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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

EM FAMÍLIA II- Darkness




EM FAMÍLIA II


Desde muito nova eu sou safada. Senti minha libido despertar ao flagrar as trepadas entre meu pai e minha mãe. Sempre que eles estavam trancados no quarto, eu dava um jeito de espiar, ou ao menos ouvir os gemidos que emitiam. É claro que não sabia do que se tratava, mas com um irmão um pouco mais velho, não foi difícil receber todas informações que eu desejava. Foi justamente com meu irmão que vivi meus primeiros “sarros”.

O tempo passou, fui ficando cada vez mais safada, trepando com todo garoto que me interessava, algumas garotas também, até que surgiu aquele que me fez balançar. Não era o mais bonito dos garotos, nem menos o mais bem dotado, mas sabia usar o instrumento como poucos. O fator que me fez render a ele foi o modo como ele tratava as pessoas; ele sempre procurava valorizar aquilo que tínhamos de bom.
Estávamos casados há dois anos quando uma infelicidade se abateu sobre todos; meu pai faleceu. Minha mãe ficou desolada. Em cima de seus quarenta anos, ela sentiu-se perdida. De nada adiantava tentar mostrar-lhe o quanto ela era bonita e jovial. A depressão a abateu de modo assustador. Para amenizar seu sofrimento, sugeri, com a concordância de meu marido, que ela viesse morar conosco.

No começo ela se comportava como um zumbi. Quase não falava, não se alimentava direito; era deprimente vê-la se definhando sem nada poder fazer. Por outro lado, eu e meu marido continuávamos a levar nossa vida rotineira. Não tinha uma noite que não trepássemos até que eu me sentisse moída. Até que tentávamos ser discretos, mas tinha algumas situações que eram incontroláveis...
Em uma das noites, esqueci-me de trancar a porta de nosso quarto. Estávamos tão acostumados a transar ao nos deitarmos que meu marido já me esperava preparado para a contenda. Eu nem sequer lhe perguntava sobre suas fantasias, mergulhava sobre seu corpo e engolia seu membro com gosto. Depois de iniciado o ato, descobríamos a fantasia um do outro.

Igual a mim, quando era uma menininha, minha mãe nos flagrou em meio a um sessenta e nove escandaloso. Seus olhos não acreditaram na cena, eu estava por cima de meu marido, com minha bunda voltada para a porta e ele enfiava sua língua em meu cu e em minha buceta. Não sei se ela ficou muito tempo nos espiando, mas sei que nos flagrou porque meu marido viu sua silhueta pela abertura da porta. Depois desta noite procuramos ser mais atenciosos. Minha mãe nada disse sobre o acontecido e nós não tocamos no assunto.

Minha mãe deprimiu-se ainda mais. Tentei de todas as maneiras tirá-la do estado mórbido que se encontrava, mas ela era dura na queda. Chegou o momento em que ela disse-me que iria nos deixar. Pressionei-a de todas as formas até que ela se abriu sobre o motivo de querer partir. Ela confessou que, desde a noite em que nos flagrou trepando, não conseguia afastar a cena de sua cabeça, que chegou a sonhar que meu marido a fodia. Fiquei um pouco desconcertada. Não a critiquei nem disse nada.
Mais tarde, contei ao meu marido sobre o fato. Ele reagiu com neutralidade. Evitou comentar o assunto. Trepamos como era nosso desejo e, depois de tê-lo sugado ao máximo, nos preparamos para dormir. Mas o sono não veio. Era só fechar os olhos e eu via minha mãe assistindo minhas trepadas. Seu olhar faminto como se implorando que eu permitisse que ela participasse.

Não agüentei. Mesmo que eu a ofendesse, era justamente o que eu ia fazer. Procurei-a, tão logo amanheceu e abri o jogo. Ela se escandalizou com minha proposta. Disse-me que eu era uma vadia, que ela não era dessas mulheres, que eu devia ter mais respeito por meu marido, enfim, um desastre. Sem nem me olhar, ela foi para o quarto arrumar suas malas.
Assim que ela voltou à sala, encontrou-me aos prantos. Apesar de contrariada, ela perguntou-me o motivo do choro. Disse-lhe que ela havia me entendido mal, que eu não estava sugerindo que ela se comportasse como uma puta, eu só queria que ela voltasse a sentir-se viva, que ela ainda mantinha o porte atraente e era bonita o suficiente para atrair o interesse de qualquer homem, mas que com meu marido ela estaria livre de se envolver com um aproveitador.

Não demorou e ambas chorávamos. Ela se abriu como nunca. Falou de sua insatisfação com papai. De como ele a usava sem se importar com seus desejos e das vezes que ele saia para extravasar com as prostitutas. Revelou-me que nunca havia gozado e sexo, para ela, era uma obrigação maldita.

Eu lhe contei sobre minhas traquinagens. Pedi que não me interrompesse e precisei ser incisiva quando lhe contei das vezes que havia trepado com meu irmão. Tentei lhe mostrar que o sexo não era obrigação, mas sim um exercício livre de encontro ao prazer. Uma busca desavergonhada, amoral e sem limites de corpos que se desejam e possuem um único objetivo, satisfazer suas aspirações físicas e emotivas.
Penso que meu modo explicito de falar deve tê-la excitado. Quando o choro cessou e nos controlamos, ela perguntou-me se estava falando sério sobre deixar que meu marido a fodesse. Assim que confirmei, passamos a planejar a melhor maneira para que não parecesse um ato frio e meramente sexual. Liguei para meu marido expondo a situação. Ele se dispôs a colaborar, incentivou-nos sugerindo algumas situações que poderiam facilitar o ato. Despedimo-nos mais confiantes.

