelas e segui para meus afazeres domésticos de boa dona de casa.

A noite, meu marido e as crianças, João de 12 anos e Carlos de 8 assistiam televisão depois do jantar enquanto lavava e arrumava tudo para o café da manhã do dia seguinte, a costumeira rotina que se repetia inevitavelmente todos os dias.

Passei a noite olhando para o pênis de meu marido, como queria sentir-me mulher com aquele ferro cravado dentro de mim... Mas não , meu marido não ousaria me tomar como mulher, mas apenas como... Como sua mulher, mãe de seus filhos. Havia me casado com um homem machista que conhecia o prazer e a vontade de uma mulher fazer sexo somente em putas e prostitutas. Uma mulher casada rebolar no pau de um homem e pedir rola seria para ele motivo de desrespeito e desvalorização.

Vinda de família conservadora, acostumei-me às mentiras culturais e sociais do machismo ainda existente. E reprimi-me por todos aqueles anos. Sentindo apenas um homem em cima de mim, rebolar e me tomar como carne morta. O famoso “papai-e-mamãe” houvera me aniquilado como mulher. Envolta em tais pensamentos peguei no sono desejando sentir o pênis de meu marido dentro de mim.

Pela manhã após o café da manhã, levei as crianças para a escola e me despedi de meu marido com um beijo nos lábios e uma vontade de descobrir seu sexo com o paladar.

Após deixar as crianças na escola passei na pracinha para ir até o mercadinho do Sr. Assalto, ops, do Sr. Adalto, sempre errava o nome do local. Ao entrar no mercado ouvi o barulho de uma moto, corri para ver se era meu forasteiro. E sim, era ele. Pensem na minha alegria ao vê-lo entrar e passar por mim indo para as prateleiras de bebidas. Bem confesso que senti um tremor percorrer meu corpo ao vê-lo passar por perto de mim. Afinal, ele havia me comido no dia anterior... Ah se ele soubesse o que havia se passado em sua homenagem... Fiquei ali olhando as verduras e com medo de me aproximar mais, embora não me perdoasse caso ele fosse embora sem trocar um único esbarrão com ele.

Apreciei a vista e olhei para seu montinho preso na calça suja e velha. Pensei no cheiro que aquilo ali teria, como seriam os bagos, se haveria veias grossas ou finas, se os cabelos seriam finos e poucos ou encaracolados e muitos. Se os bagos seriam grandes e se caberiam em minha boca... Ah se ousasse... Ah se a coragem batesse... Pensava olhando-o de soslaio.
- Dona Narceja! Chamou seu Adalto.
- Sim... Disse meio assustada, com medo de alguém ter lido meu pensamento.
- A senhora precisa de ajuda?
- Não senhor, obrigada. Disse apressada, querendo pegar as compras e voltar pra casa. Quando, nesse momento o forasteiro se aproxima de mim e pergunta se conheço alguma oficina por perto.
- Não senhor, não conheço, do que precisa? Perguntei tímida.
- Já perguntei pra todos daqui da cidade, preciso de uma peça pra meu possante. Disse se referindo a moto.

Lembrei desse momento de uma moto antiga que meu marido tinha na garagem, uma moto bastante velha que havia sido de seu pai, e de súbito, sem pensar ofereci ajuda :

- Meu marido tem uma moto antiga, que não mais usa, o senhor poderia olhá-la e se tivesse a peça poderia negociar com ele... Ele chega a noite. Disse aliviada e espantada da minha coragem.
- Isso seria ótimo. Posso ir ver agora? Perguntou.
- Meu marido não está em casa, mas o senhor pode ver sim. A noite, caso lhe agrade, poderão negociar o preço da peça.

Peguei rapidamente uns tomates e coloquei no saco plástico indo pagar no caixa, apreensiva de minha audácia desconhecida. Seu Adalto recebeu o dinheiro e olhou desconfiado para mim ao me ver saindo com o forasteiro, que caminhava ao meu lado empurrando a moto e me seguindo.

Um certo orgulho me tomou por inteira de estar ali andando ao lado daquele estranho motoqueiro. Já pensou se as outras donas de casa me vêem? Como teriam inveja, decerto pensariam que me tornei amiga dele, mas o melhor era a dúvida de se ele estaria me comendo, ou um pensamento alheio que fosse ... Ah... Como seria bom se fosse verdade.

Alguns quarteirões e avistei a minha casa, mostrando para ele onde se encontrava. No caminho ele me disse que estava de passagem pela cidade e que seu destino era Santa Catarina, onde morava uma tia que o receberia. Perguntei como era viajar de moto pelo Brasil, se não sentia, vez por outra, solidão. Ele respondera que sim, sentia falta de mulher:

- Oh bicho bom! Disse sorrindo e pedindo desculpa ao ver meus olhos baixos e o rubor de minhas bochechas.
- Sem problema...Eu sei que os moços da capital dizem essas coisas...
- A senhora também é muito moça, bonita se me permite...
- Ah, muito obrigada. Disse abrindo o portão e deixando-o entrar com a moto.

Deixei a sacola que trazia na área e fui com ele até a garagem no quintal da casa. Como morava numa casa grande, cercada de alpendre e árvores frutíferas, a garagem que só servia para guardar coisas velhas de meu marido, ficava sempre fechada e esquecida. Os muros da minha casa, altos e cercados de árvores, tornavam-me segura a olhos curiosos de vizinhos fofoqueiros.

- Não consigo abrir, disse em frente a porta da garagem.
- Deixa eu tentar. Disse dando um empurrão na porta fazendo-a abrir em seguida.
- Ai está senhor...
- Me chame de Samu, dona...
- Narceja.

Samu avistou a moto e foi até lá olhá-la e examiná-la enquanto fiquei na porta com medo de entrar na garagem sozinha com aquele desconhecido, que apesar de simpático, não passava de um forasteiro. E acaso ele me violentasse? Isso sim seria bom... Pensei.

Após examinar com cuidado Samu disse que infelizmente não poderia aproveitar nada em sua moto, pegou no assento da mesma elogiando o estado da máquina. Percebi que logo ele iria embora e eu perderia a chance... E se contasse a ele os meus pensamentos, e se pedisse ao menos que me deixasse ver seu pênis...

- Quando o senhor... Quer dizer, você vai embora?
- Amanhã! Uma caminhonete vai pra cidade vizinha e já combinei com ele de nos levar. Disse sorrindo se referindo a ele e a moto.
- Bem... Desejo boa sorte... Disse triste.
- Obrigado, agora vou deixar a senhora em paz. Obrigado mesmo assim... Disse já se preparando pra sair...
- Espera Samu... Disse.
- Sim? Perguntou curioso.
- Eu sei que parece loucura, mas tem algo que gostaria de lhe dizer... Sei que não nos conhecemos e gostaria que ninguém soubesse dessa conversa, o senhor poderia prometer segredo?
- Claro, o que houve?...
- Sabe quando pensamos em alguém, ou em alguma coisa e não revelamos... As vezes não vemos a pessoa nunca mais na vida e então perdemos a chance... Já imaginou se fosse revelado tudo o que pensam da gente? Não gostarias de saber o que pensam de você? Perguntei aflita, olhando para o relógio e verificando que ainda estaria sozinha por mais de 4 horas até as crianças chegarem da escola para almoçarem.
- O que a senhora quer dizer com isso?
- Eu gostaria de poder ver... Disse arriscando pela primeira vez. Pelo medo de morrer sem viver nada das minhas fantasias, disse sem pensar em meus filhos ou no meu marido, apenas disse desafiando minha própria covardia.
- Ver... Disse rindo e pegando no volume. Ver... Ele?
- Sim...
- Pode sim, ver e pegar... A senhora quer?
- Você guarda segredo?
- Sim, guardo. Disse desabotoando a calça e tirando um cacete duro e moreno de dentro da calça.
Aproximei-me e fechei a porta da garagem e Samu pegou em minha mão fazendo-me tocar em seu tronco de carne rígida. Peguei meio sem jeito, delicada e sentindo-o pulsar em minha mão pedi para cheirar.
- Posso só dar uma cheirada nele?
- Pode cheirar e pode provar também, dizem que é docinha...

Me ajoelhei pela primeira vez na frente de um homem e ao vê-lo em pé senti-o como a um Deus e aproximei meu rosto de seu sexo e o cheirei tendo a cabeça pelada encostada em minha bochecha esquerda. Samu havia dado um tapinha com seu sexo em minha face e dito : - Prova!

Abri a boca e ele colocou o pênis dentro devagar, senti a quentura do bicho em meus lábios, apreciei seu gosto misturando-se com a minha saliva. Suguei um pouco com pressa, e vontade... Queria que ele fosse embora, já havia passado de todos os limites.

Levantei e pedi que saisse.
– Não sem antes desfrutar de suas carnes.
- Desculpe, é melhor você sair meu marido pode chegar, tenho dois filhos... Pedi levantando-me já arrependida.
- Mas vai levar mesmo assim, rapidinho. Prometo ser carinhoso. Olha como você me deixou? Não cabe mais dentro da calça e só abaixa depois que despejo tudo... Disse me pegando pela cintura.
- Ninguém pode saber... Disse já aceitando e prevendo a rolada.
- Ninguém vai saber ! Amanhã vou embora, é rapidinho e já gozo.
- Tomo remédio... Disse.
- Quer que goze dentro? Gostosa... Vem cá. Disse levantando meu vestido e uma perna junto. Senti sua mão afastando a minha calcinha e encostando a ponta melada de sua estaca no vão de minha intimidade. Jamais havia sido tão usada daquela forma, em pé sendo penetrada... Jamais havia sido mulher em minha vida.

