a esse homem fraco.
Entre minhas pernas tantas
e nos meus braços brancos
o torno poderoso,
até um pouco nobre.
Ele é sensível, covarde,
vagabundo,
tem músculos troianos,
pele transparente
e cabelos cor de cobre.
Gosto de me submeter
a esse homem nada heróico
e indiscreto.
Enquanto trabalho
ele dorme e mente
debaixo do meu teto.
Depois
com quadril mole
me fode
que nem preto.

(homenagem ao branquinho com gingado de endoidecer)