Meu marido chegou no horário habitual. Cuidou de sua higiene e relaxamento enquanto eu colocava a mesa. Havíamos combinado que não usaríamos roupa alguma. Minha mãe estava tão nervosa que permaneceu trancada em seu quarto. Seu temor era que meu marido não apreciasse seu corpo, que ele não sentisse tesão por ela.
Confesso que também tinha minhas dúvidas, mas assim que a vi nua, caramba, era a primeira vez que eu via minha mãe totalmente nua! Seu corpo estava em cima. Os seus quarenta anos fariam inveja a muitas meninas de vinte. Observado seu corpo, fui constatando o quanto éramos diferentes. Ela tinha todas as medidas avantajadas, seios, bunda, coxas... eu era mirrada por inteiro.

Como ela se recusasse a deixar o quarto, levei meu marido para lá. Assim que ela viu aquele membro rijo apontando em sua direção, fechou os olhos e se benzeu. Olhei para meu marido e sorrimos. Fizemos de conta que ela não estava; joguei meu marido na cama, quase esbarrando em minha mãe, abocanhei sua pica iniciando meu exercício inicial favorito.
Ele gemia provocadoramente. Começou a intercalar palavras obscenas e palavrões aos gemidos. Chamava-me de puta, dizia que minha boca era tão gostosa quanto minha buceta e meu cu, xingava-me de cadela, falava que iria estourar meu cu com sua pica, enfim, tudo para provocar a reação de minha mãe.

Inicialmente ela nada fez. Parecia uma estátua que havíamos colocado sobre a cama. Nem piscava. Só fomos perceber que ela registrava nossa atuação quando seu braço movimentou-se em direção a seu ventre. As pernas se afastaram e ela começou a friccionar o clitóris. Meu marido acompanhou os movimentos de minha mãe, eu estava totalmente envolvida com sua pica em minha boca.
De repente senti que nos movíamos, mansamente, sobre a cama. Notando que meu marido desejava aproximar-se mais de minha mãe, fui acompanhando seu deslocamento. Não demorou a que ele estivesse próximo o suficiente para substituir as mãos de minha mãe. Assim que ela sentiu o contato, de uma mão máscula em sua buceta, ela gemeu. Recuou numa reação instintiva, mas meu marido a fez permanecer parada. Suas pernas tremiam.

Mais algumas contorções e ele estava em posição para enfiar sua boca sobre a buceta de minha mãe. Afastei-me por um segundo para que ele pudesse ajeitar-se. Assim que notei que sua boca beijava os lábios externos da buceta de minha mãe, voltei a abocanhar sua pica.
Decididamente minha mãe nunca tinha tido a oportunidade de sentir-se mulher. A primeira investida, que a língua de meu marido executou em sua buceta, a fez gritar como uma louca. Quando ele passou a chupar seu clitóris, ela começou a uivar descontroladamente. Suas mãos crisparam-se no lençol e suas coxas prenderam a cabeça de meu marido numa chave sufocante.

Precisei intervir para que ela não o sufocasse. Parei de mamar o cacete, segurei as coxas de minha mãe afastando-as desfazendo a chave em que ela prendera meu marido. Ela olhou-me espantada. Quis dizer algo, mas eu a impedi. Sussurrei-lhe para que apenas curtisse os movimentos em sua buceta. Ela atendeu minha solicitação mantendo as pernas abertas permitindo que a língua de meu marido a explorasse sofregamente.
Talvez, ou com certeza, ela acreditasse que estava sentindo o maior dos prazeres, mas tínhamos muito mais para lhe oferecer. Aos poucos ela foi se entregando com mais liberdade expondo suas partes ainda mais. Meu marido aproveitou e passou a dedicar atenção ao cuzinho oferecido. Minha mãe quis levantar-se ao sentir a língua roçando o pequeno botão. Compreendi sua reação, mas não permiti que se afastasse. Ela devia estar achando um absurdo meu marido estar chupando seu cuzinho.

Depois de algum tempo, segurei a cabeça de meu marido interrompendo sua performance. Indiquei um canto onde ele pudesse deitar-se. Assim que ele se ajeitou, fiz minha mãe entender o que ela deveria fazer. Outra vez ela se recusou; outra vez tive que insistir. Ela aproximou-se do cacete, olhou-o meio enojada, segurou-o meio contrariada. Por fim, passou a bater uma desengonçada punheta. Espantei-me de que nem nisso ela tivesse alguma prática.

Com suavidade, fui incentivando-a a mover com mais jeito. Aos poucos ela foi se acostumando e logo era capaz de masturbar com delicadeza. O próximo passo foi fazê-la colocar o cacete em sua boca. Tive que lhe mostrar varia vezes como deveria fazer. Em determinado momento estávamos com as cabeças tão próximas que foi inevitável roçarmos nossos lábios. Ela afastou-se abruptamente. Dei um tempo até ela se refazer.
Ao notar que ela estava mais calma, iniciei o processo. Demorou mais alguns minutos, mas finalmente ela mamava a pica de meu marido. Mesmo desajeitada, ela continuava a fazer a vara sumir em sua boca. Meu marido incentivava-a com palavras carinhosas. Ela ia se soltando à medida que sentia sua excitação aumentar. Segurando minha mão, ela como me convidou a dividir a pica de meu marido.

Ficamos nos alternando no exercício felatório até sentir que meu marido estava desejando algo mais. Pedi para que ele permanecesse deitado. Com jeito, levei minha mãe a colocar-se sobre o peito arfante de meu marido. Forcei um pouco seu corpo para frente fazendo com suas pernas escorregassem sobre a cama. Ela quase que caiu sobre o cacete endurecido.
Meu marido voltou a chupar a buceta e o cuzinho enquanto minha mãe se entretia com o cacete. O sessenta e nove me excitou. Peguei um de meus consolos e passei a massagear minha buceta. Eu sabia que nenhum deles impediria uma intervenção mais direta, mas eu queria que minha mãe aproveitasse ao máximo. Ele precisava sentir todo prazer que uma mulher tem direito de receber.