- Vou colocar... Segura tudo. Disse penetrando forte.

Foi a primeira vez em minha vida que senti um pênis em todas as duas dimensões atravessar meus lábios vaginais e ir parar no fundo de minha grutinha. Pude senti as estocadas lentas molestarem meu útero e seus bagos baterem provocando um barulho inesquecível de uma mulher sendo devorada por um macho.
- Ai... Devagar, pedi.
- Como é gostoso te possuir....

Senti aquelas estocadas abrirem as minhas carnes e senti como é ser de um homem sem amá-lo, apenas pelo prazer dos corpos cheguei aonde queria, ao paraíso terreno dos mortais. E cheguei lá de olhos fechados e sentindo-me não puta, mas uma mulher realizando-se como fêmea cravada na estaca de um homem.

- Está gostando? Perguntou.
- Muito... Susurrei em seu ouvido.

E senti seu ferro me possuir intensamente arrancando de mim gemidos e um choro baixinho de felicidade ao sentir a grossura de sua carne me abrir. Mesmo satisfeita apreciava o vai e vem da dança de seu quadril dentro de mim, me balançando o corpo enquanto entupia minha gruta de carne morena e quente.

- Abusa de mim... Me usa... Vai... Disse liberta de hipocrisia.
- Vou estourar essa caverna com meu tronco!
Ele subiu mais minha perna, abrindo –me mais ainda e estocou intensamente pra dentro enchendo-me e tapando-me por completo. Senti minhas ancas rebolarem sem se importarem com mais nada, queria apenas dar e tirar prazer daquele homem, queria meu prêmio, queria seu dilúvio de prazer dentro de mim.

- Agora sente tudo... Disse desfazendo-se em gemidos e gritos masculinos de raiva e agressividade. Foi quando senti a enchente do mar branco e denso encherem minhas carnes e submergirem extravasando-se em minhas coxas abertas e expostas, entregues....

Abaixei a perna que estivera apoiada em seu braço e senti-me mole, exausta e satisfeita. Pedi que se retirasse... Logo meus filhos chegariam e pedi também que guardasse minha privacidade. Samu disse que sim, que guardaria, pois também era casado e nos despedirmos sem beijo na boca. Pareceu-me naquele momento que o beijo não pertencia àquela cena de minha vida. Após sua saída, não senti culpa ou arrependimento, ou mesmo medo de ser descoberta, eu me senti realizada como mulher. Sabia agora o que havia perdido todos esses anos pelo machismo de meu marido. Naquele dia, entendi pela primeira vez a natureza feminina de minha alma, a tênue linha entre a resignação de meus desejos e a natureza devastadora de minha sexualidade faminta e enrustida. Eu me reconheci como dona de meus desejos.

Quanto ao meu marido? Nunca soube do ocorrido, e depois de uma mal e enfadonha explicação sobre o tal motoqueiro que havia vindo ver a moto, passei a tratá-lo com os mesmos cuidados e carinhos de uma esposa dedicada e resignada de seu suplício doméstico.



Ana J. M. M- Narceja

segunda-feira, 1 de junho de 2009

EU, O POLICIAL E O ZÉ DA PERUA "




Lá pelos lados do Matão, morava José da Silva, mais conhecido como Zé da Perua.
Tinha uma perua no qual levava frutas, como laranja, caqui, mexerica, maracujá e manga.
Passava no Ceasa e de lá seguia rumo a uma grande feira na zona Norte de São Paulo.
Quando não estava na feira vendendo as frutas, partia para mais um meio complementar de renda: Fazia lotação a noite.
Eram seus clientes em sua maioria, estudantes universitários ou frequentadores de cursos técnicos...

Estava em frente ao mercado Sodré, ponto onde o Zé da Perua passava para me pegar. Pra mim havia sido um bom negócio, afinal onde eu morava, ficava deserto à noite, bem no ponto de ônibus onde se descia e não se via viv'alma.
Chorei um pouco e regateei, as coisas não estão fáceis... e pronto, consegui um desconto e chegamos a um acordo satisfatório...

Olhei para o relógio, nossa! Quase onze. Cadê essa figura?
Eis que desponta sua perua quase branca, quase inteira, com os faróis baixos.
Subi e cumprimentei o pessoal que lá estava. Baiano, um simpático homem maduro sorridente, tinha o Elvis, de topete e cantarolando rock and blues, tinha a Joaninha, sempre de minissaia mostrando dessa vez uma calcinha minúscula cor de pitanga, tinha a Dna Lu, uma mulata de lindo rosto e voz de veludo e o Moretti, que gostava de dizer que já morou na Itália...

Seguíamos meio apertadinhos e de frente um para o outro, todos já se conheciam agora, afinal todos os dias pegávamos a mesma perua e aos poucos íamos criando aquele clima de intimidade gostosa, onde a conversa rolava solta e a vontade.
Era com tristeza que iam descendo o Elvis, logo depois o Baiano.
O Moretti era o último, disse "Ciao" e soprou um beijo, fiquei rindo. Que sujeitinho mais engraçadinho...

Eu era a última a ser deixada, então me recostei no banco, cansada à beça. Creio que adormeci, pois num susto percebi que a perua parou e os faróis de um carro patrulha a iluminar o interior do veículo, criando uma iluminação sinistra.
O policial que parou a perua era um baita de um grandalhão de bigodes e expressão de folgado.

- Documentos. - sem mais aquela, ficou olhando para uma prancheta e analisando os pneus do veículo.

- S-Senhor...é que... - o Zé estava quase chorando.

- O senhor o que? Os documentos cidadão.

- Por misericórdia, eu estou sem os documentos...- desesperado, Zé tremia violentamente.

- O senhor então queira me acompanhar até a delegacia. - já se retirando, e batendo no quepe.

- Pelo amor de Deus... Seu guarda, eu faço qualquer coisa mas não me leve, eu não posso ir... - intrigada vi o homem implorar.

- Não pode ir porque? Hum? Acaso está sem licença? E o que quer dizer com qualquer coisa, está tentando me subornar?

- Não seu guarda, longe de mim... Apenas o senhor está certo estou com a licença vencida... - baixou a cabeça envergonhado.

- Espera aí, olhe aqui, eu não vou até a delegacia, não tenho nada com isso... Quero ir para casa. - irritada, já via que teria que tomar um táxi, ou pior, ficar para depoimento? Nem pensar...Queria descansar, chegar em casa e...

- Hum... Tem uma moça aí... Bom nesse caso a coisa muda de figura...- lançou-me um olhar completamente devasso.

- Como assim? - disse o Zé sem entender. E eu de cabelo em pé, quase entendendo tudo.

- Façamos um acordo, você mais essa moça fazem um showzinho para mim, eu bato uma bela de uma punheta e esqueço tudo, que tal? Sou ou não sou um cara camarada? - com um sorriso cretino aguardava a resposta.

- Como? Como... - eu ia explodir em impropérios mas o Zé me interrompeu.

- Calma aí seu guarda, espere um pouco eu conversar aqui com a moça tá bem?

- Tá certo, seja breve. - e se distanciou.

- Conversar o que? Está maluco? Não vou aceitar isso, está sabendo? - furiosa, nem pensava mais de tão afrontada.

- Calma, calma...Me escute, se você não me ajudar eu posso ser preso!

- Por causa de licenciamento?!

- Por causa da pensão que atrasei... Esse guarda vai juntar as coisas, eu tô sem extintor, meus pneus estão meio carecas, e pensão alimentícia dá cadeia na hora sabia? Duvido que Ernestina não me pôs no pau.... - Zé encostou a cabeça no volante e começou a chorar.

- Como você deixou a coisa chegar a esse ponto? Como pôde ser tão irresponsável? Agora quer que eu pose de piedosa para você?

- Eu sei que tem razão... Mas eu juro que neste mês que ia entrar, ia pôr todas as contas em dia. Eu consegui juntar o dinheiro do licenciamento, só faltava os atrasados da pensão, ia fazer um acordo com a minha ex-mulher, e me acontece isso...
Me ajude, por tudo que te é importante, não me deixe ir preso... - me olhava com olhos implorantes.

Eu sabia que estava numa enrascada. Se me recusasse, ele iria para delegacia e aquele policial ia fazer de tudo para ele ficar retido, ainda mais com pensão atrasada.
Eu não podia acreditar que ia servir de diversão para um policial pervertido.
O Zé não era nem um pouco apetitoso. Deveria ter uns cinquenta anos. Sem sal e sem açúcar, um bigodinho ridículo, tinha uma careca respeitável, com um óculos fundo de garrafa que o deixava com uma cara insossa, os dentes meio amarelecidos e separados, alguns quebrados, uma pancinha apresentável, uns braços cabeludos, aliás tinha cabelos nas orelhas, e um inesquecível figurino tosco: camisa velha aberta no peito( cabeludo), pra dentro da calça jeans com cinto social surrado. As mãos calejadas coitado de tanto carregar caixa, as unhas bem encardidinhas...É... Não ia ser fácil.

- Então? Já decidiram o casal de pombinhos? - malicioso, piscou o olho.

Maldito, maldito, maldito... Gostaria que um raio caísse do céu e fulminasse aquele verme.

- Decidimos. Será como quiser - respondi com ódio daquele disgramado.

- Então me sigam.

