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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Não brinque comigo! Lulu Alves






Grenda era filha de um veterano alemão, acusado de ter matado milhares de pessoas em Auschwitz e refugiado no Brasil. Seu pai estava preso atualmente e Grenda administrava os bens com a ajuda de Bernt, empregado fiel de seu pai, pau para toda obra. De sua mãe nada sabia, nem uma foto havia. Gozava dos privilégios da fortuna do pai.

Malu era sua amiga de longa data, aceitava as esquisitices da amiga e vez em outra usufruía das benesses de Grenda, como hospedar-se no sítio, verdadeira mansão fortificada, com guardas e segurança absoluta.

Na faculdade, Malu havia conhecido Grenda e um outro amigo que acabara se tornando seu namorado, Rique.
Em dois anos, o namoro entre Rique e Malu era uma paixão só. Ela estremecia cada vez que se tocavam, lembrando cenas das horas de sexo estonteante. Rique era bem aquinhoado. Tinha um membro enorme, o que fazia com que só tivesse uma ereção. Todavia, as preliminares e a transa eram tão gostosas e excitantes que Malu nem reclamava. Estava satisfeita.

Até que Rique começou a esquivar-se dos afagos, beijos e sexo. Alegava cansaço, precisava dormir cedo, tinha provas de alunos para corrigir... No início, Malu ficou amuada, mas aceitou. Queixava-se para Grenda e esta ria maliciosamente, dizia sempre que homem não era para se confiar.

Como fêmea, Malu pressentia que algo estava errado. Rique era jovem e forte, cheio de tesão. Resolveu certificar-se e começou a segui-lo discretamente. Grenda acompanhava-a. Foi então que viram Rique sair da faculdade acompanhado por uma jovem, morena, bem atraente, cheia de curvas. Os gestos diziam tudo...
O coração de Malu apertou-se, sangrou, doeu, mas a raiva, o ódio provocado pela traição impôs-se ferozmente. Passou a arquitetar um plano de vingança. Grenda solidária como sempre.
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Rique foi convidado assim como outros amigos para um churrasco no sítio de Grenda. Muita música, comida e bebida à vontade, alguns baseados. Todo o dia tinha sido alegre e Malu conseguiu disfarçar os sentimentos como se de nada soubesse. Combinou com Rique de permanecerem no sítio à noite para só retornarem ao centro da cidade na manhã seguinte. Rique, satisfeito pelo dia, não se opôs.

Retiraram-se todos, permanecendo somente os três na casa e Grenda, informando do quarto destinado ao casal, encaminhou-se ao dela. Rique já se despia para deitar-se embora Malu permanecesse vestida. Chamou-a para a cama insinuando uma noite de amor. Ela vencida mais uma vez pelo desejo daquele corpo moreno, deixou-se agarrar. Enlevada, retribuía cada beijo, mordia, chupava, retorcia-se em gozo, o orgasmo chegando como cascata, a inibir-lhe os sentidos. Apenas um átimo de segundo e veio à lembrança a imagem dos dois, Rique e a morena... Lembrou-se, então, do motivo da festa. Beijou Rique, pediu-lhe que aguardasse, ia ao banheiro.

Encaminhou-se então ao escritório do pai de Grenda, os filas rosnaram, arreganhando os dentes. Com o pacote de carne crua sob o braço, Malu foi incitando-os até o quarto. Rique deitado de barriga para cima já meio dormitava, nem percebeu o que havia sido jogado sobre ele. Os cães precipitaram-se sobre ele buscando os pedaços de carne crua, encontrando o corpo de Rique atacaram vorazmente. Se alguém ouviu os gritos, não se manifestou, acostumado às excentricidades da patroa. Malu saiu do quarto, fechando a porta, no semblante um ar maligno. Dirigiu-se ao quarto onde Grenda já a esperava.
Pela manhã, o fiel Bernt limparia a bagunça...

quarta-feira, 18 de março de 2009

Lição de casa - Lulu Alves


Lição de casa

Nando dirigia-se à casa de uma professora como lhe fora indicado por amigos, sabendo que ela era especialista em revisão de textos. A “boneca” debaixo do braço, estava tenso e suava um pouco pela expectativa de encontrar-se com aquela personalidade. Bateu à porta e aguardou. Logo foi atendido por uma mocinha de uniforme branco e preto que o introduziu numa sala. Ele ficou de pé passeando os olhos pelos móveis, quadros e adornos. De repente sentiu que era observado e virou-se.

Foi uma surpresa e tanto. A mulher tinha pouco mais de 1,55m. Loira, miúda, passava dos quarenta, mas tinha ainda traços bonitos. Elegantemente trajada, usava “mule” preta, saia reta também preta um pouco acima dos joelhos e uma blusa branca meio transparente que permitia ver o sutiã branco.

Ela caminhou na direção dele, estendendo-lhe a mão no cumprimento e convidou-o para passar para outro cômodo, provavelmente o escritório dela. Ali tudo era de bom gosto em couro e madeira envernizada. Ela sentou em um sofá batendo com a mão ao lado num convite mudo para que sentasse. Nando ajeitou seus 1,90m ao lado dela e acompanhava a leitura que ela fazia de seus poemas. Aspirou o perfume dela, quente, amadeirado e extremamente atraente. Sentiu uma atração incontrolável por aquela mulher.

Diante do silêncio dele, ela levantou a cabeça e logo estava enlaçada por Nando que a beijava com loucura. No início ela relutou, mas logo Nando sentiu que ela correspondia. Pegou-a com facilidade, deitando-a no sofá sem parar de beijar aquela boca. Baixou a cabeça tentando sentir-lhe o cheiro do colo e os seios dela saltaram com o desabotoar da blusa. Nando abocanhou, mordiscou, sugou os mamilos rosados enquanto a mão, apressada, buscava debaixo da saia encontrar a calcinha. Puxou-a e encontrou-lhe o sexo. Desceu a cabeça até o meio das pernas dela e percebeu o cheiro da vagina, cheiro de corpo limpo e perfumado, mas com o fundo natural. Introduziu a língua e ela retorceu-se, gemendo. Num instante, Nando sentiu-lhe o orgasmo precipitado, e a boca sentiu o gosto do líquido emanado dela.

Já desinibido totalmente, Nando deixou livre o pênis intumescido, ela levou a mão ainda tímida e agarrou-o num vaivém leve, cadenciado. Nando levantou-se com ela no colo, subindo-lhe a saia, expondo as nádegas despidas. Fez com que se dobrasse levemente para frente, tocando com o membro a vagina molhada. Deu-lhe duas estocadas firmes e ela remexeu a bunda. Ele retirou o pênis, atraído pelo orifício rosado que se expunha à medida que ele entreabria suas nádegas com as mãos firmes. Desceu o rosto e lambeu-a, ela remexeu-se, então ele meteu-lhe o membro com toda a vontade no ânus.

Ela gritou de dor à passagem da cabeça do pau. Sem dó, Nando descabaçou-a. O orifício anal, passada a glande, ajustou-se ao pênis, apertando-o e fremindo. Nando não resistiu e gozou, enchendo-a com seu sêmen. Logo estavam os dois abraçados, saciados, sentados no chão. Um beijo dela e Nando novamente aceso, puxou-a para recomeçar. Dali, nunca conseguiram ficar um sem o outro.

Néon


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