Estava tão entretida com o vibro que não percebi quando eles alternaram suas posições. Quando voltei a olhar para ambos, minha mãe estava sentada na vara de meu marido. O cacete sumia todinho na buceta escancarada. De costas para ele, minha mãe cavalgava-o afoitamente. A cena me deixou ainda mais excitada. Minha mãe movia-se como uma puta fazendo o cacete entrar e sair de sua buceta. Ela estava começando a gostar da foda.
Abandonei o vibro para partilhar do tesão que dominava a ambos. Mesmo não sabendo qual seria sua reação, massageei os seios de minha mãe. Ela não se mostrou incomodada com meu gesto. Ousei um pouco mais e lambi um dos mamilos; novamente ela não demonstrou qualquer aversão. Senti que ela estava totalmente dominada por seu tesão e não perdi mais tempo; além de chupar seus seios, tocávamos beijos gulosos. Meu marido mantinha-se concentrado em aproveitar os encantos daquela buceta tão desprezada nos últimos anos.

Foi durante um de nossos beijos que ela viveu o auge de sua existência. O apogeu do ato sexual. Senti suas mãos apertarem meu braço e sua língua enroscar-se na minha. Sabia exatamente a sensação que a dominava e forcei nossa separação. Ela precisava de ar e espaço para extravasar seu gozo. Olhei para meu marido e ele convidou-me a substituir minha mãe.
Enquanto meu marido me fodia em muitas posições, minha mãe recuperava-se do gozo. Sua respiração estava inconstante, mas seus olhos refletiam o prazer que acabara de sentir. Mesmo ainda estando dominada pela placidez que acolhe aqueles que se sentem satisfeitos, minha mãe passou a acompanhar as investidas do cacete de meu marido. Em determinado momento eu me coloquei de quatro e a pica sumiu em meu cuzinho. Minha mãe esbugalhou os olhos.

É claro que desejávamos propiciar uma experiência inesquecível, para minha mãe, mas estávamos certos de que não seria apenas aquela oportunidade em que dividiríamos a cama com ela e, portanto não precisávamos oferecer-lhe tudo de uma vez. Antes que meu marido inundasse meu cu, minha mãe interrompeu as estocadas.

Entendemos seu desejo mais premente. Com minha cooperação, ela se posicionou sobre a cama de modo que sua bunda ficou empinada expondo seu cuzinho. Meu marido colocou-se de joelhos e passou a chupar o rugosinho. Eu aproveitei para mamar sua vara; ela já estava bem molhada, mas não me custava nada deixá-la ainda mais. Também usava um dos óleos que temos; ele é muito bom quando se quer fuçar em buracos muito apertados.
Quando o cuzinho de minha mãe estava todo babado e untado pelo óleo, meu marido a fez apoiar-se sobre a lateral da cama; eu me posicionei a sua frente para incentivá-la. Mesmo depois de tanta molhação, percebi que as pregas do cu de minha mãe estavam mais resistentes do que desejávamos. Ela acusou a investida firme do cacete de meu marido. Apertou minhas mãos nas suas, cerrou os olhos, mordeu os lábios, mas não recuou.

Experiente na defloração de anéis virgens, meu marido agia com delicadeza. Forçava a entrada do cacete, mas não avançava além do recomendável. Sempre que sentia o cu se contrair, ele interrompia seus movimentos. Aguardava que o anel se adaptasse ao membro e voltava a investir suas forças contra o apertado buraco. Assim, indo e parando, seu cacete conseguiu romper as pregas do cuzinho de minha mãe.
Depois de vencida, a resistência, a penetração tornou-se prazerosa. Minha mãe se empolgou tanto que rebolava num ritmo que nem mesmo eu era capaz. Seu cu engolia a vara de meu marido de modo voraz. Ele me apertava as coxas na tentativa de segurar seu gozo. Eu queria que ele gozasse, mas sabia que ele esperaria até que minha mãe explodisse.

Ajeitei-me sobre os dois e passei a lamber o grelinho de minha mãe. O sabor de seu gozo estava aderido à entrada de sua buceta; aquele estímulo me levou a masturbar-me enquanto a chupava. O trio interagia com harmonia. O cacete entrava e saia do cuzinho, minha mãe rebola e gritava de prazer, eu continuava a chupar seu clitóris e massagear o meu.
A explosão foi intensa. Minha mãe reteve seus movimentos e eu pressionei seu clitóris com mais força ao mesmo tempo em que fazia meus dedos escorregarem para dentro de minha buceta. Nossos gritos deixavam claro que estávamos vivendo um gozo incontrolável.

Aproveitando-se de nosso estado semidesfalecido, meu marido apontou seu cacete para nós batendo uma punheta. Eu sabia o que ele desejava: nos dar um banho de porra. Sorri para que ele soubesse que eu ansiava pelo jorro tépido. Minha mãe não compreendeu e pensando que ele queria que ela chupasse seu pau, engoliu-o justamente quando ele gozava. A porra jorrou em sua boca descendo pela garganta. Eu a puxei antes que o líquido a sufocasse.