Entrou no carro, desligou as sirenas que estavam piscando, e partiu rumo a rodovia.
Seguimos com ele por uns quilômetros. Parou numa entrada e seguiu rumo a um caminho escuro.
Meu coração disparou com a cena, e se esse louco nos fizer algum mal?

- Zé, estou com medo.

- Eu também. Agora é tarde.

O carro parou perto de uma construção abandonada.
Descemos da perua.

- Bom meus pombinhos, quero uma boa performance hein? No capricho...- e esfregava as mãos com cara de tarado.

- Ora...Não sejam tímidos. Pode beijar a moça!

O Zé se aproximou com uma cara de cachorrinho lambão pedindo desculpas... E estirou o beiço para um beijo, me encolhi toda, sem ter coragem.

- Ora, moça, deixa de frescura, senão levo logo os dois pra delegacia, anda logo com esse negócio!... - esfregou as mãos e cuspiu nelas, principiando a manusear seu cacete, que parecia duro. Ou endurecendo com a expectativa.

Apática deixei que o coitado me beijasse, procurei deixar pra lá em algum lugar do infinito, cheio de indiferença.
Senti suas mãos abrindo minha blusinha e afastando meu sutiã meia-taça, percebi alheada, que abaixava o sutiã e enchia as mãos com meus seios, a boca sugando os mamilos...

Algo em mim reagiu, não era para acontecer aquele arrepiar de bicos, mordi os lábios para não delatar meu prazer. Mas por dentro sentia uma revolta contra mim mesma.

- Isso garanhão, agora chupa a moça anda, mas chupa bem gostoso!... Quero ver você mamando na bucetinha dela... - parecia que aquele tarado ia mesmo ficar orquestrando a coisa toda, batia a punheta com tal violência, que dava pra ouvir o barulhinho da mão que sobe e desce, o homem estava alucinado.

Tive que tirar a calça e ficar de bunda pra cima, com o Zé a lanchar minha menina por trás... Afastava minhas coxas e lambia tudo que via, separava os lábios rosados e procurava o clitóris querendo chupar.

Não aguentei mais e comecei a gemer e rebolar na língua do homem, enlouquecida e sem pudor gritei soltando todo gozo em seus bigodes. Aliás aqueles bigodes estavam me levando a loucura, arrranhando os meus lábios vaginais...
Senti uma imensa vergonha quando o Zé se ergueu e me fitou com olhos brilhantes e a boca, bigode, tudo melado de gozo, gozo que eu tive, sem o menor cabimento.

- Eu sabia que essa moça era uma safada! Só não sabia que era tanto!... - sorria todo satisfeito. Ainda não havia gozado o abusado.

- Agora é sua vez, santinha de araque, pode mamando no cacete do "tio" aí... - arrematou.

Zonza, percebi que estava mesmo querendo fazer isso. " Não pode ser, estou tremendamente excitada, com um sujeito como o Zé..."

O Zé abre a calça e pula pra fora uma tremenda rola veiuda e um mar de pelos em volta...
Olho aquilo sem acreditar.

- Nossa, seu Moço da perua! Quem diria, um cacetudo! - jocoso, o policial invejou o homem - Cai de boca, moça!

Caí, literalmente, meio assustada e meio fascinada. Peguei no membro e o Zé não tardou a me ajudar, mirando em minha boca. Tentava abocanhar, mas quase não conseguia, passei a lamber a cabeça e Zé gemeu alto, aos poucos fui conseguindo mamar naquela rola, sem no entanto colocar nem metade, e já sentia roçar minha garganta.

Não me lembro de ter sentido aversão nem ao cheiro e nem ao gosto, só consigo me lembrar que sentia tanto tesão em mamar naquela rola que gemia junto com ele, sentia prazer no deslizar do pau para o interior da boca, a saliva a me escorrer o queixo, o homem se pertando em mim, querendo enfiar mais, quase me sufocando, acariciava até as bolas dele, querendo sentir todo a sua virilidade, seu sabor de macho. Até que ele gozou...
Tentei engolir, mas metade escorreu, que pena... Acho que era muito para mim...Fiquei lambendo quase sem forças.

- Agora sim - o policial tarado gozou com estardalhaço.

Pensei que depois dessa tinha terminado. Mas o louco queria mais...

- Abraçadinho os dois... Quero ver vocês excitadinhos outra vez..._ calmamente, fechou a calça e se recostou no carro.

- Mas, o senhor já terminou, não? - admirado o Zé perguntou.

- Terminei, mas quero ver você metendo na bucetinha dessa moça, oras. Pode bolinar a moça, pegar nos peitinhos, enfiar os dedos, sabe como é...

Não teve remédio, meio sem graça, o homem veio me abraçar, eu queria por toda lei, me sentir fria, mas tudo que consegui foi tremelique de satisfação da traidora, que já foi logo se molhando, a minha danadinha.

Queria levar aquele cacetão em cheio na buceta.
Queria ficar arriada.
Queria ser totalmente judiada por aquela rola.

O Zé foi apertando meus seios, chupando os bicos tudo outra vez, agora eu gemia sem disfarce, ainda ajudava agarrando pelos restos de cabelos que ele tinha...Aquele dentinho meio quebradinho, dava arrepios de tesão...

Não sabia que o Zé mamava tão gostoso, empurrei o homem pra minha bucetinha furiosa, e já fui logo facilitando para ele meter a língua de novo...Ele lambia de cima a baixo, passando a língua bem durinho ou molinho e ora dando chupadinhas. Meu clitóris inchou e sensível tremeu.
Fui gozando seguidamente. Ele enfiava língua, dedos, tudo que podia, esfregava o bigode, eu ia estremecendo, mas chegou um momento em que já não dava mais .... Queria era pau!

Virei de costas e empinei bem a bunda, nem precisou mandar, o pau duro como uma pedra, arremeteu empurrando com força. Senti rasgar minha buceta, vi tudo colorido, acho que gritei, e comecei a levar vara, não dava pra afastar, o Zé alucinado que estava, agarrava firme meus quadris para que eu não escapasse, e metia sem dó nem piedade. A cada arremetia, chegava a dar gemidos de raiva, de impaciência, resgolegando como um garanhão cobrindo uma égua no cio. Estava descontrolado, e passou sem mais aquela a dar palmadas na minha bunda. Como ardeu! E tome caralho!

Eu não sabia se gemia de dor ou de prazer, acho que era os dois, o homem se transfigurava e eu não acreditava que estava sendo tratada como uma vagabunda pelo perueiro que me levava para casa. E estava gostando, estava...Gozando!... Um gozo após o outro e já estava mais que acostumada a levar rola do Zé...
Passei do estágio ficar a mercê para simplesmente rebolar no pau e requebrar gostoso pedindo mais.

O homem apertou meus seios quase me fazendo gritar de dor e prazer e gozou se apertando, se agarrando todo em mim, beijando minha boca, como se eu fosse sua amante.
Ficamos assim um pouco.
Finalmente, ele se apartou e cambaleante foi fechando a calça. Ainda me ajudou a me vestir.

O policial lazarento? Estava com o pau na mão com os olhos vidrados, jateando sua porra visionária, as custas da sua chantagem e devassidão.
Chegou a se apoiar no carro exausto de tanto se punhetar. Punheteiro maldito! Descarado, miserável.
Subimos na perua.
Ele veio até a janela e disse:

- Essa foi a foda mais excitante que já vi! Moça, você é das boas hein?! Vai ser safada assim...ÓÓÓ... - e terminou rindo. Deu adeus e foi pra viatura.
Cada um foi pro seu lado.

Eu e o Zé partimos com aquele silêncio típico de pessoas que têm um constrangimento do fundo da alma.

Parou na minha rua.Desceu e veio abrir a porta para mim todo sério.

- Olha... - principiou.

- Chega! nâo quero nem um pio sobre isso. E se você disser qualquer coisa, agora ou depois, eu nego, nego tudo ouviu? - desci toda empertigada, com o que sobrara da minha dignidade ( e fingimento lógico).

Acenei de cabeça erguida, como se nada tivesse acontecido, para um Zé boquiaberto e com certeza cordato, que ele não era besta de me contradizer.
Com o rabo do olho o vi subir na perua e partir sacidindo a cabeça incrédulo.
Não era para entender muito menos para acreditar. Afinal quem ele pensava que era? Só porque havia gostado de levar rola de perueiro não queria dizer que iria virar freguesa. Se enxerga perueiro duma figa!

Endireitei os ombros e passei pelo porteiro impassível.
Amanhã era outro dia.
E como todos sabem : Nada como um dia após o outro.

by erosdinamica

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Uma Maria Qualquer- Lucia CZER


James parou o carro na rua escura. Estava a fim de um programa, algo que tirasse o marasmo do que tinha sido aquele dia infame.
Olhou com atenção as prostitutas que andavam sem meta, daqui pra lá, de lá pra cá à espera de cliente. Algumas meninas, magrelas, desnutridas. Nem bunda tinham... Outras, já coroas com ares afetados, fenecidas, meias arrastão costuradas, escondendo o gasto, sapatos de salto alto, velhos, meio tortos. Era deprimente.

Quase desistiu. Mas o tremeluzir da lâmpada fraca no poste iluminou a silhueta esguia, vestida de vermelho. O vestido sugeria uma cigana... “-Será?”.
Despertada a curiosidade, piscou com os faróis do carro. Acudiram outras que ele espantou com um simples gesto da mão. Acendeu um cigarro e esperou. O vulto de mulher foi se aproximando, requebradamente, felinamente. Aí, deu pra ver a cabeleira preta ondulada batendo à cintura. Tinha na boca uma piteira com uma cigarrilha. Sentiu-lhe o perfume almiscarado em meio ao cheiro de fumo.

Usava uma blusa folgada transparente, seios aparecendo, e por cima um colete preto. A saia rodada com babados, vermelha, enfeitada com rendas pretas. Traje incomum. Isso apenas acendeu-lhe mais o instinto caçador.

Ela abaixou-se até por o rosto à altura do vidro, sorriu mostrando os dentes alvíssimos, perfeitos. Tinha um cheiro de ervas, sândalo, algo sedutor e indecifrável, na boca pintada com batom vermelho. Olhos escuríssimos.
Ele mostrou-lhe o assento do carro e ela entrou, ajeitando a saia. James deu partida ao carro e rumaram para um motel de baixa categoria ali por perto. Ofereceu-lhe um baseado que ela recusou com um meneio da cabeça. Sem falar, ela foi logo tirando a roupa, meias, sapatos. Era divina, escultural. Não usava roupas íntimas. Tudo no lugar, seios altos, cintura fina, quadris cheios, coxas roliças.

James foi ficando meio atordoado, mas, excitado, rolou com ela pela cama, beijando, mordiscando, tragando o perfume daquela pele trigueira. Ela ativa, movimentava-se, ora cavalgando ora deixando-se galopar, num gingado perfeito de quadris.
O sexo foi estonteante. James urrou como doido e caiu para o lado, extenuado e satisfeito. Por um instante ela pareceu lânguida, domada, vencida. Sem falar, levantou-se e começou a vestir-se. Ele mirava, contemplativo, a beldade nua, ainda sem fôlego para conseguir falar.
Deu um salto quando ouviu baterem à porta. Escondendo o corpo nu, entreabriu-a e deu de cara com um homem de cavanhaque, usando terno completo e cartola.
O homem ignorou-o. Pos a cabeça para dentro do quarto...

- Senhora...!

James, atônito, ainda foi em direção à carteira, tirando umas notas que tentou por nas mãos delas.
Ela jogou a cabeça pro lado, soltando uma gargalhada que ecoou por muito tempo na cabeça de James. Girou na ponta dos pés num redemoinho de saias vermelhas, sempre gargalhando e foram sumindo no ar, homem e mulher.

No quarto, um cheiro enjoativo de rosas e enxofre. James caiu desacordado e foi assim que os empregados do motel o encontraram no outro dia.
Não demonstraram admiração nem surpresa. Simplesmente benzeram-se e atiraram água benta que já traziam à mão, espargindo-a pelo ambiente.
A criada comentou, crucifixo na mão e a benzer-se:

- Maria Padilha escolheu outro incauto pra ser pai do seu filho meio humano!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

ONLINE - Me Morte



O que faz as pessoas procurarem sexo virtual? Solidão? Frustração? Diversão?
Sei lá. O fato é que eu estava ali, ONLINE, numa sala de bate papo de imagens eróticas, olhando as fotos e respondendo aos inúmeros tarados que, como eu, pareciam se divertir com cantadas e cenas de sexo explícito.
Eu tivera uma noite de sexo intensa com meu namorado, mas estava cansada. O relacionamento tinha se desgastado e nenhum dos dois assumia que tinha acabado. Era um sexo banal, quase que automático. Um beijo sem gosto...Precisava de uma coisa diferente para me sentir viva. Mas virtual? Eu estava desanimada. Talvez fosse melhor terminar o namoro e sair a caça de um novo amor. Mas enquanto tivesse o compromisso, o melhor mesmo era me masturbar com alguma revista interativa, era assim que via a Internet.
-Vamos para o MSN amorzinho?
-Para que? Não tenho cam...o que fizermos lá podemos fazer aqui.
-Hum...Lá ficamos mais à vontade, sem ninguém chamando.
-Mas sem cam?
-Sim. Quero você de qualquer modo.
-Quer? Mas nem sabe se sou feia, gorda, etc...
-Vamos...
-Ok...Se estou na chuva é para molhar. Vamos!
-Aqui é bem melhor linda.Como você está vestida?
-Só de calcinha. Agora quase sem, estou tirando.
-Espera...Descreve para mim.
-Estou puxando a calcinha no lado direito, descendo o elástico até o joelho...nossa!
-O que foi?
-Estou ficando molhadinha só de saber que você está aí do outro lado...
-Conta mais...
-Conta você...Como está vestido?
-De short...Sem camisa.
-Faz um favor para a sua putinha virtual?
-Hum...Diga minha putinha.
-Tira seu pau pra fora...
-Pronto...
-Molha o dedo na língua...
-To com o dedo na boca...
-Agora passa na cabecinha e imagine que sou eu, a minha língua...
-Hummmm
-Eu estou com meu dedo tocando a buceta...
-Me dá seu telefone..
-Hein?
-Seu telefone, por favor...quero ouvir você gozando.
-Não sei...
-Por favor...
-xx xxxx xxxx
-Posso ligar agora?
-Liga vai...
Sua voz era tão sensual que só de ouvir o “alô” já fiquei muito excitada.
-Geme para mim putinha...
Foi a foda virtual mais sensacional que já tivera...Ele falava em meu ouvido e eu me tocava. Ele conduzia minhas mãos, eu arrepiava com seu sussurro...Gozei muito e ele não conseguiu se segurar...
-Escute...colocou o fone pertinho do membro e deu para ouvir o barulhinho dele se masturbando freneticamente.
Por fim, tive que sair correndo do MSN...Era muita tentação. Ele queria saber quem eu era...Eu estava morrendo de vontade de conhecê-lo, de trazê-lo para o mundo real...
“Sua louca”...desliguei a tomada do PC e fui dormir...OFF
Acordei em bicas várias vezes e em todas me masturbei...
-

(Textos eróticos de Me Morte)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Groupie -Pedro Faria


Groupie

Eram onze e meia, e a noite de Gabriela apenas estava começando.
A banda de Michel chegou na van azul. Gabriela já começava a visualizar como sua noite seria.
“Oi, Gabi!”, Michel disse assim que saiu pela porta traseira do veículo, com um case de baixo em sua mão.
“Michel, querido”, Gabriela praticamente sussurrou as palavras através de seus lábios vermelhos.
Ela o havia conhecido mais cedo naquele dia, numa loja de tatuagem na Tijuca. Não havia se impressionado tanto com ele assim, até descobrir que ele tinha uma banda.
Gabriela adorava caras em bandas.
Então, ela combinara de encontrá-lo antes do show, num estacionamento perto do bar onde ele tocaria.

Colocou seu vestido preto mais apertado, sem calcinha. Seus cabelos volumosos e rubros, da mesma cor dos lábios, as unhas igualmente vermelhas.
Vestira-se para foder, pura e simplesmente.
A banda toda a cumprimentou, comendo-a com os olhos enquanto o faziam. Eles saíram em direção ao bar, Michel um pouco a sua frente, ela por último.
Fingiu ter tropeçado.
“Ai, ai, meu tornozelo”, e sentou no chão, massageando o “machucado”.
Michel fez o que se esperava.
“Vão na frente, galera, ela parece machucada”.
A banda continuou andando, não parecendo muito preocupada.
“Tá bem, Gabi?”
Ela se levantou num pulo.
“Estou sim... melhor agora que estamos a sós”.
Entendendo o recado, Michel a abraçou e fez que ia beijá-la. Ela recuou a cabeça, ainda nos braços dele, e o jogou de costas para a van.
“Meu jeito, ou jeito nenhum”.

Virou-se então, ficando se costas para ele. Esfregou-se nele, o pau duro nas calças jeans roçava na bunda dela. Ficou torturando ele por algum tempo, então se virou e o beijou, a língua dela explorando a boca dele, e vice versa. Pareciam que queriam engolir um ao outro.
Ela soltou as alças do vestido, e soltou-o no chão de cimento. Ele a encostou na van, e enquanto a beijava, esfregou sua mão direita na boceta dela, que queimava como fogo. Seus dedos deslizaram para dentro facilmente, movimentando-se como se dedilhasse seu instrumento ao encontrar o clitóris.
Passando a mão pela frente da calça dele, ela abriu o zíper a agarrou firmemente o pau, apertando com uma fúria assassina.

“Não vai bastar um só não... quero dois em mim”.
“Não amor, vamos pra dentro da van, vamos.”
“Eu vou. Você vai buscar mais um pau para mim, agora.”
Ela abriu a porta da van e entrou deitada de costas no chão, virada para ele. Abriu as pernas o máximo que pode, lambeu dois dedos e começou a massagear seu clitóris.
“Rápido, antes que eu acabe sozinha”.
Michel correu em direção ao bar, fechando a van.
Gabriela continuou se masturbando, enfiando dois, depois três dedos, bem fundo em sua boceta.

Não demorou muito e as portas da van se abriram. Gabriela comparou os dois homens lado a lado.
Michel tinha um metro e setenta, era magro, e seus cabelos eram pretos e longos. O outro, que ela lembrava se chamar Joel, era loiro, mais alto que Michel.
“Humm, entra aqui, anjinho loiro”.
Joel tirou a camisa e a calça, ficando apenas de cueca. Deitou-se sobre Gabriela e começou a beijá-la.
“Isso, isso”. Ela pôs o pau dele para fora e mandou que ele se ajoelhasse a seu lado.
“Agora Michel, você quer chupar a minha boceta, quer?”
Sem responder, Michel caiu de boca naquela boceta lindíssima, vermelha e quente de tesão. Ele adorava chupar boceta, e não se fez de rogado. Enfiou a língua o mais fundo que podia enquanto estimulava o clitóris com os lábios, fazendo sons de sucção. Lambeu de baixo a cima, simulou um beijo de língua naqueles lindos lábios. Enfiou o dedo médio, enquanto esfregava o grelo com o polegar.
“Ah, você sabe sim”. Gabi observava Michel lhe chupar enquanto gemia e punhetava Joel.
“Vamos sentir o seu gosto, querido”.