Passado o impacto do jorro, ela recuperou o fôlego, sentiu que a porra escorria por seu queixo, passou a mão recolhendo o esperma e lambeu-o com satisfação. O resto da porra de meu marido espalhou-se por meu rosto. Minha mãe aproximou-se e começou a me beijar e a me lamber. Não demorou muito e toda porra tinha sumido em sua boca.
Para nossa felicidade, a partir desse dia passamos a trepar sempre que fosse possível. Não que não fosse sempre, mas minha mãe descobriu-se uma verdadeira messalina. Depois de ter sido fodida por meu marido, passou a sair com freqüência procurando por homens que pudessem aplacar seu fogo. Encontrou outros tantos iguais, alguns até melhores segundo ela, do que meu marido, mas ela sempre se dispunha a nos acompanhar em noites que não queria sair. Para algumas mulheres, as mais ciumentas e possessivas, o marido ter uma amante poderia ser um absurdo, mas para mim tudo está muito bom, afinal a amante de meu marido é minha mãe.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Gingado

Gosto de me submeter
a esse homem fraco.

Entre minhas pernas tantas
e nos meus braços brancos
o torno poderoso,

até um pouco nobre.

Ele é sensível, covarde,
vagabundo,
tem músculos troianos,
pele transparente

e cabelos cor de cobre.

Gosto de me submeter
a esse homem nada heróico
e indiscreto.

Enquanto trabalho
ele dorme e mente
debaixo do meu teto.

Depois
com quadril mole
me fode

que nem preto.
















(homenagem ao branquinho com gingado de endoidecer)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O Cafuçu- Narceja


Existem seres de naturezas impróprias para a civilização moderna vivendo entre nós. Não se sabe ao certo como estas “proezas” invadiram nosso meio social se alastrando e tomando espaço em toda a sociedade brasileira. Meu propósito imediato é apresentar ao mundo esses seres que recebem a merecida alcunha de “Cafuçus” ".(Narceja)


Do meu quarto dava para ver a praia e o desperdício de energia masculina, o Futebol.
- Narceja, coloca o biquíni, a praia está cheia de Boy. Corre mulher! − disse meu amigo Fred.
Coloquei um biquíni cortininha combinando com uma chinela de dedos e soltei o cabelo descendo pra praia. Eu estava no Espírito Santo hospedada em um hotel na praia de Camburi. Férias! Nada melhor do que levar na buça. E estava precisando urgentemente de umas bombadas fortes. 2 meses sem sexo... Minha situação não era das melhores.

Chegando a praia olhei em torno de mim admirada com a quantidade de homens bonitos, correndo, se bronzeando, jogando vôlei, perdendo tempo correndo atrás de uma bola, enfim, eram muitas as distrações. Coloquei com Fred minha toalhinha na areia e me sentei olhando as pernas dos jogadores.
- A praia parece que vai prometer! − disse meu amigo rindo.
- Vai mesmo...
- “Rachada”! Mulher! Você está vendo aqueles machos jogando?
- Claro, estou de olho nas pernas deles.
E realmente estava. Aquelas pernas grossas e suadas dos movimentos rápidos e brutos me levavam a imaginá-las entre as minhas, forçando o bruto para dentro.
Olhei minha xotinha pequena dentro do biquíni, parecia implorar por banho de leite. Cheguei a ter pena da coitada... 2 meses... As teias de aranha já estavam tomando conta!
- Putz! Olha lá “Racha” o grupo que chegou! − apontou meu amigo com o queixo.

Foi quando o vi pela primeira vez em meio aqueles outros corpos bronzeados e quentes: Camiseta regata, bermuda larga, boné de uma banda de rock qualquer, óculos rayban, um cordão da cor ouro (tudo falsificado, claro!) e uma audaciosa pochete vagabunda tão grande quanto a “mala” que ele carregava entre as pernas.
- Narceja que homem é aquele... Mulher de Deus! – admirou-se meu amigo.
Meus líquidos vaginais ferveram na hora quando olhei para seu “pacote” dentro da bermuda . Imaginei o cheiro daquele saco quente, gordo de leite e sujo da areia da praia.
- Será que estamos olhando pra mesma coisa? − suspeitou meu amigo.
- Acho que sim... Estou olhando para aquele moreno forte.
- Como é? Espera aí, pára tudo e chama a Nasa! Mulher! Eu estou falando do moreno estilo Gianecchini... Você está olhando pra aquele ali?!? − disse virando minha cabeça para o lado em direção a um moreno alto, magro e bastante sarado.
- Fred, eu estou olhando é para aquele cara de bermuda colorida!
- O Cafuçu?!? − perguntou espantado.
- Como?? − indaguei curiosa.
- Mulher aquilo é um Cafuçu!!! Bruto, burro, fútil, grosso, ignorante, roceiro, inábil, cafona, feio e gordo!
- Ficou maluco? Onde você está vendo gordura ali... O cara é forte... Eu o acho gostoso!
- Mulher... E aquela pança em cima do pau?
- Não exagera... Ele só não é magro. Tem músculo, olha lá! − disse admirando-o.
- Isso é um Cafuçu de quinta, dê-se o respeito! Você deveria era ter vergonha na cara, toda fina atrás de uma tranqueira dessas... Ainda deve ter “queijo” no pau... Eca!! Com essa vou nadar... − disse levantando-se em direção ao mar.
Coloquei os óculos escuros e fiquei admirando o moreno. Ele estava num grupo de 5 amigos perto de uma Barraca de praia. Estavam sentados na mesa. De longe, notava a movimentação do cara. Ora levantava da cadeira e brincava com os amigos, ora gargalhava alto chamando a atenção das pessoas em sua volta. Sentada na praia abaixava os olhos e olhava o biquíni suado tapando minha pequena xaninha careca. E voltava a olhar para o moreno. Que agora de pé, passava vez por outra a mão no pau coçando-o sem cerimônias.
Fingi que ajeitava o biquíni e passei os dedos na cortininha que cobria minha boceta. Estava úmida. Cheirei os dedos e continuei olhando o cara. O medo dele sumir da minha vista foi tomando conta do meu corpo que parecia ansiar por rola..
- Ei Narceja... Ainda está de olho no Cafuçu? − perguntou meu amigo chegando molhado e sentando-se do meu lado.
- Pior que sim! Ele é demais!Olha só... Deve ter uma rola... Olha o “embrulho” dele!
- Dá pra ele então! Deve ter pau grande mesmo. É cafuçu!
As palavras do meu amigo ficaram martelando na minha cabeça. Imaginava o volume dentro da cueca. A posição da pica, se pra direita ou se pra esquerda descansando em cima dos testículos.
“Deve cheirar bem...” − pensei!
Foi quando passaram duas meninas pelo grupinho de amigos. Ele levantou os óculos pretos e olhou pra bunda das meninas. Respirei fundo e melei-me toda. Estava precisando de rola e de uma foda forte. Levantei e sorri pra meu amigo.
- Não tem jeito mesmo! Vai mulher... Vai se acabar na rola do Cafuçu! − disse rindo.
- Vou mesmo! − saí sorrindo.
- Paga a cerveja pra ele, que ele te come. − disse Fred brincando.
Caminhei em direção ao grupo. De óculos escuros vi a primeira movimentação de um amigo dele que fez sinal para os outros olharem. Então vi o moreno olhando e desejando-me. Levantei os óculos enquanto passava pela mesa deles, o olhei em seus olhos oferecendo-me e dirigi-me até o balcão.
Os amigos ficaram zoando com o moreno, incentivando-o a falar comigo. Claro, homem querendo ou não, na frente dos amigos, tem que provar que é macho. Disputa entre pênis... Normal, no mundinho masculino dos Cafuçus.
E lá veio ele aproximando-se de mim no balcão.
- Um coco por favor! Pedi abrindo a carteira para pagar.
- É por minha conta. − disse gentilmente querendo me comer.
- Não. Deixa que eu pago. Mas, o que acha de me convidar para uma cerveja? − disse me tremendo toda com a aproximação do cafuçu.
Minha vontade era levar ferro ali mesmo.
- Nova aqui? – perguntou-me acompanhando até uma mesa da barraca.
- Sim, estou hospedada em um hotel perto daqui.
E iniciamos um papo acompanhado de uma cerveja. Soube que chamava-se Emanuelson, mas que se auto apelidara de Manin. Ele era “empresário”, sócio de uma barraca de coco e estava de folga hoje.
Profissão: Descascador de coco.