Ela lambeu a cabeça do pau dele, sorrindo enquanto o fazia. Sua língua se movia circularmente ao redor da cabeça, que latejava cheia de sangue. Quando seus lábios envolveram o pau, eles sugaram, quase arrancando o membro de Joel fora, e começaram a se mover ao redor. Ela enfiou o caralho até o fundo de sua garganta, enquanto gemia com a chupada de Michel.
“Agora, vamos a algo diferente.”
Ela se levantou, ficou de quatro e se posicionou a frente de Michel.
“Sua vez, amor.”
E começou a chupar o pau de Michel, mais vorazmente do que fizera com Joel. Esse último começara a enfiar na boceta dela, que era apertada e quente.
“Isso loirinho, isso mesmo, enfia tudo.”
Ela parecia querer engolir o pau de Michel, que agarrava o cabelo dela e a xingava de puta, safada, vagabunda.
Joel enfiava naquela boceta dela, mas queria mesmo era o cu. E pouco tempo depois de começar a enfiar, tirou o pau e começou a pincelá-lo na entradinha apertada da bunda dela.
“Ah, é isso mesmo que eu quero anjinho. E você Michel, vai lá pra trás também”.
Depois de esfregar cuspe, e de enfiar um, dois, três dedos, Joel colocou seu caralho naquele rabo maravilhoso.
“Humm, isso mesmo... isso, agora enfia na minha boceta Michel, quero os dois dentro de mim agora”.

Michel se posicionou atrás dela, Joel estava com o corpo colado nas costas dela, seu pau fundo dentro do cu apertado dela, as bolas batendo ruidosamente nas nádegas. O primeiro enfiou o pau na boceta de Gabi, que parecia uma fonte de tão encharcada.
“Isso, isso, não parem, quero gozar com os caralhos de vocês dois, isso, ai mais fundo, isso, não parem, não parem.”
Durante dez minutos Gabi foi fodida pelos dois músicos. Então, mandou os dois pararem e disse para que ambos se deitassem, lado a lado, o mais perto possível.

Rapidamente, ela se ajoelhou e começou a se revezar, chupando um e punhetando o outro. Ela queria um banho de porra dos dois. Ela chupava enquanto punhetava, apenas fazendo o biquinho e encostando na cabeça dos paus. Quando olhou para cima, se surpreendeu: Os dois se beijavam na boca, as línguas voando para todos os lados. Com essa visão, a boceta de Gabi se incendiou de novo, e ela acelerou suas punhetas, até que ambos gozassem com poucos segundos de diferença, encharcando seu rosto todo. Com a mão, ela puxou toda a porra para dentro de sua boca, engoliu tudo e deitou no meio dos dois, que ainda se beijavam. Ela enfiou sua língua no meio da deles e os três se beijaram, e caíram cansados.

“Faltam vinte minutos pro show, precisamos ir”, Joel disse.
“Espera uns dez minutos, os instrumentos estão afinados já”, respondeu Michel.
De repente, a porte da van se abriu.
Tinha uma garota parada à porta, vestido vermelho, cabelos, lábios e unhas pretas. Parecia uma imagem espelhada de Gabi.
“Sua piranha!”, disse a visitante, enquanto se ajoelhava e rastejava até Gabi, beijando-a com voracidade.
“Eu quero um pau desses também”, disse ela sorrido.
“Tá bom Jackie, escolhe um”.

Jaqueline, ainda agachada à frente de Gabi, pegou o pau de Joel e começou a chupar. Não demorou até que ele ficasse duro na boca dela. Enquanto isso, Gabi e Michel apenas olhavam.
“Mete em mim, agora!”, Jackie ordenou.
Ficou de quatro, virada para Gabi e Michel, e Joel começou a enfiar em sua boceta por trás, enquanto enfiava um dedo em seu cu.
“Temos pouco tempo... o que você quer fazer?”, perguntou Michel à Gabi.
“Isso!”, disse ela chegando para frente e escancarando as pernas na frente da cara de Jackie. Essa última começou a lamber a boceta de Gabi, como uma gatinha tomando leite.
“Porque você não vai ajudá-la?”, Gabi disse a Michel.
Não precisou dizer duas vezes.
Michel pôs a cabeça no meio das pernas de Gabi, encontrando a língua de Jackie, enquanto ficava na posição de 69, seu pau entrando fundo na garganta de Gabi, que o sorvia como a um sacolé. Beijou vorazmente a boca de Jackie, com a boceta de Gabi entre as línguas deles.

Ficaram nessa posição por uns quinze minutos, até serem alertador pelo toque do celular de Joel, que ficara em suas calças.
“Merda, nós precisamos ir”.
“Não antes do meu presente”, disse Jackie.
Elas os mandaram ficar de pé, e cada uma chupou um pau, punhentando o mais rápido que podiam, enquanto os dois se beijavam loucamente e se acariciavam.
Não demorou até que os dois gozaram na cara das garotas, que trocaram a porra um do outro num demorado beijo de língua.
Rapidamente se vestiram e foram para o show. As garotas viram o show do palco.
A banda era horrível, mas a noite valera à pena.
Ao final do show, no meio da madrugada, as duas foram embora juntas, recusando as ofertas de carona dos dois garotos.

Ao chegarem à casa de Jackie, trocaram um longo beijo na frente de um espantado taxista.
“Me liga quando chegar para avisar que chegou bem, ok amor?”
“Uhum, eu ligo sim.”
“Acha que teu namorado chegou em casa já?”, Jackie perguntou?
“Ele teve show hoje. Deve ter várias histórias para contar. Eu sei que eu tenho. Vamos trocá-las hoje mais”, Gabi disse, antes de dar um último selinho em Jackie e partir.
Realmente ele tinha histórias para ela.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

A estagiária



por Vertigo






O último dia útil de cada mês era sempre turbulento lá na empresa. Data de balanço, pagamentos e outras atividades executivas de minha responsabilidade. E por vezes coincidia de esse ser também dia de contratação de estagiários. Fazia-se uma filtragem através de um cadastro já pré-selecionado e, depois de uma entrevista pessoal, eu dava o ‘ok’ ou não para o candidato aprovado compor nossos quadros. Naquele dia eu estava especialmente interessado nesse processo, pois havia visto em um curriculum vitae a foto de rosto de uma postulante detentora de uma beleza formidável.

Meu nome é Edgar e o caso que vou narrar aqui aconteceu quando eu era chefe tanto do setor de contabilidade quanto da área de recursos humanos de uma empresa de consultoria em São Paulo. Era hábito eu delegar a tarefa de escolha de candidatos para alguém do RH, mas nesse dia em questão não resisti e resolvi assumir o comando do teste oral. À época dos fatos eu tinha 35 anos, solteiro e vida sexual intensa. Sempre procuro não deixar o instinto animal, acéfalo por natureza, dominar as ações, mas quase sempre perco essa batalha e, em certas ocasiões, como nessa que eu iria começar a viver, não havia mesmo como me livrar do tesão correndo nas veias, louco para se libertar.

Sentada na sala de espera, Vanessa não apenas ratificou sua beleza facial como indicou que seu corpo, preso em uma elegante veste, também parecia ser um artesanato de altíssima qualidade. Percebi que a atmosfera no escritório foi sacudida com aquela beldade por ali, com alguns cochichos e fofocas rolando pelos cantos. As entrevistas estavam marcadas para começar às nove. Eram nove e meia quando eu avistara a gata na sala de espera. Um candidato já havia sido sabatinado pelo Ricardo Lemos. Então, chamei-o pelo ramal e disse que, a partir dali, eu continuaria com o trabalho de seleção.

– Tudo bem, Edgar, mas se quiser eu posso continuar sem problemas.

– Obrigado, Lemos, mas quero fazer pessoalmente as entrevistas porque elaborei algumas questões específicas para os candidatos. Pretendo inclusive saber o nível de inglês de cada um – argumentei.

– Bom, aí já não é mais comigo. Meu inglês anda bastante enferrujado...

– Então, deixa que eu resolvo. Pode mandar entrar o próximo.

Entrou um rapaz que devia ter menos de vinte anos, assim como quase todos os candidatos. O sujeito era esforçado, mas estava nervoso demais, assim como eu, só que por fatores distintos. Ele por causa da entrevista e eu por causa de Vanessa, que breve estaria sentada diante de mim. Entrevistei mais dois pretendentes até chegar à delícia loira. Tínhamos que preencher duas vagas naquele dia e eu queria, com toda sinceridade, empregar aquela princesa. Bastava que não fosse uma imensa toupeira ou uma louca desvairada que certamente já estaria contratada. Foi quando Vanessa Nogueira entrou na sala. Tentei manter a postura, mas admito que foi difícil. Seus decotes eram comportados, mas nem assim sua silhueta formosa conseguia passar despercebida. Ela trajava um belo tailleur azul-escuro, cujo decote central tentava de todo modo esconder os seios rijos e volumosos. Suas coxas pareciam gritar para escapar daquela saia irritantemente discreta. A beldade tinha dezenove deliciosos anos e seu estado civil indicava, para minha alegria, que era solteira. Sentou-se um tanto tensa e esperou alguma palavra minha.