Falava gírias que eu fingia entender e achar interessante. Olhava para seu queixo grande e barbudo. Uma barba ralinha. Os braços eram fortes e grossos. Parecia ter força viril na cama. Senti minha vagina vibrar e espumar novamente dando sinais nítidos de necessidade de pica.
Enquanto conversávamos tentava rir de suas piadas sem graça... Minha mira era seu volume dentro da bermuda. Chegava quase a sentir o cheiro de dentro da cueca e a imaginar aquele homem de feições másculas em cima do meu corpo delicado e frágil, possuindo-me, usando-me, comendo-me.
- Estou um pouco cansada... Vou para o Hotel.
- Quer visitar minha casa, Princesa? − perguntou sorrindo.
- Não prefere ir me deixar no Hotel? − não queria arriscar ser comida em algum barraco, pensei.
Ele, claro, concordou na hora. Peguei minhas coisas deixando Fred na praia com seu sorrisinho de “Me poupe!” e saí com meu Cafuçu em direção ao hotel. Vestia apenas uma saiazinha impúbere de lycra e o biquíni.
Ele passava a mão na minha cintura, certamente mostrando aos amigos que me ganhara. Uma mulher bonita, de bundinha redondinha, seios médios e vagina rosada, depiladinha, sem um único fio de cabelo, faminta.
Na porta do hotel, ele pareceu não acreditar que iríamos transar e beijou-me com gosto de cerveja. Melei embaixo ainda mais ao sentir sua língua e barba rala. Aqueles braços morenos envolvendo-me, aumentava a minha vontade de levar rolada. Não resisti e perguntei se queria subir comigo.

Claro que ele aceitou na hora, já feliz. Com certeza seu pau deveria está dando pulos de alegria.Vi aquilo tudo como uma troca bem justa. Ele queria meter e liberar líquido grosso retido no saco e minha xaninha precisava de uns jatos de leite. Nada mais justo!

Subimos em direção ao quarto. Ele bolinava-me por trás apertando-me com força. Parecia querer usar-me como puta de rua, mas reprimia seus toques suavizando-os com delicadeza e cuidado. Essa hora minha xotinha já pulava de felicidade, parecia saber que logo levaria ferro e banho de esperma quente.
Ao entrarmos no quarto disse: - Estou louca pra dar! Ele arregalou os olhos se soltando e me pegou com força me jogando na cama:
- Vai dar muito pra mim, safada! Prometeu.
E pulou em cima de mim com fome. Beijamo-nos muito enquanto ele tirava meu biquíni e saia. Fiquei em minutos nua e indefesa diante daquele cafuçú já livre da camiseta. Apenas de bermuda e areia nas pernas. Depois de ver-me nua e exposta, colocou-se por entre minhas pernas abrindo-me e enfiou a língua dentro da pequena xana rosada de lábios grossos e clitóris inchado.

Sentia-me invadida e entregue àquelas carícias ousadas.
Sua língua passava por entre meus lábios vaginais, sentia nitidamente a aspereza de sua língua tentando entrar em meu buraquinho. Encostei a cabeça na cama e gemi baixinho. De repente senti um dedo penetrando minha boceta e logo mais outro dedo, em seguida eram 3 dedos entrando e saindo rapidamente.
- Toma piranha. Toda meladinha safada. Estava louca pra dar, hein? − dizia ele com raiva.
Eu só gemia alto, melando-me, cada vez mais sentindo seus dedos deslizarem vagina adentro.
- Mais rápido! − exigi.
O cafuçu apressou-se nas dedadas e cheguei ao orgasmo abrindo as pernas, contorcendo os pés de tesão.
- Goza, vadia... Vou beber tudo. − e se atacou com meu orgasmo sugando tudo com a boca e enchendo o papo com a espuma dos meus líquidos quentes.

Continuei jogada na cama a mercê do moreno faminto. Ele saiu de dentro da minha boceta e veio beijar-me com vontade. Senti o gosto de minha xota em seus lábios e o beijei com força.
- Agora vem mamar na minha rola! Gostosa!
Puxou-me da cama colocando-me no chão. Tirou o pau pra fora e o cheiro infestou o quarto. Não era fedor. Era cheiro de macho suado, grosso e com bastantes nervos. A cabecinha vermelha e bastante grande melada na pontinha. De joelhos encarei e abocanhei a tora do Cafuçu ereta com uma leve contorção pra esquerda. Meus lábios quase não abarcavam seu cogumelo molhado. Coloquei a língua sugando o melzinho que escorria do seu buraquinho e senti o gosto salgado.
- Mama no Cavalão. Mama Eguinha!
O cheiro de pau tomava conta de todo o ambiente deixando-me com bastante tesão. Mexi em seus testículos com as mãos, massageando-os carinhosamente. Uns bagos cinzas e cabeludos, macios e bastantes engelhados, cheio de dobrinhas e rugas por toda a região do farto testículo.
- No saco! Vem princesa... Chupa o saco. − pediu colocando os mesmos dentro da minha boca.
Passei a percorrer as deformações e dobrinhas de suas bolas com a língua. Sentia o cheiro forte de pau excitado e melado. Mamei como puta de rua, mastigando cuidadosamente seu saco gordo e cheio de leite quente.
- Agora de quatro, vadia. − ordenou.
Levantei-me levando um tapinha na bunda e colocando-me de quatro sobre a cama. Ele deu outro tapinha, beijou minha bundinha e encostou a cabeça do pau em meu ânus.
- Espera... Aí não. − protestei.
- Calada ou vai apanhar. − disse batendo novamente na minha bunda.
Sabia que era joguinho erótico do Cafuçu, assim como também tinha consciência que cederia o rabo para ele. Sem escapatória resolvi colaborar.
Enquanto meu cuzinho era perfurado minha xotinha reclamava o direito da esporrada. Dei uns tapinhas nela e tratei de acalmá-la.
- Toma! Disse enfiando o pau dentro do meu rabinho.
Já havia dado o cu algumas vezes o que facilitou a entradinha.
- Ai está doendo... − reclamei levando a primeira estocada.
- Toma no cu, vadia! − Estou comendo o teu cu! Olha o estrago que estou fazendo rabuda.
Plaft! Levei uma palmadinha na polpa da bundinha enquanto o Cafuçu me enrabava.
Gemi gostoso sentindo-me fêmea em estar servindo um homem . De quatro sentia-me feminina e extremamente abusada, sensação que levava-me a gemer cada vez mais alto.
- Ai... Come minha boceta... Estou precisando! − pedi já com os lábios da xaninha tremendo de medo e ansiando ao mesmo tempo levar ferro.
- Quer na buça Safada? Quer ferro? Vai levar rola agora para aprender a ser piranha.
Minha xotinha espumou mais com a ameaça e caí na cama com ele se colocando de lado e abrindo uma de minhas pernas, colocando-a pra cima. Meteu o pau com força. Este, foi recebido com louvor por minha xana faminta. Agora estava como queria. Levando estocadas fortes e intensas, e sendo chamada de putinha.
- Que xota apertadinha e faminta. Vadia! Nem parece que vive dando. Bocetinha apertada...Gostosa.

Me limitei a gemer e sentir suas estocadas intensas. Meus líquidos vaginais se intensificavam em sua farta produção chegando a melar minhas coxas. O som da violência do saco batendo no vão de minhas pernas me levou a um orgasmo silencioso e profundo.
- Ai que boceta gostosa... Princesa... Vou te dar um banho de leite quente, putinha linda.
- Me dá... Me enche com sua porra. Enche... Vai soltar tudo? Vai? − provoquei gemendo enquanto levava ferro.
Manin se transformou e passou a estocar com mais força ainda levantando uma de minhas pernas pra cima e esforçando-se pra olhar sua rola entrar em mim.
- Olha! Estou te comendo. Vou despejar... Ai safada... Vou gozar... Toma tudo.
- Goza... Goza... Vai cacetudo... Me dá leite.

O cafuçu gemeu grunhindo alto e feroz e com uma bombada forte no fundinho de minha vagina, despejou seu leite grosso e quente. Parecia que aquele mingau estava cozinhando nos “ovos” dele, pois senti a alta temperatura de sua porra me queimar por dentro.
Minha xota o segurou por mais um tempo enquanto ele acalmava-se ainda bufando em cima de mim.
- Ah, que foda gostosa Princesa. Posso dar um cochilo? − pediu.
Fitando-o com carinho e satisfação, abraçei-o sendo correspondida. Deitei a cabeça em seu peito e segurei sua rola com uma das mãos, acolhendo-a cuidadosamente dentro de minha pequena e delicada mão.