– Bom dia, Vanessa. Meu nome é Edgar Lima, chefe da do RH e da Contabilidade desta firma. Vou te fazer algumas perguntas. Vejo aqui pelo seu cadastro que você possui alguma experiência num consultório odontológico.

– Sim, trabalhei durante dois meses no consultório do meu sogro.

– Sogro? Consta aqui que você é solteira – disse um pouco decepcionado.

– Ah, sim. Sou noiva. Vou me casar dentro de quatro meses.

Informação desconfortável.

– Humm, claro. E por que você saiu de lá?

– É um motivo complicado...

Motivos complicados são sempre intrigantes.

– Pode falar. Numa entrevista de emprego não pode haver omissões.

– Bem, é que... bom, o irmão do meu noivo trabalhava lá também e...

– E?

– Daí que ele me pressionava algumas vezes, me assediando, molestando... Quando estávamos a sós no consultório e ele me cantava de forma cretina. Tentou me agarrar mais de uma vez.

Informação importante.

– Um idiota. E você não contou pro seu noivo?

– Na verdade não. Poderia gerar uma briga na família. Como eu não dava bola pras suas investidas, preferi largar o emprego. Eu acabei alegando que queria mudar de área.

– E o que eles acharam?

– Meu noivo nem meu sogro entenderam na hora. Acho até que meu noivo desconfiou, mas não fez nada, o que me deixou triste. Mas acho que foi melhor assim para que as coisas voltassem ao normal.

Esse pulso fraco de seu noivo seria meu código de acesso com Vanessa.

– Então ele desconfiou, mas pôs panos quentes. Você não contou o que realmente passou?

– Não. Fiquei com medo. Se ele percebeu algo estranho, mas deixou pra lá, não ia ser eu a resolver sozinha. Mas superei. Estamos bem e meu cunhado sumiu, para minha felicidade. Engraçado que estou contando esse segredo pela primeira vez para alguém e esse alguém é logo o chefe da empresa onde fui procurar emprego. Uma pessoa que nem conheço. Desculpe.

De fato, o assunto estava mais interessante do que as perguntas que eu deveria fazer sobre planilha Excel, fichário eletrônico, banco de dados orçamentário e outras chatices. Tudo isso poderia esperar. O meu desejo por comer aquela garota é que começava a ter pressa. Muita pressa.

– Você não tem do que se desculpar. Eu fiz a pergunta. E se sou o primeiro a tomar ciência desse segredo isso muito me honra. Agora, esse teu cunhado é um imbecil. Deveria ser demitido e preso por assédio. Uma pena seu noivo fingir que nada viu.

– Ele não viu nada mesmo. Mas acho impossível que ele não tenha sentido o clima estranho no consultório. Mas deixa isso pra lá. Daqui a pouco perco essa vaga por ficar falando de problemas meus.

– Nada disso. Temos que saber como está a estabilidade emocional de quem vamos contratar. E, antes de tudo, quero um funcionário alegre e jovial. E percebo que você tem essas características. Melhor você ter saído de lá mesmo, e que bom que encontrou a nossa empresa.

A gata balançou a cabeça concordando comigo, um tanto entristecida pelo que revelara, mas parecendo acalentada pelo diálogo. Já dava para perceber que os irmãos eram dois patetas, um abrutalhado e outro um banana. Não sabiam tratar uma mulher e isso estava claro. Agora eu teria de arquitetar as coisas com calma, sem atropelo, e o primeiro passo a ser dado era colocá-la pra dentro da firma, coisa que já estava sendo feita.

– Mas ainda falta passar pela entrevista, não é?

– Bom, é verdade. Mas acho que você vai suprir as nossas necessidades.

Fiz algumas perguntas e até que ela não se saiu mal. Fazia faculdade de administração, parecia esforçada e estava na média dos demais candidatos, um pouco melhor que dois ou três, pior que outros tantos. Mas sua estampa inebriante, luxuriosa da cabeça aos pés, fazia todos os demais concorrentes caírem no abismo do ostracismo. Ainda que fosse uma catástrofe total e levasse a empresa à falência, eu sei que ela havia nascido para ser a minha estagiária.

– E com línguas, você é boa?

– Não deixo a desejar...

Sua resposta havia sido simples, mas minha vontade de possuí-la já deturpava tudo e eu me via beijando e chupando aqueles peitos docemente insinuantes, seu pescoço, seus braços, barriga, pernas... “Não deixo a desejar com minha língua e com ela eu faço o que você pedir...”. Meu tesão estava ficando perigosamente nítido e eu tinha de me esforçar para que vozes loucas saídas do meu subconsciente, e creditadas àquela noiva recatada, parassem de me incomodar. A ação animalesca de seu cunhado havia sido deplorável, mas realmente era mesmo difícil dominar os desejos olhando para aquele rosto. Seus olhos, sua boca, cabelos loiros lisos descendo como cachoeiras douradas, anteparados pelo ombros delicados, anônimos sob as ombreiras acolchoadas da roupa. Tudo nela exalava uma ingenuidade pecaminosa, como se quisesse inconscientemente brincar com a virilidade de quem estivesse a sua volta.

– Tudo bem, o básico já serve. Bom, Vanessa, você está contratada. Seu perfil é o que estamos buscando. Poderá ser efetivada como secretária no final do contrato, caso fiquemos satisfeitos com o seu desempenho como estagiária. Acho que você conquistará seu espaço aqui.

– Quer dizer que estou contratada?!

– Sim. Começará na próxima segunda. Vai trabalhar diretamente comigo aqui nesta sala. Receberá, como já acertado, um salário e meio. Terá vale-refeição e vale-transporte. Por sinal, olhando seu endereço aqui no curriculum, vejo que você mora em Itaquera. Moro perto ali também – exagerei, pois morava bem antes, mas não custava me estender um pouco pela avenida Pompéia. – Posso te dar uma carona quando você quiser.

– Que bom! Eu vou aceitar! – disse ela. Estava visivelmente feliz.

– Ah, e não precisa vir vestida assim. Uma roupa casual estará de bom tamanho.

Um tchauzinho informal e virou-se para sair, permitindo, finalmente, que eu pudesse observar aquela bunda tesuda. Era compacta, bem distribuída, harmoniosa com a cintura estreita. Meu pau, interessadíssimo, já queria saber como iríamos dar um jeito naquilo, mas tive de ser honesto e comuniquei que ela era carne de primeira e, como tal, precisava de um árduo trabalho de conquista, sem direito a erros. Pedi para que o Lemos terminasse as entrevistas, alegando que tinha de adiantar outros expedientes. Aproveitei para informar que uma das vagas já havia sido preenchida.

O sábado passou arrastado. Queria logo que a segunda-feira chegasse para que eu pudesse ver de novo a minha estagiária. Estava eufórico com o “Efeito Vanessa” e isso se refletiu de noite com minha namorada, que percebeu o entusiasmo na cama. A transa foi gostosa, mas ela notou algo estranho.

– Tem tempo que não te vejo assim, tão elétrico... as coisas devem estar mesmo boas lá no escritório, hein?

– É, as coisas estão ótimas e vão melhorar ainda mais.

Adriana era uma ótima companhia. Morena, alta, bonita, quase trinta anos, era uma mulher muito interessante. Já estávamos juntos a uns oito meses e nesse período eu não havia tido contato com mais nenhuma outra, o que, até aquele momento, não me incomodara. Só até aquele momento. Vanessa chegara firme no lance e o jogo agora estava aberto.

Na segunda cheguei cedo para melhor recepcionar os estagiários contratados. Obviamente que Vanessa era o ponto em questão, mas eu não poderia ser parcial. Logo ela chegou, linda dentro de uma calça jeans e uma blusa com umas estampas simples. Meu coração bateu forte. O outro estagiário era um garoto escolhido pelo Lemos. Após apresentar toda a empresa para ambos, indiquei para o rapaz seu local de trabalho, com o Telmo, no setor jurídico. Já para a ninfeta, mostrei sua mesa e o computador que iria usar, bem ao lado do meu.

– Por enquanto você vai ficar só organizando no banco de dados os contratos com os clientes que eu te passar. Imprima e arquive. Os impressos você pega em minha mesa.

Com essa tarefa eu procurei fazer com que ela se distanciasse o mínimo de mim e dependesse o máximo das minhas ordens. Estaria com ela quase sempre em contato visual direto. Se o serviço iria fluir melhor assim eu realmente não saberia dizer, mas que essa ação dava uma resposta às exigências dos meus desejos, isso era certo. Na primeira semana Vanessa estava insegura e retraída, falando pouco e dando algumas desculpas para não pegar carona comigo. Mas, num dia chuvoso, ela aceitou, e a partir daí ela praticamente só voltava no meu carro. Os beijinhos no rosto ficavam cada vez mais perto da boca e, em alguns casos até um abraço demorado rolava. Eu já não me agüentava de ansiedade em beijar aquela boca, mas não podia cair no equívoco fatal de seu cunhado e nem usar a minha condição de chefe. O diamante estava sendo lapidado na velocidade certa e acelerar o processo poderia decretar o fim das minhas pretensões. E o labirinto para o pote de ouro, eu percebia, estava cada vez mais curto, a cada dia mais vivo.