Cobrimo-nos com o lençol e em alguns minutos ele estava roncando igual um porco. Alto e de boca aberta... Praticamente babando. Um “Goza-Dorme” de primeira. Mas não importei-me com seus roncos estrondosos. Afinal... Ele era apenas um Cafuçu. Cama e rua!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

ATRÁS DA MOITA COM O GARÇOM- Erosdinamica




- Não posso!... - desesperada tentava puxar a mão.
- Vamos, ali atrás, ninguém vai ver... Vamos, olha como é que eu estou!... - apontou para o membro duríssimo.
- Não posso! Você está louco? Alguém pode dar pela nossa falta! Chega, pára com isso. - morro de vergonha, já imaginou? Alguém passa e nos surpreende. Não, pior alguém nos procura e o que encontra? Um garçom e uma convidada, a prima da noiva transando atrás da moita.

Ele já tinha conseguido me arrastar até cerca viva e logo depois havia um arbusto bem espesso com um banco de jardim.
Puxou-me e num movimento brusco caí no colo dele. Puxou meu decote e já foi logo se apoderando dos meus seios com voracidade. Mordia os bicos e por um instante minha vista se escureceu e esqueci de tudo, menos que minha bucetinha pulsava com fúria.
Como se adivinhasse o garçom logo acariciou minhas coxas a procura do elástico da calcinha, afastou e logo estava introduzindo os dedos...
Joguei minha cabeleira para trás e gemi totalmente entregue aos dedos que golpeavam, parecia que queria me possuir só nos dedos.
- Isso não é justo... - falei dengosa. Abri o colete dele e fui mordiscando seu peito cabeludo, hum , cheirinho de loção pós barba.

Os pelos desciam até a barriga e levava a um rastro de perdição.
Logo estava ajoelhada em frente ao banco verificando a potencia do rapaz... Era muita. Era um espanto! Um cassete grosso com uma cabeça enorme... Não isso não ia dar. Tentei de todo jeito abocanhar e nada, fiquei só nas lambidinhas mesmo. Ele foi compreensivo e me consolou com carinhos nos cabelos e gemidos de aprovação.
Fiquei de pé e ele me mandou deitar no banco e antes de penetrar-me chupou com muita volúpia minha bocetinha encharcada.

Quando estava para gozar, dobrou meus joelhos e apontou aquela cabeçona para mim, senti que ia arrebentar tamanha pressão, quase rasgada não pude gritar porque o moço esperto me beijou no exato momento em que me penetrava.

Após ver estrelinhas de tanta dor, levei as arremetidas mais dolorosas da minha vida, até que enfim me acostumei com o negócio e passei a gemer também de prazer.
Mas o rapaz era um insaciável, já não bastava ter me arroxado de pernas pra cima, cismou que queria que eu montasse no seu cacete.

Sentou no banco e me puxou de pernas bem abertas, sentei no seu pau com tudo e gritei contra seus lábios, me segurou pelas nádegas e me impulsionando sem dó, eu o beijava sofregamente sentindo como era bom ser preenchida por aquele caralho cabeçudo.
Logo estávamos num mesmo ritmo, ao longe as risadas e barulhos da festa, tudo isso contribuindo para uma adrenalina de fazer algo proibido...

Mas que garçom mais gostoso... Seus cabelos castanhos curtinhos, aquela cara de bebezão, um rosto tão lisinho...Foi tão gentil em me mostrar aonde era o toalete, mal chegou na porta disse que meu zíper do vestido estava aberto, deixei que fechasse. Era uma desculpa só pra me agarrar por trás e me lascar um delicioso beijo na boca enquanto me apertava os peitos... Tarado, agora estava agarrado as minhas nádegas, chupando meus peitos e me fazendo delirar.

- Tesuda, desde que preguei o olho em ti, queria tua bucetinha...Gostosa...Que tesão, mexe assim que eu fico louco. Dá sua linguinha dá. - me beijou chupando a língua.
- Goza, safadinha, goza no meu pau! - gozei, e ele gozou junto que delícia.
- Humm... Gostosão...- continuei a beijá-lo.
Nisso ao longe escutei vozes, rapidamente nos desenroscamos, ele subiu as calças e eu abaixei o vestido a tempo de vê-lo enfiar minha calcinha no bolso, maldito! Soprou-me um beijo. Sumiu pelo jardim.
- Até que enfim te achei! - minha prima estava linda no vestido de noiva, puxava minha tia pela mão. As duas me olhavam com preocupação.
- Está um pouco vermelha! Está de fogo? Ah, querida, não vale a pena ficar de porre e depressão sozinha numa festa! Vem, nós vamos te dar atenção, querida, não fique triste, é que temos muitos convidados...Venha quero lhe apresentar alguns gatinhos, aposto que você irá se animar! - e foi me levando devagarzinho de volta a festa, ainda bem pois do jeito que minhas pernas tremiam era capaz de cair aos pés das duas, nem falar eu conseguia.

É... É muito triste ficar sozinha numa festa, eu não recomendo a ninguém. Ainda bem que existem garçons bem atenciosos!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Mais velhas - Final



Mari pulou rapidamente da cama redonda, como uma ratinha cega seguindo o flaustista de Hamlin em direção à morte.

Ju a esperava sentada no box do banheiro com aquele sorriso sedutor de tirar o fôlego. Agachada, de pernas abertas, deixava a água escorrer pelos cabelos louros, contornando os seios generosos e brancos, coloridos com manchinhas roxas (consequência das brincadeiras anteriores). Ela parecia se deliciar com a cachoeira artificial sobre sua cabeça.

- Ju... desculpa te trazer nessa espelunda, sem banheira...
- Relaxa, Sapinha, vem cá! - Disse ela, levantando-se e estendendo a mão para a amiga.

Ao olhar para os bicos rosados, que se assemelhavam a duas torneiras pingando água, Mari sentiu sede. Ju abraçou-a pela cintura e a beijou. Mari retribuiu, mas não conseguia pensar em outra coisa, senão tocar, beliscar e abocanhar o par de seios hipnóticos.