Foi numa quinta, final de expediente, que notei Vanessa conversando animadamente com a Jaciara, a analista de contratos. Jaciara tinha seus vinte e poucos anos e não era uma mulher atraente, apesar de muito expansiva e simpática. A estagiária ria enquanto mostrava para a outra um pequeno álbum de fotos. Fiquei curioso em saber do que se tratava, mas não quis me intrometer na conversa. Cada dia mais eu procurava sair mais tarde, para poder ficar com ela o maior tempo possível sem ninguém no escritório. Passava das seis quando perguntei sobre sua conversa com a colega de trabalho. Ela riu e tentou despistar.

– Nada... umas fotos minhas. Um book que fiz um tempo atrás de brincadeira. Estava mostrando pra ela.

– Que interessante! E você não vai me mostrar?

Ela ficou sem graça, rindo.

– Ah, não sei...

– Se não quer me mostrar, tudo bem. Mas seria legal ver umas fotos de uma funcionária minha.

– Tudo bem, não é nada demais mesmo.

Eram fotos caseiras dela em roupas um pouco mais sensuais, fazendo poses que só serviram para me deixar ainda mais perturbado. Havia uma em que ela se apoiava num sofá e deixava a bunda bem empinada, vestida apenas com um pequeno short de lycra e um top. Meu pau urrou na hora quando meus olhos viram aquilo.

– Mas ficou muito bom, hein? – as imagens eram quase que uma tortura visual.

– Pensei em presentear meu noivo com esse álbum. Será que ele vai gostar?

– Olha, como homem posso te dizer que gostei muito!

– Sua namorada nunca fez uma surpresa assim?

A Jaciara falara além da conta, contou sobre minha namorada. Mas tudo bem, sua fofoca deu uma boa brecha para o assunto ganhar corpo.

– Não, ela nunca me fez essa surpresa. Vendo suas fotos vejo que seria um presente e tanto.

Uma das fotos estava duplicada. Ao vê-la, peguei e fingi que iria guardá-la dentro da gaveta, no que ela riu.

– Pode ficar com essa. Mas, se sua namorada descobrir vai achar que sou um caso seu.

Era o que eu queria ouvir.

– Se você fosse mesmo um caso meu eu não ia nem querer saber a opinião dela – falei, enquanto diminuía o espaço entre a gente. Não havia mais ninguém nas salas.

Larguei o álbum em algum lugar e a beijei. Ela ainda tentou um gesto de defesa, mas sem nenhuma solidez, o que só fez aumentar minha pressão. Vanessa relutava contra a ofensiva, mas com pouca energia para uma noiva recatada e tímida. Eu sabia que se recuasse naquela batalha perderia a guerra inteira, então, não dei chances para que ela pensasse na certeza dos seus atos e a abracei com força enquanto a beijava.

Meu pau estava quase arrebentando a calça, louco para tornar realidade o que até ali era mero sonho. Vanessa viu que sua pequena resistência não ia ajudar e capitulou passando a me agarrar quase com a mesma intensidade que eu a ela. Derrubamos alguns papéis e objetos pelo chão naquele amasso desordenado, até que passei a abrir espaço na sua blusa para encontrar logo os peitos gostosos que me instigavam desde o dia do teste. Como não cabiam inteiros, entupiam minha boca do jeito que dava. Beijava seu pescoço e deixava a estagiária à vontade para também deixar seu tesão fluir.

Conduzi suas mãos soltas para que libertassem meu caralho pela braguilha. Aquele toque alimentou ainda mais meu tesão. Por tudo no mundo eu queria sua boca me chupando. Como que se estivesse lendo minha mente ela dobrou os joelhos. Ainda titubeou um pouco antes de chupar, muito pouco para uma menina certinha, no que segurei sua cabeça para que não desistisse do intento. Ela foi e aí eu delirei! Começou a mamar devagar, sem saber ao certo o que fazer. Segurando seus cabelos, indiquei o que queria e deixei Vanessa se divertindo, chupando, babando, botando tudo na boca, lambendo por fora. Pelo modo como mamava percebi que era leiga no assunto, o que me deixou mais entusiasmado, pois isso indicava que devia ter chupado poucos cacetes na vida. Seu noivo certamente não devia explorar essa área como merecia e por isso alguém tinha de fazer isso e o sortudo, graças ao bom Deus, estava sendo eu. A idéia de estar fodendo uma boca quase virgem, atiçava meus desejos. Fazendo seus cabelos de alça, eu fodia aquela boquinha com um apetite que nem a Adriana, minha namorada, conseguia me dar. A falta de experiência dela, ao invés de atrapalhar, se transformava no combustível da minha tara. Ela estava de cócoras enquanto realizava o boquete happy hour. Só que eu ainda queria testar meu poder e mandei que ficasse realmente ajoelhada, sem parar de chupar. Ela atendeu a ordem e não deu pra agüentar. Vendo e sentindo aquela delícia tão cobiçada chupando e lambendo, submissa e dedicada, em minutos gozei forte no rostinho lindo, uma esporrada pra lá de gostosa, das mais intensas que eu já havia experimentado. Ver seu rosto sujo com meu sêmen havia sido quase tão bom quanto a atividade em si. Como já era de se esperar, ela mostrou uma expressão de arrependimento depois da farra. Falei que estava tudo bem, que a coisa aconteceu porque tinha que acontecer mesmo, que nada ia mudar entre a gente, etc. Procurei confortá-la para que não se deixasse abater pelo ocorrido e, sob hipótese alguma, pedisse demissão. Dei a carona de sempre nos despedindo com dois beijinhos na bochecha, afinal ela era noiva e eu tinha namorada. Fui pra casa completamente extasiado. No dia seguinte vi que Vanessa estava um pouco aturdida, recatada, mas nada que mostrasse vontade real de acabar com o que fora iniciado. Não tocamos no assunto durante o expediente, mas nossos olhares já não se cruzavam apenas como chefe e empregado. Na carona de volta, o assunto veio à tona no momento do tchau, o que serviu para mais uma rodada de sexo oral.

– Não consegui olhar pra cara do meu noivo ontem...

– Que é isso... encare normalmente. O importante é você estar bem, e sei que você está – quando falei, procurei me aproximar de seu rosto.

Ela estava um tanto desconcertada, sem saber se cedia mais uma vez ou não. Sua dúvida era boa, porque me deixava no comando, com as explicações que serviam para o caso. Enquanto falava, passava as mãos em seu rosto. Não demorou para que nos beijássemos na boca de novo, perto de onde morava. Mesmo sabendo que ali era um ambiente perigoso para ela, sua boca era como um ímã e eu não conseguia parar de sentir seu gosto.

– Aqui os vizinhos falam demais, vêem tudo – disse a gostosa, de repente, com medo.

Não retruquei, apenas saí com o carro e parei mais adiante, num local deserto. Continuamos com o amasso, que esquentava cada vez mais. Logo seus peitos estavam em minhas mãos novamente. Não tardou e ela já estava com a posse de meu pau em suas mãos de novo. Como no dia anterior, ela começou a mamar com o mesmo ardor adolescente. Não tardou e gozei novamente em sua boca. No dia seguinte, a mesma coisa acontecia. E passou a ser praticamente um boquete por dia, sempre no final da carona, ao anoitecer. Sempre em um local diferente de alguma rua menos movimentada. Eu estava quase como um dependente químico, que não pode ficar sem a droga. Lembro também quando chupei pela primeira vez sua bucetinha. Ela, com voz rouca de tesão, revelou: "ai, que delícia... o Adilson nunca fez isso comigo!". O cara não fazer isso com a garota só mostrava o quanto de privações de prazer ela não deveria estar passando. Minhas transas com Adriana diminuíram porque eu não pensava em mais nada além das mamadas de ouro da minha estagiária dentro do carro. Era bom demais!

A coisa ganhou contorno mais complexo quando começamos a fazer também no banheiro do escritório. O receio de alguém descobrir nosso caso injetava mais sentimento de sacanagem e fazia com que arriscássemos, passando perto de sermos descobertos. Num determinado dia o noivo da gata ligou e eu atendi. Adilson, seu nome, disse que iria buscar Vanessa naquele dia e pediu para eu avisá-la. Isso só serviu para atiçar meu fogo.

– Tudo bem, pode deixar que eu aviso.

Qualquer coisa já estava virando motivo para sentir aquela estagiária de outro mundo. Mas esse motivo, particularmente, quadruplicou meu tesão. Pedi que no boquete daquele dia ela não cuspisse, que engolisse toda a porra e não lavasse a boca. Gozei de quase derreter inteiro pra dentro de Vanessa. Só depois disso informei que o cara viria buscá-la, pois vai que ela não topasse... Lembro que ela corou de vergonha, pôs a mão no rosto, mas terminou rindo como uma safada. Sua máscara de santa estava caindo gradualmente. Da janela pude testemunhar o cara beijando sua noiva no maior amor... Aquilo me deixou com uma vontade de sexo fora do comum. Decidi que sua boca já não era mais suficiente para meu prazer. Eu queria mais, queria tudo.

Na carona de volta do dia seguinte entrei numa rua que não levaria a seu prédio. Ela pensou que era apenas mais uma rua deserta, mas era a entrada de um motel. Era o momento-chave nas minhas pretensões com Vanessa e eu estava preparado para dobrar até mesmo uma resistência mais aguda dela.

– Que isso?? – perguntou um pouco assustada.

– Essas ruas desertas são perigosas. Algum amigo seu pode te ver.

– Mas, num motel?! Aí não... Ontem minha mãe perguntou por que estou demorando tanto pra voltar pra casa. Perguntou quem está me trazendo. O Adilson também já está querendo saber por que tenho chegado tarde. Tô nervosa com isso tudo... não sei, não...
aflito, mas mantive a frieza. Sabia que aquela hesitação dela era natural.

– Calma, gatinha. Sua mãe conhece a filha que tem e sabe que ela é uma preciosidade. E seu noivo te ama, não vai te largar por que você está demorando só um pouco para chegar. Não é nada demais – falei sem parar com o carro, embicando já para o interior do motel. – Olha, – continuei – eu sei do seu comprometimento sério e até comprei um cartão para você dar pro seu noivo, pra te ajudar no seu relacionamento.

– Como assim?

Eu havia comprado um bonito cartão que dizia na contracapa: “Sabe o que eu estou fazendo nesse exato momento? Pensando em você!”. Era muita cara-de-pau a minha, uma grande ousadia certamente, mas às vezes na vida uma atitude dessas acaba tendo um efeito mais favorável do que podemos imaginar. E ela, seja por ingenuidade ou por já estar mesmo virando uma puta, achou a idéia o máximo, abriu um gostoso sorriso e me beijou na boca. Um presente para ela talvez não surtisse efeito tão benéfico, pois caracterizaria a traição, mas aquilo pareceu ter acionado algo pervertido em sua cabeça. Mal entramos no quarto e o caldeirão já começou a ferver com um amasso que decretava a morte da inocência e do moralismo. Fomos direto pra cama e, num ato automático, ela sem nem tirar a roupa já foi logo descendo para chupar meu pau. Eu delirava com a possibilidade de poder comer aquela garota e parecia um menino com seu primeiro grande presente nas mãos. Já na cama quis logo saber o gosto de sua buceta quente, lambendo, sugando, submetendo aos meus desejos. Ah, sua bunda! Que coisa mais linda. Cada vez mais eu me certificava da sorte que havia tido com ela. Uma mulher daquela não merecia ficar vagando em busca de um estágio. Ela era uma princesa perdida. Uma princesa que eu ajudava a transformar em puta, desenhando seu destino na firma e talvez até na vida.

Quando entrei com meu pau naquela bucetinha molhada, senti verdadeiramente um arrepio de prazer. Como era quente e apertadinha. A sua cintura fina era providencial, facilitava o manuseio. Colocava-a de lado, por cima, de todos as maneiras. Seu corpo se adaptava, pedia. Eu tentava não gozar para prolongar mais a primeira foda. Mas foi complicado segurar com aquele vulcão loiro se contorcendo e suplicando “mete, mete, me rasga!”. Impressionava como ela conseguia arder em orgasmos mesmo não sendo com a pessoa com quem escolheu para se casar. Depois da segunda transa fomos pra banheira pegar uma recuperação, pois já estávamos nos comendo há pelo menos uma hora. Seu celular tocou e era o Adilson. Que delícia ouvir minha estagiária dizer que estava num happy hour da firma com os colegas e que logo já ia embora. A ligação do corno serviu pro pau encorpar de novo e, então fomos para a terceira. Nessa tive a idéia de botar ela de quatro e pedir para que preenchesse o cartão que eu dera para ela entregar pro noivo enquanto metia em sua xana. Ela topou e eu fui doido satisfazer mais essa tara. Enquanto o caralho entrava devagar ela se desdobrava para escrever “eu te amo” no cartão. Que delírio!

Fomos embora exaustos de tanta foda. Eu estava nas nuvens, embriagado de prazer. Nem quis ver a Adriana para ela não quebrar esse encanto. Pelo menos não naquele dia. No dia seguinte, Vanessa comentou sobre o cartão, disse que o noivo havia “adorado” a surpresa e que estava “cada vez mais apaixonado”. Melhor assim. E eu cada vez mais vidrado naquela mulher. Se ela se abaixava para pegar alguma coisa eu já imaginava estar ali atrás comendo aquele rabo. E era isso. Seu rabo! Era minha próxima meta, meu objetivo.

Já não nos pegávamos mais no carro. Era só em motel. Sempre diferente para não dar na pinta. Desculpas e mais desculpas ela inventava pro Adilson e eu pra Adriana, que já estava ficando revoltada com minha “abnegação pela empresa”.

– Você vai enriquecer, mas vai me perder... – dizia ela, achando que eu havia virado um viciado em trabalho, um workaholic.

Eu despistava. Não queria terminar com a Dri, pois gostava muito dela. Mas não queria parar de comer a Vanessa de jeito nenhum. Faltavam duas semanas para o casamento da Vanessa quando resolvi que daquele dia seu rabinho não passaria. Ela já havia negado antes algumas vezes, mas eu já não agüentava mais ficar sem poder comer aquela bunda. Eu ia acabar adoecendo se não comesse. E naquele dia eu procurei usar todas as armas disponíveis para meu sucesso. Era a data de avaliação dos dois estagiários. Quem avaliava era o gerente do setor em que o estagiário estivesse servindo. No caso da Vanessa, eu era o julgador. Pois bem, nesse dia no motel em dado momento puxei do casaco o formulário de avaliação em branco e mostrei a ela, no que ela se surpreendeu.

– Preencher a avaliação aqui?!

– Isso. Uma forma de avaliação mais tranqüila. Você já tirou dez em quase tudo, só falta mais uma questão.

Ela riu demais.

– Que doideira você, Edgar! E qual é a que falta?

– O item que diz “obediência às determinações do chefe”. Só falta essa pra você virar funcionária efetiva da empresa.

Entrando no esquema, ela riu ainda mais e disse com malícia:

– Mas eu faço tudo o que me é dito para fazer, e acho que estou fazendo bem.

Eu não conversei mais. Parti pra cima, beijando aquele corpo que já era bastante íntimo. Vanessa correspondeu de forma contida, talvez um pouco nervosa em achar que, se não cedesse, não seria efetivada. Não desfiz sua dúvida, muito embora não quisesse passar uma imagem de mau-caráter: “a bunda ou o emprego”. Se esse medo a fazia mais volúvel eu não saberia dizer, mas o que eu notava é que ela estava se entregando de uma forma que ainda não havia feito.

– Me come que eu sou só sua, me come que sou sua cadela...

Aqueles gritos e arranhões pelas costas iam me fazendo perder o controle e eu já não via obstáculos para minha meta final. Coloquei-a de quatro e comecei a beijar sua bunda enquanto passava os dedos pela vulva molhada e latejante. A Adriana era linda, mas a Vanessa me mostrava a cada dia que era diferente. Ela não era uma mulher apenas bonita e tesuda, ela sabia como nenhuma outra misturar meiguice e putaria de uma forma única, de uma forma não mentirosa, porque aquele era mesmo seu estado mais natural. Enquanto passava o gel ao redor do caralho pulsante e faminto, a estagiária rebolava pedindo para que eu metesse. E aquela visão de sua bunda lisa, hipnótica, era um atrativo quase surreal. Ela não acreditou que eu fosse ousar tentar novamente comer sua bundinha.

– Aí não!! – gritou, quando forcei a cabeça no orifício rosado, que piscava insistentemente.

Agora era tudo ou nada. Se desistisse, não teria outra oportunidade.

– Calma, meu amor. Você é a melhor mulher que eu já comi... relaxa...

– Esse é do meu noivo, prometido a ele na noite de núpcias...

Aquela revelação só me deu mais gana de estourar aquele rabo empinado. Agora nada mais poderia deter minha vontade. Massageava suas costas ao tempo em que prendia seu quadril para que não fugisse. O pau ali pertinho, grudado na entrada do reto. A briga era boa e estimulante.

– Calma gatinha, seu noivo não vai saber de nada... você é minha gata nota dez...

Notei que o som “nota dez” embaralhou a mente de Vanessa, pois não sabia mais se eu me referia a ela como funcionária da firma ou como a melhor puta que eu poderia comer. Funcionou muito bem pra ocasião, servindo pra afrouxar todo seu mecanismo de defesa, o que fez com que meu pau se enterrasse dentro daquele cú apertado e gostoso quase que instantaneamente.

– Isso, gostosa, assim...

– Aiiiiii...

Foi só um gemido e algumas reboladas que eu tive de administrar até que a gata serenasse e passasse a curtir a enrabada. Valeu meu esforço em não desistir. Meu pau, agradecido pela perseverança, só queria agora saber de entrar e sair daquele magnífico buraco. Foder o rabo de Vanessa era um prazer tão incrível que procurei realizar os movimentos da forma mais lenta possível, saboreando cada segundo.

– Ai, mete, arregaça esse cuzinho que você sempre quis, fode minha bunda... ela é sua, de mais ninguém...

Parecia um sonho ouvir aquela noiva falando. Era mais que demais.

– Fode esse corno, me deixa arregaçada pra ele... acaba comigo... rasga o meu cuzinho...

Eu até que tentava resistir para poder continuar comendo aquela bunda por mais alguns minutos, mas aquelas palavras me enlouqueciam, dilatavam minhas veias e aceleravam meu batimento cardíaco de uma forma que se tornou impossível segurar a explosão de gozo. Puxei seu quadril pra cima de mim o mais que pude, quase que separando em duas a bunda de Vanessa. Foi uma transa febril, de fato inesquecível. A partir daquele dia ela passou de estagiária à funcionária, a minha funcionária. E quando alguém diz que “de onde se come do pão, não se come da carne”, é porque não conheceu Vanessa, a estagiária.

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Arte: Aleksey & Marina

Néon


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