Mari chupava os seios de Ju que por sua vez, massageava devagar o clitoris de Mari, sem penetrar-lhe os dedos. Conforme a excitação da amiga, Ju aumentava o ritmo da massagem, arrancando da outra, gemidos de prazer e agonia.

Mari adorava gozar em pé. A intensidade do orgasmo fora tamanho, que ela não conseguiu suportar o peso do corpo e escorregou pela parede até o chão. Estava exausta, mas Ju, insaciável, acomodou-se entre as pernas de Mari, numa posição 69, e sugou o gozo da amiga. Só sossegou depois de gozar na boca cansada da morena, que não tinha forças sequer para engolir a própria saliva.

- Você está babando, Sapa! É uma sapinha, mesmo! – comentou Ju, rindo.

Mari queria parar o tempo e evitar a despedida, mas o fim era inevitável e ela só desejava não ter que ouvir “aquilo” que detestava... “Dela não, por favor... Dela, não...” – pensava, olhando para as teias de aranha que enfeitavam o teto do banheiro.

- Sapinha, essa noite foi maravilhosa, você é uma tentação... mas tenho que ir pra casa, meu marido já deve estar maluco...
- Tudo bem, Ju. Eu te levo em casa. Assim que eu conseguir levantar...
- Sabe... meu marido e eu temos vontade de transar com outra mulher... ele vai te adorar, tenho certeza. Você é muito gostosa.
- Ju, eu sou lésbica, não gosto de homem, linda. – disse, com um nó na garganta.
- Ahhh... que pena...

Aconteceu outra vez... sempre que saía com uma bissexual, a história se repetia. Sempre sentia-se usada, pois no fundo, elas só queriam testar a possibilidade de um ménage para apimentar a relação com seus homens. Com Ju não havia sido diferente. Era hora de colar os caquinhos e se conformar.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Mais velhas



Imagem: nue due (ükma)

Mari tinha preferência por mulheres mais velhas porque eram mais permissivas, fogosas e experientes, então convidou a Ju para um drink. Ela aceitou o convite, mas logo foi dizendo que não queria compromisso sério com mulheres, que não era lésbica e que buscava apenas sexo casual e alguma novidade.


Dona de uma risada gostosa, aceitou o cigarro que Mari colocou entre seus lábios. Beberam um pouco no mesmo copo e sedutora, Ju apelidou carinhosamente a amiga de sapinha por causa dos seus olhos grandes, úmidos e redondos. Já na primeira investida de Mari, Ju cedeu ao beijo. Beijou gostoso e demorado, provocando a outra ao máximo com a língua e com as mãos. Sentiu calor e ruborizou, excitada.


Maliciosa, aceitou ir para o carro e não fez objeção quando teve o seio macio tocado, beijado, lambido e chupado pela garota afoita. Estava gostando e demonstrava querer mais. Ousou conferir a excitação de Mari com os dedos, arrancando-lhe gemidos e longos suspiros. Mari estava muito molhada e aqueles beijos deixavam-na louca!

"Se não convidá-la para ir para a cama posso até ofendê-la. Imagina o seu rosto de decepção se eu lhe perguntasse: quer que eu a leve para casa ou você prefere ir a minha, conhecer a minha mãe? Um absurdo! ela ficaria traumatizada, se sentiria rejeitada e lembraria de mim como uma menina tola e inexperiente que a desprezou."

Mari beliscou o seio de Ju e chamou-a de gostosa. Levou um tapinha na cara, de brincadeira. Ju gostava de sexo selvagem e deu a entender que estava pronta. Mari afastou-a para ligar o rádio.


– calma, linda... já volto para seus braços, vou colocar uma música romântica.

O rosto de Ju se iluminou com um sorriso encantador. Ela se rendeu definitivamente.

- Eu adoro essa música! você é uma sapinha maravilhosa! maravilhosa! Encheu-a de beijinhos e mordidinhas pelo pescoço. Desconcertada, Mari fez o convite:

– Amor, por que não vamos para um lugar mais sossegado, você está me deixando num estado que... - Ju achou graça e interrompeu-a com uma mordida nos lábios.

Em seguida, abaixou a cabeça, levantou a saia da amiga e com o rosto entre as pernas dela, disse:
- Podemos ir... dirige aí, me leve aonde quiser!

“Safada, mordeu minha boca! que delícia... agora ela está fazendo a mesma coisa com os outros lábios... mordendo e chupando... aiii... Calma, Mari... você é uma boa motorista, você é uma... Aiiiiii...ÓTIMA motorista... puta que pariu... aiii... Virgem Santa! O quê??... ai, isso não... Ohhhhh... sim... sim... diminuo a velocidade ou acelero?? Meu Deus... ahhhhhh... que boca... que língua...”

Chegaram ao motel e Mari se esbaldou no corpo gostoso de Ju. Fez o que quis e o que fora obrigada a fazer. Nunca havia espancado ninguém antes, mas gostou de brincar de Domme...

Noite perfeita, Ju era uma mulher incrível, talvez Mari a convidasse para sair novamente no próximo final de semana, mesmo correndo o risco de levar um fora...

– Vou tentar, quem sabe? Falou com pesar, enquanto escutava Ju, urinando no banheiro do motel. Riu do barulhinho da urina.

- Que porra! Eu não posso me apaixonar por essa mulher! Mas por que o tilintar do seu xixi no vaso sanitário tem que ser tão lindo?

- O que você está falando aí, Sapinha? - gritou Ju.

- Nada, Amor... estou sonhando alto... mija logo! Já estou com saudades!

- Vem aqui! vem! - tive uma idéia.

(continua em 07/04)

Néon


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